Covid: Pneumologista que curou centenas de pacientes denuncia riscos do lobby e politização ~ Esperança News

Covid: Pneumologista que curou centenas de pacientes denuncia riscos do lobby e politização


Com 30 anos de experiência, o médico pneumologista Wagner Malheiros lida diariamente com pacientes de Covid 19, em Cuiabá (MT), onde trabalha em consultório. Ele diz já ter tratado mais de 400 pacientes em estágios iniciais da doença e em nenhum deles foi preciso internação. Ele revela o segredo: “uma boa parte usou Hidroxicloroquina, outros Ivermectina. Usei corticoide em um grupo de doentes que tinha uma manifestação inflamatória mais acentuada. Mas em geral o tratamento básico foi a cloroquina, azitromicina e a ivermectina de forma mais tardia”.
Malheiros vem denunciando em suas redes sociais o descaso de autoridades e da mídia com os tratamentos que se mostram mais eficientes e alerta para riscos da politização de medicamentos e do lobby da indústria farmacêutica.Segundo o pneumologista, os doentes que morrem são vítimas do que ele denuncia como campanha criminosa que por interesses comerciais e políticos, está matando pessoas. “Os hospitais particulares, na maioria, não usam a [hidroxi]cloroquina, não usam medicação nenhuma e o doente está sendo internado para ser tratado com sintomáticos. São os pacientes que morrem”.
Malheiros explica que esses pacientes, em geral, são os que acabaram na emergência porque não foram medicados de forma precoce. “Foram uma, duas ou quatro vezes ao médico no posto de saúde, foi mandado para casa para tomar dipirona e foi evoluindo, com piora, chega no hospital, não recebe o tratamento, é internado onde recebe oxigênio, entubam com respirador e, se tiver muita sorte, sai vivo. Porque boa parte, principalmente os idosos, acaba falecendo”.
Quanto ao tratamento ideal, Malheiros recomenda iniciar com os remédios antes mesmo do resultado de exame de sangue ou PCR, que demora muito. Quando possível, o auxílio de tomografia vem se mostrando eficiente para o diagnóstico.
O grande segredo, segundo Malheiros, é o tratamento precoce. Ele garante que a hidroxicloroquina funciona, principalmente nos primeiros estágios da doença.
“A minha experiência com a hidroxicloroquina é fantástica. É uma droga fabulosa. Não observei nenhum efeito colateral. Trabalho com um conjunto de médicos cardiologistas e eles também são unânimes em dizer que é uma coisa extremamente rara”, explica Malheiros.
Ele alerta ainda que a campanha contra a hidroxicloroquina prejudica muito a situação e pode estar acarretando em mais mortes.
“Eu tive muitos problemas no início, para começar o tratamento porque as pessoas não acreditavam que existiam evidências suficientes para utilizar esse medicamento e essa questão política também, que foi muito grande e atrapalhou demais”, disse Malheiros.
“Acho que a única sociedade [médica] que não teve coragem de ficar contra a hidroxicloroquina foi a Sociedade de Reumatologia, porque eles usam a cloroquina há dezenas de anos para doenças autoimunes”.

O lobby farmacêutico e a política através da mídia

O médico considera preocupante a cobertura que os meios de comunicação vêm fazendo sobre o tema. Ele cita o caso da Gilead Sciences e o conflito de interesse que e a cumplicidade de jornais sobre o imenso lobby de laboratórios contra a hidroxicloroquina. O pneumologista citou o estudo francês que denunciou o modo como os financiamentos e doações da indústria farmacêutica influenciam as decisões tomadas por médicos e especialistas em medicina.
No contexto da epidemia de Covid-19, vários tratamentos estão disponíveis para tratar pacientes infectados pelo vírus. Alguns são protegidos por patentes, como o remdesivir, outros não, como a hidroxicloroquina.
Malheiros vê com preocupação o fato de que a maioria dos congressos da Sociedade Brasileira de Infectologia é patrocinada pela gigante farmacêutica Gilead Sciences, grupo francês envolvido na produção do remdesivir e que trabalha em forte lobby anti-hidroxicloroquina.
Segundo ele, a imprensa tem seus próprios interesses, inclusive comerciais, ligados a este grupo farmacêutico. “Principalmente o remdesivir, da Gilead”, explica.
“É muito complicado. Virou uma questão não de saúde pública, mas uma questão política. E é importante para essas pessoas demostrarem que a cloroquina não funciona, apesar de ser utilizada há mais de 50 anos e não precisava nem de receita”, diz o médico.
“Aqui em Mato Grosso você comprava [cloroquina] em qualquer canto, até no boteco”, brinca.

Interesses comerciais, imunização e as vacinas

Segundo Malheiros, as únicas soluções aceitáveis para a imprensa, ligada às empresas farmacêuticas, são o remdesivir e as vacinas. Ele se diz preocupado com a possibilidade de se tornar a vacinação obrigatória, o que considera um absurdo.
“O problema maior, agora”, diz o pneumologista, “é que eles vão tentar de todas as maneiras desacreditar que o paciente fique imunizado e que tem que tomar vacina. Isso será uma outra grande mentira. Outra grande fraude. A minha preocupação é de chegar ao ponto de tornar obrigatória o uso da vacina. Isso vai ser uma barbaridade”.
“A questão toda é financeira. A medicação é remdesivir ou a vacina. A preocupação menor é com o povo e com a saúde. Infelizmente é o ponto em que nós chegamos”.
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