Polícia Investiga Escândalo Financeiro no Vaticano em Tempos de Francisco ~ Esperança News

Polícia Investiga Escândalo Financeiro no Vaticano em Tempos de Francisco


Esse aí acima é o cardeal Angelo Becciu, que foi recentemente nomeado cardeal pelo Papa Francisco. Ele está envolvido em várias atividades de confiança do Papa Francisco, como a crise em Malta e também na gestão financeira. Pois ele também ao que parece está envolvido com crimes financeiros, ou acoberta crimes financeiros. O secretário dele na Secretaria de Estado do Vaticano, um monsenhor, foi suspenso pela polícia do Vaticano por suspeita de crime financeiro.

Uma das supostas razões para eleição de Francisco foi que ele era um homem afastado da cúria e assim corrigiria mais fácil os escândalos financeiros. Mas os escândalos financeiros não pararam e o déficit público da Vaticano é récorde. A última informação que tive é que Francisco triplicou o déficit do Vaticano em sua gestão, de 20 milhões de euros, para 70 milhões de euros.

No dia primeiro de outubro, a polícia do Vaticano colheu provas e computadores da Secretária de Estado do Vaticano (órgão mais importante da administração do Vaticano) e também da Autoridade de Informação Financeira (tipo um TCU do Vaticano). Isto é, é comum a polícia tivesse entrado na sala do prefeito e na controladoria geral do Vaticano por conta de crimes financeiros.

5 pessoas foram suspensas e proibidas de entrar no Vaticano, entre elas o diretor da Autoridade Financeira, Tomasso Di Ruzza, e o monsenhor Mauro Carlino, que chefia a informação da Secretaria de Estado.

Ao que indica a polícia investiga crimes financeiros, a pedido do Banco do Vaticano, relacionados com compras de terreno.

Hummm...compras de terreno, fonte de lavagem de dinheiro em qualquer sopa.

Aqui vai uma tradu ção de parte de um artigo da Life Site News sobre o tema.

Aqui está o que sabemos:

- O promotor está investigando as transações financeiras que foram sinalizadas pelo banco do Vaticano e pelo escritório do gerente geral. É este último - o auditor geral - que nos interessa aqui.
O escritório do auditor geral está atualmente vago; o trabalho está sendo feito por um administrador interino.

- O último auditor geral em tempo integral, Libero Milone, foi forçado a renunciar em junho de 2017. Foi expulso pelo então arcebispo (agora cardeal) Angelo Becciu. Milone afirmou que havia sido demitido depois que começou a caçar irregularidades financeiras; Becciu respondeu que Milone estava espionando seus superiores. Essas acusações  não são mutuamente exclusivas.

- Um dos funcionários do Vaticano agora suspenso em conexão com esta investigação, Mons. Mauro Carlino, foi até recentemente assessor de Becciu na Secretaria de Estado.

Estes fatos levam a seguinte possível explicação:

- Milone, cujo trabalho era fazer perguntas sobre finanças, desconfiava de algumas pessoas que passavam pelos escritórios do chefe substituto da Secretaria de Estado, o então arcebispo, agora cardeal, Angelo Becciu.

- Becciu percebeu que Milone estava entrando no escritório sem a sua autorização (de Becciu) e ficou furioso. Becciu ameaçou Milone com acusação criminal por espionar seus superiores: uma ameaça que só foi retirada depois que Milone renunciou.

- Esses são fatos estabelecidos. O que a polícia do Vaticano fez leva-nos a acreditar que Milone tinha boas razões para suspeitar - se não de Becciu, pelo menos de seu secretário Carlino

Certamente mais fatos surgirão - lentamente. Mas mesmo os poucos que já vieram à luz são mais eficazes que o secretariado da economia. 

O cardeal George Pell, levado a Roma para trazer transparência financeira ao Vaticano, perdeu a batalha principal quando seu plano para uma auditoria independente foi bloqueado pela Secretaria de Estado. Milone, como auditor geral, perdeu o emprego quando sua busca por informações foi bloqueada - pela Secretaria de Estado.

Então agora o promotor do Vaticano está perseguindo informações que Milone, deixado por conta própria, poderia ter descoberto mais de dois anos atrás? Parece provável que este último escândalo possa ter sido evitado.

Em junho de 2017, quando Milone renunciou, o Vaticano prometeu que um novo auditor geral seria nomeado "o mais rápido possível". Mais de dois anos depois, ainda estamos esperando. E durante o período, o Vaticano fez foi retirar poderes do auditor geral.

fonte:https://thyselfolord.blogspot.com
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