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Globo quebra tradição e Roberto Carlos não fará show de final de ano

O cantor Roberto Carlos, conhecido como o Rei da Música brasileira, está com 76 anos. Com anos de especiais na televisão, este ano ele enfrentará uma quebra de tradição. Isso porque o Rei Roberto Carlos não fará o tradicional show de fim de ano da Rede Globo.
A quebra de uma cultura foi confirmada pelo colunista Ancelmo Góis, do jornal carioca O Globo, neste domingo, 29 de setembro.
Em 40 anos de especiais na Globo, esta será apenas a terceira vez que não haverá uma gravação de show de final de ano com o cantor.  A primeira ocorreu em 1999, quando a então esposa do cantor romântico, Maria Rita, morreu após uma luta marcante contra o câncer. A segunda aconteceu em 2011. Naquele ano, a Globo decidiu aproveitar uma apresentação do cantor na cidade de Jerusalém, considerada a Terra Santa, para mostrar o show feito no local no final de ano.
No entanto, apesar de não fazer o show de final de ano, o especial em si de Roberto Carlos continuará sendo exibido na Globo. O que a emissora irá fazer é aproveitar alguns shows já feitos por Roberto nesse ano.
O canal carioca tem a tradição de reunir o seu elenco estelar. Famosos de novelas, apresentadores e ícones da TV costumam em um estúdio se reunirem pelo tão esperado show de Roberto Carlos.
Neste ano, no entanto, o especial da TV Globo reunirá somente imagens da turnê mundial do cantor, com algumas filmagens no Brasil. A data de ser exibido o programa em si na televisão ainda não foi revelada. O especial com os artistas viraram uma grande tradição que não vai rolar em 2019.
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VÍDEO: PORTUGUESES MONTAM OUTDOOR PARABENIZANDO BRASIL POR ELEGER BOLSONARO, E AFIRMAM: “AGORA FALTA PORTUGAL”

Vídeo: Portugueses montam outdoor parabenizando Brasil por eleger Bolsonaro, e afirmam: “Agora falta Portugal”
Um vídeo um tanto quanto curioso passou a circular nas redes sociais nos últimos dias. Em Portugal, cidadãos montaram um outdoor parabenizando o Brasil pela escolha de um presidente que é contra a esquerda, corrupção, violência, marxismo cultural, ideologia de gênero e subsídios. E em letras garrafas, dizem que “agora falta Portugal”, dando a entender que querem um presidente como Bolsonaro por lá.
O outdoor foi gravado por um brasileiro que reside lá e publicado nas redes sociais.
Veja o vídeo:
FONTE:
https://portalbr7.com
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‘Parabéns, ministra, pela demora’, diz advogada a Rosa depois de cliente morrer esperando julgamento Em documento ao Supremo Tribunal Federal para relatar a morte de um homem de 80 anos que era parte interessada em processo da Corte, defensora critica 'desprezo' por 'fazer dormir um processo por onze anos'




EM PDF.https://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/wp-content/uploads/sites/41/2019/09/parabens-ministra.pdf



“É com lástima que viemos aos autos juntar a cópia de atestado de óbito de Celmar Lopes Falcão, e dar-lhe os parabéns. Parabéns, Ministra, pela demora!”. Essa foi a anotação feita por uma advogada em um documento enviado ao Supremo Tribunal Federal para informar que seu cliente, um homem de 80 anos que aguardava julgamento da Corte há onze anos, morreu no último dia 16 em Pelotas, no Rio Grande do Sul. “A sociedade está cansada de um Judiciário caríssimo e que, encastelado, desconsidera os que esperam pela ‘efetividade’ e pelo cumprimento das promessas constitucionais”, escreveu a advogada Lílian Velleda Soares na prestação de informações protocolada no Tribunal nesta quarta, 25
F, a advogada aponta que Celmar era parte em um processo na 2.ª Vara Federal de Rio Grande (RS) que em 2001, em fase de cumprimento, teria sido alvo de embargos de declaração. O objeto da ação seria o reajuste de 28,86% de seu benefício, que segundo relatado pela defensora no autos, teria sido concedido a Celmar administrativamente pelo Poder Judiciário em 1999. A defensora indica que o trâmite do processo, no entanto, estaria suspenso por causa dos reflexos de um Recurso Extraordinário apresentado em maio de 2018 à Corte máxima pelo INSS. Na época, o processo foi distribuído para a ministra Ellen Gracie, que se aposentou em agosto de 2011. Em dezembro do mesmo ano, a relatoria do processo foi redistribuída à Rosa, a sucessora de Ellen. Rubricado como de ‘repercussão geral’, o processo exige análise do Plenário do Tribunal. No documento, a advogada afirma ainda que desde maio de 2012, ‘suplica’ o julgamento do Recurso Extraordinário. “No entanto, o STF não cumpriu, até hoje, o dever de prestar jurisdição de forma célere”, ela escreve. Em petições anteriores, a defensora requereu prioridade na tramitação do processo na Suprema Corte brasileira, fazendo ainda diferentes indicações sobre o estado de saúde de Celmar. Um dos pedidos anota que o homem tinha Mal de Parkinson e precisaria da verba embargada para tratamento. Em tal documento, a advogada diz: “Esta é necessária antes da morte, Excelência pois para a barca de Caronte, apenas uma moeda é bastan  
Além do informe sobre a morte de Celmar, a defensora enviou duas comunicações à Corte em 2019. Uma em março, pedindo que o recurso fosse incluído em pauta e julgamento, e a outra em agosto, informando sobre a piora do quadro de Celmar, que foi internado com diagnóstico de ‘lesão expansiva sugestiva de meningioma’. ressada foi protocolado em maio de 2008 pelo INSS contra um acórdão 2ª Turma Recursal dos Juizados Especiais Federais do Paraná. Na ocasião, os magistrados negaram o pedido feito pelo instituto de seguridade para declarar da inconstitucionalidade de ‘coisa julgada’ – uma sentença que reconheceu o direito de um segurado a ter seu benefício de pensão por morte revisado. O órgão tinha como objetivo suspender o cumprimento da sentença, ou seja, ‘pagamento das prestações vencidas calculadas e 
ando violação de dois pontos da Constituição – o artigo 5 inciso 36, da coisa julgada e ato jurídico perfeito, e o artigo 195 inciso 5, da ‘pré-existência de custeio’



O teor do RE também é abordado pela advogada de Celmar, em uma petição de 2014. No documento, ela diz que o recurso ‘desconstitui a autoridade da coisa julgada em benefício da Administração Pública e afirma: “A experiência histórica da relativização da coisa julgada no Nazismo adverte do perigo de se desprestigiar as decisões judiciais para atender os interesses do governo de plantão”. Depois ela faz uma pergunta: “Então.]

FONTE:https://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/parabens-ministra-pela-demora-diz-advogada-a-rosa-depois-de-cliente-morrer-esperando-julgamento/?fbclid=IwAR2-H4J-yToW4sfmSSIh4OHAIu-kETK3QxiWwjrNRARENmDiaWhLkKkfr48
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Esquema petista de fraudes no FIES, que deixou donos de universidades bilionários, é o novo alvo da PF



Nesta terça-feira, 03 de setembro, a Polícia Federal amanheceu na operação Vagatomia, onde investiga as fraudes do FIES na era LULA/DILMA que deixou donos de universidades bilionários.
Além de deixar a elite intelectual milionária, o esquema pode ter trazido ao Brasil um prejuízo irreparável, a colocação de médicos que cursavam medicina em países como a Bolívia e Paraguai, sem muita qualificação, mas que pagaram bem para terem seus diplomas validados por aqui.
E assim se dá o selo "PT de competência".
O esquema tirou mais de 500 milhões de reais das bolsas de estudo (FIES e PROUNI), direto para os bolsos de pessoas ligadas às universidades, ao MEC, Fernando Haddad, Lula, Dilma e a alta cúpula do PT.
Por incrível que pareça o dono da Universidade Brasil foi preso, José Fernando da Costa, assim como seu filho e outras 20 pessoas.
Mas não era o PT que cuidava das Universidades e que distribuía diplomas aos filhos dos pobres?A pergunta que fica é: A qual custo o PT fez essas boas ações aos pobres?
Ainda não entenderam que tudo o que faziam de bom era uma grande cortina de fumaça para manter o esquema corrupto funcionando?
Para cada pobre diplomado havia um rico ficando milionário, esse é o jeito PT de governar sem ser importunado.
Teremos manifestações nas universidades?
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Agentes Penitenciários fazem fila para tirar selfie com Moro em Goiás

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Nesta segunda-feira (02/09), um grupo de agentes penitenciários aproveitou a inauguração de um novo presídio para fazer uma selfie com o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro. Ele esteve no local para prestigiar a Unidade Prisional Especial de Planaltina de Goiás.
Esteve na inauguração junto ao governador do estado, Ronaldo Caiado. O presídio terá capacidade para 388 detentos e foi construído pelo governo estadual com recursos do governo federal.
Os investimentos totalizaram R$ 30 milhões e foram repassados por meio do Fundo Penitenciário Nacional (Depen). Em discurso, Moro afirmou que a nova unidade terá como foco tirar criminosos perigosos de circulação.
– Será muito bem empregado para isolar criminosos perigosos. A estratégia de combate ao crime é tirar o criminoso de circulação – ressaltou.
Entre os equipamentos presentes na unidade estão um aparelho de raio-X, scanner corporal e dispositivo que impede o uso de telefones celulares.

Fonte: Metropoles/ Edição: Rondoniaemqap 
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Lula “era machista e achava que homossexual era doença”, diz Marta Suplicy

Lula “era machista e achava que homossexual era doença”, diz Marta Suplicy 20
Em entrevista para o site UOL, a senadora Marta Suplicy falou sobre seu afastamento da vida pública.
Marta afirmou que não se arrepende “de nada” e que faria tudo novamente.
Em determinado momento, a senadora disse que não votará em Fernando Haddad “porque ele foi um péssimo prefeito”, justificou seu voto para afastar Dilma da presidência “pela incompetência dela” e relembrou que o ex-presidente Lula “era machista e achava que homossexual era doença”. 
A entrevista completa você confere aqui!
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BNDES: Delação de Palocci detalha esquema mundial de roubalheira do PT Um total de 489 milhões de reais

Antonio Palocci, em seu anexo 21, delatou o esquema de propinas de Lula em Cuba, Venezuela e Angola.
Diz a Veja:
“Lula fazia acertos com as autoridades estrangeiras e mandava a conta para o BNDES. Em troca de juros camaradas do banco e do acesso aos mercados de fora, as empreiteiras superfaturavam o trabalho para poder irrigar o caixa petista com pagamento de propinas (…).
Somente nesse pacote de contratos no exterior firmados entre 2010 e 2014, as empreiteiras brasileiras faturaram mais de 10 bilhões de reais e pagaram propinas ao PT no valor total de 489 milhões de reais.”
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“Temos que isolar o bolsonarismo”, diz Marta Suplicy

Crédito: Arquivo ISTOÉ
A ex-ministra e ex-prefeita Marta Suplicy (sem partido) vive um momento particular de revisionismo. Sem arrependimentos, como no apoio dado ao impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, por exemplo, ela admite que a passagem pelo MDB não foi digerida por seus eleitores e teve papel determinante em sua derrota na disputa pela Prefeitura de São Paulo em 2016.
Nessa nova fase, Marta também busca se reconectar com a esquerda e retomou a militância feminista. Pouco mais de um ano depois de deixar o MDB e anunciar que não disputaria mais cargos eletivos, a ex-prefeita tem suavizado as críticas mais ácidas ao PT e passou a defender a bandeira do “Lula Livre”.
Marta recebeu o jornal O Estado de S. Paulo na quarta-feira passada em seu apartamento na capital paulista – um espaçoso imóvel com vista panorâmica para a cidade, no elegante bairro dos Jardins. Ela reviu posições, fez autocríticas e elaborou cenários para as eleições de 2020 e 2022. Num movimento para voltar à arena política, Marta se divide agora em duas frentes.
A primeira é a luta contra o movimento para flexibilizar as cotas eleitorais para mulheres nos partidos. Em visita a Câmara na semana passada, fez um preleção sobre a história do feminismo para convencer as deputadas a aderirem à causa. Em um retorno às origens de sua militância nos tempos do programa TV Mulher, lembrou que as mulheres só puderam votar a partir de 1932, e ainda assim apenas as casadas ou viúvas com patrimônio. E se indispôs com a deputada Renata Abreu, presidente do Podemos e autora do projeto.
“Eu primeiro a parabenizei por ter criado um partido, mas disse que ela tinha um comportamento de cacique, o que eu entendo. Quando a pessoa é um cacique de um partido ela vive um poder, e o poder geralmente é exercido por candidatos masculinos, que são mais fáceis de eleger”, afirmou Marta. “Sou feminista como eu respiro. Está introjetado desde a infância sendo de uma família com 3 meninas e 1 menino”, concluiu.
A segunda trincheira, segundo ela, é a articulação de uma frente de centro-esquerda para combater o “bolsonarismo” na disputa pela Prefeitura da capital em 2020, o que seria um laboratório para construir um movimento similar na eleição presidencial de 2022.
A participação dela no começo do mês no lançamento do movimento Direitos Já, que reuniu quadros de 16 partidos em oposição a Jair Bolsonaro, simbolizou o caminho político que ela pretende trilhar nesta fase. Na ocasião, Marta reencontrou no TUCA, o histórico teatro da PUC-SP, antigos companheiros de militância petista, onde esteve por 33 anos.
“Temos que fazer uma frente e é a ela que estou me dedicando. Não estou em nenhum partido e não sou candidata a nada. Mas quero colaborar para que a gente possa fazer uma frente ampla como já tivemos no Brasil quando Carlos Lacerda se juntou a João Goulart e Juscelino. A primeira etapa é a eleição para a prefeitura de São Paulo. Temos que isolar o bolsonarismo. Será um aperitivo para 2022.”
Marta vem deixando em aberto uma janela para uma reconciliação com o passado e não descartou apoiar um candidato petista. “É muito importante ter o PT nesse movimento. Tenho conversado com a Gleisi (Hoffmann, presidente do PT) da importância de estarmos juntos.”
A ex-petista afirma que “a bandeira do ‘Lula Livre’ divide”, mas avalia que ela é “imperiosa para o PT”. “O PT tem o seu maior símbolo preso. Ele não devia estar na cadeia. Lula é um preso político.”
Sobre as escolhas do passado, Marta disse que não se arrepende de ter apoiado o impeachment de Dilma Rousseff, de quem foi aliada e amiga, mas calcula que a ida para o MDB foi decisiva para sua derrota na eleição de 2016. “Você não fica 33 anos no PT e acha que em um ano as pessoas vão deglutir a mudança de partido. Fiquei sem identidade naquele momento.”
O perfil do candidato que poderia liderar essa frente ampla em 2022, segundo Marta, não seria de um outsider. “Mas acho Luciano Huck um nome muito interessante. Ele tem se esforçado numa aprendizagem da política de forma muito focada. Não vejo como uma candidatura que cai do céu, como o (João) Doria (governador de SP), que não sabia patavina da cidade”, afirma a ex-ministra, que diz que há algum tempo saiu “dessa história de esquerda e direita”. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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Indignados, eleitores acusam STF de ser “gabinete do crime” Suprema Corte deu duro golpe na Operação Lava Jato

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Um dia após impor derrota à Lava Jato ao aprovar uma tese que pode anular sentenças decorrentes da operação, o Supremo Tribunal Federal e seus ministros foram alvo de novas manifestações nas redes sociais. Desta vez, internautas acusaram a Corte de ser um “gabinete do crime”.
A repercussão negativa da decisão desta quinta-feira (26) foi tão grande que o assunto ficou entre os mais comentados no Twitter.
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Veja o que foi dito nas redes.
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NÃO ADIANTA DESPERTAR E PERMITIR QUE PERMANEÇAM A MESMA CORJA PODRE, CORRUPTA, COVARDE, PROMÍSCUA ENCABEÇANDO AS INSTITUIÇÕES.

A imagem pode conter: texto


NÃO ADIANTA DESPERTAR E PERMITIR 

QUE PERMANEÇAM A MESMA CORJA 

PODRE, CORRUPTA, COVARDE, 

PROMÍSCUA ENCABEÇANDO AS 

INSTITUIÇÕES.

- Em 1964 estava do mesmo jeito, pois a 

mesma ESQUERDALHA PODRE, COM 


APOIO DE CORRUPTOS E OUTROS 

IDIOTAS, já tentava destruir o país. O povo 


se uniu e ACABOU COM A FARRA. Cortou 

as asinhas deles.

- Arte melhorada, antes publicada pelo 

amigo: Bruno Vannucci Wardil — com Bruno 


Vannucci Wardil.
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PF faz operação em endereço de Janot após declaração sobre matar Gilmar Ação de busca e apreensão em casa de ex-procurador-geral da República foi determinada pelo Supremo

Gilmar Mendes e Rodrigo Janot, no Supremo, em 2017
BRASÍLIA:O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), ordenou uma ação de busca e apreensão pela Polícia Federal em endereços ligados a Rodrigo Janot, ex-procurador-geral da República, em Brasília. 
Agentes da PF cumprem nesta sexta-feira (27) a decisão do Supremo em um apartamento e em um escritório ligados a Janot. A decisão de Moraes ocorre no âmbito do inquérito que investiga ameaças a integrantes do STF. A polícia apreendeu uma arma, um tablet e um celular. O ex-PGR não quis prestar depoimento.


Além da determinação de apreensão de materiais relacionados aos fatos, Moraes ordenou que Janot fosse ouvido, "salvo se houvesse recusa"
Rodrigo Janot entrega pistola durante operação de busca e apreensão da PF; o ex-procurador recebia jornalista do site Jota quando policiais federais chegaram a sua casa
Janot entrega pistola durante operação de busca e apreensão da PF; o ex-procurador recebia jornalista do site Jota quando policiais federais chegaram à sua casa - Felipe Recondo/Jota

potencial-facinora-e-pede-mudanca-na-escolha-do-pgr.shtml) e defendeu mudanças no sistema de escolha de ocupantes do cargo. Ele atribuiu ao ex-procurador-geral um “grave problema psiquiátrico” e sustentou que isso atinge todas as medidas que apresentou e foram deferidas pela corte. Na quinta (26), Janot afirmou à Folha e a outros veículos de comunicação que chegou a ir armado ao tribunal para matar Mendes, em 2017. Entre as providências estudadas pelo STF estão a retirada do porte de arma de Janot e a proibição de que ele visite a Corte. O ex-procurador narra o episódio num livro de memórias que está lançando neste mês, sem nomear Gilmar. Ele confirmou a identidade de seu alvo ao ser questionado pela Folha em entrevista nesta quinta. "Tenho uma dificuldade enorme de pronunciar o nome desta pessoa", disse. Em maio de 2017, como procurador-geral, Janot pediu a suspeição de Gilmar (em casos relacionados ao empresário Eike Batista, que se tornara alvo da Lava Jato e era defendido pelo escritório de advocacia do qual a mulher do ministro, Guiomar Feitosa Mendes, é sócia.

Segundo Janot, o ministro do STF reagiu na época lançando suspeitas sobre a atuação de sua filha, Letícia Ladeira Monteiro de Barros, que é advogada e representara a empreiteira OAS no Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica). "Num dos momentos de dor aguda, de ira cega, botei uma pistola carregada na cintura e por muito pouco não descarreguei na cabeça de uma autoridade de língua ferina que, em meio àquela algaravia orquestrada pelos investigados, resolvera fazer graça com minha filha", diz Janot no livro. "Só não houve o gesto extremo porque, no instante decisivo, a mão invisível do bom senso tocou meu ombro e disse: não." Na entrevista à Folha, ele disse que seu plano era matar Gilmar antes do início da sessão no STF. "Na antessala, onde eu o encontraria antes da sessão", afirmou. O ex-procurador disse que não entrou no plenário do tribunal armado. Em entrevistas à revista Veja e ao jornal O Estado de S. Paulo, Janot acrescentou que pretendia se suicidar depois de matar Gilmar.
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“STF PODERÁ SER DESTITUÍDO POR CRIMES CONTRA CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA”.

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O Supremo Tribunal Federal é composto por onze Ministros, brasileiros natos (art. 12, § 3º, IV, da CF/88), nomeados pelo Presidente da República, após aprovação da escolha pela maioria absoluta do Senado Federal (art. 52, III, da CF/88). Sua função institucional fundamental é de servir como guardião da Constituição Federal de 1988, e importante ressaltar que a corte escolhida por uma autoridade que ocupa o cargo de chefe do país, pela forma da lei, não seria irregular a escolha de cada ministro, porem a forma como são escolhidos fica sob suspeita, pois o presidente da republica tem aliados no senado federal os quais dão seu voto para aprovação dos ministros, fica bem claro que a votação também é um negocio fechado pelo presidente e os parlamentares, os quais sabem que a suprema corte julga os crimes cometidos pelas esferas representativas dos três poderes, pois pelo voto de cada senador, os ministros ficam sob suspeita de vínculos políticos e estariam impedidos de jugarem os réus por seus crimes, atualmente o muitos crimes cometidos por parlamentares passam muitos anos sem o julgamento e entram na prescrição, e outros processos são negociados diretamente com os ministros do supremo, pois os mesmos só podem ser julgados impitimados pelo senado federal, juízes conhecidos por ministros da impunidade, cometem crimes contra a honra dos brasileiros, dando impunidade a políticos que praticam corrupção, aprovam leis que são ilegais ao erário publico, modificam leis que punem severamente corruptos, atendem decisões de partidos os quais são ligados, tanto pela indicação quanto suas negociações, negam provimentos de leis que dão suporte a sociedade brasileira, interferem em outros juízos que estão na competência de suas instancias, procrastinam processos judiciais de interesses políticos para que os mesmo percam sua validade jurídica, ferindo os artigos da constituição brasileira, todos os ministros representam o interesse de partidos políticos, fazendo tudo que é para ser feito, para salvar conforme a solicitação de seus indicadores, cada um foi chamado para cumprir o que é de interesse dos políticos, não foram escolhidos pelo povo brasileiro, não representam a classe da sociedade, mais interferem na vida dos brasileiros sem dar o direito de cada um opinar pelo apoio popular de decisão. abaixo em descrição a origem de cada ministro:
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Presidente do Banco do Brasil indicado por Bolsonaro escancara como governos petistas destruíram o

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Presidente do Banco do Brasil indicado por Bolsonaro escancara como governos petistas destruíram o Brasil Rubem Novaes, presidente do Banco do Brasil indicado por Paulo Guedes, ministro da Economia do Governo Bolsonaro, demonstrou sua confiança nas habilidades do ministério de Bolsonaro para ressuscitar o país economicamente e aventou como governos anteriores dilapidaram as contas públicas. "Nós conseguiremos soerguer esse país. Alguns governos que nos precederam foram uma verdadeira desgraça para o país. Roubaram o cidadão, desorganizaram as contas públicas, tiraram a esperança da nossa juventude e de muitos empresários que só pensavam em deixar o país", relatou. "Nós, certamente, ao final já deste ano, estaremos recuperando a capacidade do brasileiro de confiar plenamente no seu futuro. Um futuro de progresso, com paz, ordem e segurança!", afiançou Novaes. Inscreva-se em nosso canal para acompanhar todas as transmissões de Jair Bolsonaro, assim como os melhores vídeos sobre temas políticos: http://bit.ly/FolhaPoliticaYoutube Acesse nosso site para mais informações: http://www.folhapolitica.org



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Barroso vai pra cima da OAB e do Congresso que se irritaram com a PF "Só faço o que é certo, justo e legítimo" busca em Ga. de Senador

 Barroso vai pra cima da OAB e do Congresso que se irritaram com a PF "Só faço o que é certo, justo e legítimo" busca em Ga. de Senador

Em nota divulgada há pouco, Luís Roberto Barroso
respondeu às críticas sobre a busca e apreensão que
determinou no gabinete de Fernando Bezerra Coelho.
Afirmou que a decisão foi “puramente técnica e
republicana” e “não envolveu qualquer prejulgamento”
“Só faço o que é certo, justo e legítimo. A providência de busca e apreensão é padrão em casos de investigação por corrupção e lavagem de dinheiro. Fora de padrão seria determiná-la em relação aos investigados secundários e evitá-la em relação aos principais.” Segundo O Antagonista+, Renan Ramalho comenta a reação da OAB e do Congresso à decisão de Luís Roberto Barroso que determinou busca e apreensão no gabinete de Fernando Bezerra Coelho

1. A decisão executada na data de hoje, inclusive nas dependências do Senado Federal e da Câmara dos Deputados, foi puramente técnica e republicana, baseada em relevante quantidade de indícios da prática de delitos. Ainda assim, não envolveu qualquer prejulgamento. Só faço o que é certo, justo e legítimo. 2. A providência de busca e apreensão é padrão em casos de investigação por corrupção e lavagem de dinheiro. Fora de padrão seria determiná-la em relação aos investigados secundários e evitá-la em relação aos principais. 3. A pedido do próprio Senado Federal e da Câmara dos Deputados, o Supremo Tribunal Federal já decidiu que somente ele pode determinar a busca e apreensão nas Casas Legislativas, no curso de investigação relacionada a parlamentares. A decisão segue rigorosamente os precedentes do Tribunal. 4. No caso concreto, na fase em que se encontram as investigações, os indícios se estendem a períodos em que Senador da República e Deputado Federal exerciam essas funções parlamentares. Em princípio, portanto, está caracterizada a competência do Supremo Tribunal Federal. E mesmo que se venha a declinar da competência mais adiante, a providência hoje executada só poderia ser ordenada por este Tribunal. 5. A investigação de fatos criminosos pela Polícia Federal e a supervisão de inquéritos policiais pelo Supremo Tribunal Federal não constituem quebra ao princípio da separação de Poderes, mas puro cumprimento da Constituição.

FONTE:https://www.jornal21brasil.com.br/
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Apoio a fechar Congresso e STF avança entre a direita, mostra pesquisa.

Os presidentes do STF, ministro Dias Toffoli, e do Congresso, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), se cumprimentam - Pedro Ladeira - 4.fev.2019/Folhapress
Os presidentes do STF, ministro Dias Toffoli, e do Congresso, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), se cumprimentam Imagem: Pedro Ladeira - 4.fev.2019/Folhapress O apoio ao fechamento do Congresso Nacional e à dissolução do STF (Supremo Tribunal Federal) pelo presidente da República em caso de "dificuldades" no país avançou entre a parcela da população que declara ser de direita, segundo mostra a pesquisa de opinião Barômetro das Américas (Lapop). Estas medidas são ilegais, podem levar o presidente a perder o cargo e, segundo o mesmo estudo, não são apoiadas pela maioria da população como um todo. Coordenado pela universidade americana Vanderbilt, o levantamento foi realizado em toda a América. A etapa brasileira foi realizada em parceria com o Cepesp/FGV (Centro de Economia e Política do Setor Público da Fundação Getulio Vargas) ao longo de janeiro e fevereiro, com 1.498 entrevistados em 107 cidades das cinco regiões. A margem de erro é de 2,5 pontos. Os resultados foram divulgados na semana passada. Pela primeira vez desde 2012, segundo o Lapop, a direita é o maior grupo político na população brasileira: 39%, o maior patamar da série histórica iniciada em 2006. A esquerda ficou com 28%, caindo de 39% em 2017. Eleitores de centro ou que não responderam somaram 33%. Bernardo Barbosa D

O apoio à dissolução do Supremo pelo presidente "quando o país está enfrentando dificuldades" foi a medida ilegal cujo apoio mais avançou, ao longo do tempo, entre os eleitores de direita. Em 2008, primeiro ano da série histórica para este assunto, a proporção de eleitores de esquerda que apoiava a ação era de 19%, maior do que o apoio entre a direita (15%) e os eleitores de centro ou que não responderam (13%). Agora, 52% dos eleitores de direita concordaram com a dissolução do STF com o país em "dificuldades". O apoio à medida também subiu entre a esquerda (35%) e os de centro e que não se posicionaram politicamente (25%).

Pessoas que acham justificável que o presidente dissolva o STF quando o país está em dificuldades (em %)


A maioria da população é contra dissolver o Supremo (62%) --mas o patamar de apoio é o maior da história da pesquisa (38%, contra 14% em 2008). Também cresceu entre a direita o apoio ao fechamento do Congresso pelo presidente "quando o país está enfrentando dificuldades". Em 2006, primeiro ano da série histórica para este tema, 17% dos direitistas concordavam com a afirmação. Agora, são 30%.

 Pessoas que acham justificável que o presidente feche o Congresso quando o país está em dificuldades (em %)


Esta evolução vai na contramão do que ocorreu nos outros dois grupos. O apoio ao fechamento do Congresso na esquerda caiu de 22% para 17% e, entre os de centro ou que não responderam, foi de 20% para 17%. Mesmo assim, a maioria dos brasileiros continua sendo contra fechar o Congresso: eram 81% em 2006 e são 78% hoje. Fechar Congresso e STF é crime Um presidente que tentar fechar o Congresso ou o STF pode perder o cargo e responder na Justiça comum por isso, segundo as leis brasileiras. De acordo com a Constituição, entre os crimes de responsabilidade do presidente estão atentar contra o "livre exercício" dos Poderes Legislativo e Judiciário. A lei específica sobre estes delitos lista, entre eles, "tentar dissolver o Congresso Nacional" e "opor-se diretamente e por fatos ao livre exercício do Poder Judiciário". O professor George Avelino, coordenador do Cepesp/FGV, diz que ainda não é possível entender por que mais gente apoia tais ações, assim como os motivos pelos quais a dissolução do STF pelo presidente tem mais respaldo que o fechamento do Congresso. Ele destaca, no entanto, que a direita está se distanciando no apoio a estas medidas.


A ideologia está voltando a ser importante, a direita está se desgarrando em relação aos outros grupos. Vinha todo mundo mais ou menos com as mesmas opiniões, até que agora desgarrou

Para ele, os dados são "preocupantes", principalmente no caso do STF, já que "o apoio [à dissolução] subiu nos três grupos" (esquerda, centro e direita). Por outro lado, Avelino lembra que o papel do Supremo em uma democracia é o de defender a minoria contra a maioria, "o que torna o STF potencialmente não muito popular". Bolsonarismo tem discurso dúbio, diz historiador O historiador Murilo Cleto, que pesquisa bolsonarismo e a nova direita na UEPG (Universidade Estadual de Ponta Grossa), observa que a evolução do apoio à dissolução do STF pelo presidente "é muito mais aguda" que a do fechamento do Congresso e entra em pauta durante as turbulências políticas enfrentadas pelo país nos últimos anos. "Foi nas mobilizações pró-impeachment que começaram a circular com mais ênfase essas manifestações anti-STF", diz, lembrando protestos contra os ministros Teori Zavascki (1948-2017) e Ricardo Lewandowski. Ainda segundo Cleto, o avanço do apoio a essas pautas pode ser relacionado à ascensão do presidente Jair Bolsonaro (PSL).


Enquanto o centro dominou a política brasileira, seja ele centro-direita ou centro-esquerda, a gente nunca tinha ouvido falar de forma tão clara da possibilidade de fechar essas instituições, como a gente tem ouvido por parte de lideranças bolsonaristas, que assumiram um papel ambíguo em relação a isso

Para o historiador, o bolsonarismo tem desempenhado um papel simbólico "de tornar esses discursos admissíveis". "Aí que reside o perigo", afirma. Em maio, Bolsonaro endossou as manifestações que criticaram, em todo o Brasil, o Congresso e o Supremo, mas afirmou também que quem pedia o fechamento dessas instituições estaria "na manifestação errada". Durante a convocação dos protestos, militantes levantaram tais pautas, rechaçadas por organizadores dos atos de rua. No ano passado, causou polêmica a divulgação de um vídeo do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) dizendo que, para fechar o STF, bastaria "um soldado e um cabo". Eduardo disse que nunca defendeu o fechamento do Supremo e que apenas respondeu "a uma hipótese esdrúxula, onde Jair Bolsonaro teria sua candidatura impugnada pelo STF sem qualquer fundamento". Presidente "polariza" Avelino, do Cepesp/FGV, diz que a atitude de Bolsonaro e aliados pode ter influenciado no maior apoio da direita a esse tipo de pauta, mas que ainda não foi possível medir isso. "Teríamos que fazer mais pesquisas."

O professor lembra, no entanto, que na mesma pesquisa do Lapop foi feito um teste para verificar como a posição de Bolsonaro em um determinado assunto pode influir na opinião das pessoas. Os entrevistados foram perguntados se concordavam ou não com a proposta de privatizar a Petrobras --no ano passado, durante a campanha eleitoral, Bolsonaro admitiu a possibilidade de privatizar a estatal. Sem a informação sobre a posição de Bolsonaro, o apoio à privatização entre os entrevistados que consideram o governo ótimo ou bom era de 45%. Já entre os que avaliam a administração como ruim ou péssima, o respaldo era de 33%. Ou seja, uma diferença de 12 pontos percentuais. Após saber da posição de Bolsonaro, o apoio no primeiro grupo foi para 57% e caiu para 23% no segundo. A diferença entre os grupos aumentou para 34 pontos percentuais. "Quando fala que o Bolsonaro apoia, polariza. Tem gente que apoia o governo e que passa a apoiar mais. Quem achava o governo ruim passa a apoiar menos. Uma vez que você adiciona a informação, polarizou mais as opiniões", diz Avelino. 

FONTE>>.https://noticias.uol.com.br/
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De onde vem todo o ódio do Gilmar Mendes por toda Força Tarefa Lava Jato??? Será que é Loucura ou é MEDO mesmo???

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De onde vem todo o ódio do Gilmar Mendes por toda Força Tarefa Lava Jato??? Será que é Loucura ou é MEDO mesmo???

Gilmar Mendes age como um descontrolado, chama os procuradores da Lava Jato de cretinos, diz que a Operação mais importante do Brasil é uma Organização Criminosa, e chega no plenário diante de todos e sem o menor melindre tenta espalhar seu ódio, desejando que seu veneno atinja a pou
ca sanidade que sobrou entre os ministros do STF, dizendo:

“Chamam-nos de vagabundos, falam mal do ministro Fachin, ultrapassam todos os limites, mentindo e nós temos que honrar a Lava Jato?! Precisamos honrar as calças que vestimos!" (Gilmar Mendes)

Mais uma vez esse poço de maldades, de injustiças, esse cúmplice de bandidos, mostrou que o que está em jogo em suas decisões não é o que está supostamente descrito em lei, e sim um desejo pessoal de distruir tudo que foi conquistado pela Lava Jato.

Gilmar Mendes é um câncer, é um tumor podre, muito difícil de ser eliminado, mas não IMPOSSÍVEL.

Carolina Vignolo Chagas Sette

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1375862315903060&set=a.121569501332354&type=3&theater


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BOLSONARO ‘AVISOU’: MÉDICA CUBANA ADMITE QUE TINHA FUNÇÃO POLÍTICA NO BRASIL

Médісоѕ еѕtá rеvеlаndо еѕtrаtégіаѕ mantidas em ѕеgrеdо por muіtоѕ аnоѕ.
Ramona Rodríguez, a рrіmеіrа profissional dе saúde сubаnа a deixar o Mais Médісоѕ, fоі еntrеvіѕtаdа реlа rеvіѕtа “Cruѕоé“.
Ela dіѕѕе ԛuе rесеbеu оrdеnѕ dа ditadura dе Cubа para falar bеm dа еx-рrеѕіdеntе Dіlmа Rоuѕѕеff. A médica сubаnа declarou:
A gеntе tinha dе falar bеm dа Dіlmа. Para оѕ расіеntеѕ, dіzíаmоѕ que fоі o gоvеrnо dеlа ԛuе nos mаndоu para o Brаѕіl. Fаlávаmоѕ ԛuе Dіlmа era bоа роrԛuе аjudаvа o povo, роrԛuе ѕе рrеосuраvа com a saúde dos mаіѕ nесеѕѕіtаdоѕ. Eѕtávаmоѕ іnсulсаndо umа іdеіа nа рорulаçãо.
E асrеѕсеntоu:
Nо саѕо dе hаvеr uma оutrа eleição, tínhamos de fаzеr соm ԛuе оѕ brаѕіlеіrоѕ vоtаѕѕеm pela mеѕmа presidente. Nóѕ tínhаmоѕ umа funçãо роlítіса.
Rаmоnа tаmbém é uma dаѕ médісаѕ que está рrосеѕѕаndо a оrgаnіzаçãо Opas por tеr luсrаdо com trаbаlhо еѕсrаvо no Brаѕіl.


Fоntе: Rеnоvа Mіdіа
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STF quer conceder pensão para amante: uma afronta à família Cinco ministros já votaram para conceder pensão para amante homossexual.

Que o Supremo Tribunal Federal (STF) está a léguas de distância dos valores morais que norteiam a sociedade, isso todos sabemos. Mas essa ultrapassa os limites da sanidade: querem conceder pensão para amante. Isso mesmo!
Falta apenas um voto para que a Corte reconheça que amantes tem o direito – ou sei lá como isso se chame – de dividirem a pensão por morte com o cônjuge da pessoa falecida. E não me surpreendo se decidirem dividir também os bens.
No julgamento, 5 dos onze ministros votaram por conceder a um homem o direito de ratear o benefício com uma viúva. Eu sei, eu sei, quase dei um nó na mente para tentar entender a lógica – que na verdade não há. O cara mantinha uma relação homossexual com uma pessoa casada com uma mulher, agora quer parte da pensão dela.
Quem é a vítima? A mulher que foi enganada, mantendo um casamento com uma pessoa que “pulava a cerca” para se encontrar com outro macho, ou do homossexual que sabendo do casamento manteve a relação e agora quer o dinheiro do falecido? É o fim da picada!
Votaram pela divisão da pensão os ministros Edson Fachin, Luís Roberto Barroso, Rosa Weber, Cármen Lúcia e Marco Aurélio. Contra, Alexandre de Moraes, Ricardo Lewandowski e Gilmar Mendes.
O julgamento foi interrompido pelo presidente do Supremo, Dias Toffoli, que pediu vista. Além dele, ainda faltou os votos de Luiz Fux e Celso de Mello. Mas a maioria está formada e o imbróglio anunciado.
Precisamos lembrar que um dos ministros, Edson Fachin, é um dos fundadores do Instituto Brasileiro de Direito de Família (IBDFAM), que já defendeu que todas as relações possam ser reconhecidas como entidades familiares, inclusive as relações extraconjugais.
Ou seja, o dito cujo acredita que amante pertence à família, mesmo que seja o que geralmente destrói a mesma. Vejam só! Que confusão danada isso poderá causar. Estamos diante do maior ataque aos valores da família.
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LEI DE ABUSO DE AUTORIDADE: O FIM DO BRASIL E A FESTA DO CRIME

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Para quem não percebeu, ontem, 24 de setembro de 2019, foi declarado o fim do Brasil, com o Congresso Nacional derrubando 18 dos vetos presidenciais à lei de abuso de autoridade.

Quem é honesto e pode, que se mude, porque o sistema conseguiu uma forma de blindar não só a si, mas a toda organização criminosa e até ao ladrão pé de chinelo.

Tomarei como exemplo um único dispositivo dessa lei de abuso de autoridade, melhor chamada como “Estatuto da Impunidade, o artigo nono.

Será condenado à pena de um a quatro anos de prisão o juiz que:

1. mandar prender alguém “em manifesta desconformidade às hipóteses legais”;

2. não colocar em liberdade alguém quando a prisão for “manifestamente ilegal”;

3. não substituir por medida cautelar ou liberdade provisória quando “manifestamente cabível”;

4. não deferir ordem de habeas corpus quando “manifestamente cabível”.
Ora, a lei brasileira prevê pelo menos doze tipos de recursos criminais diferentes, com três instâncias recursais depois do juiz de primeiro grau: o tribunal, o Superior Tribunal de Justiça e o Supremo Tribunal Federal (STF).
Para alguns, o atual Ministro da Justiça, Sérgio Moro, é um manifesto herói, para outros, um manifesto criminoso e deveria estar preso. O mesmo acontece com Luís Inácio Lula da Silva, que alguns defendem que manifestamente é um perseguido político.

Em inúmeros casos o STF diverge quanto à aplicação da lei entre seus ministros. Um entendimento que era comum no Judiciário, logo muda.  

A lei penal não pode deixar espaço aberto para questionamentos quanto ao que é ou deixa de ser. Não há dúvidas, por exemplo, sobre o que é matar, roubar e estuprar.

Mas o que é mandar prender alguém quando “manifestamente” não deveria? O que é deixar de dar liberdade a alguém que “manifestamente” deveria estar solto?

Há casos de indivíduos presos em flagrante com quase meia tonelada de drogas ou portando metralhadora que são soltos na audiência de custódia. Há casos de políticos que foram pegos em atos gravíssimos de corrupção e subversão do sistema que foram presos e soltos em seguida. Deveriam ser manifestamente liberados? Se em vez de soltar, o juiz os prendesse e depois viesse ordem do STF, por exemplo, mandando soltá-los, certamente o magistrado responderia por abuso de autoridade segundo a nova lei.

E, vamos deixar bem claro, a “lei de abuso de autoridade” só pune quem prende, e não quem libera. Aliás, como sempre, também quem pede no Brasil não será responsável por nada. Será punido só quem aplica a lei, não quem eventualmente possa tentar burlá-la.

A liberdade de decisão do juiz é da própria natureza do Judiciário. Somente tiranos, como Napoleão, Stálin, Hitler, e, mais recentemente, Hugo Chavez, Maduro e Fidel, pretendiam ter juízes meros repetidores da lei, proibidos de interpretar. É a interpretação jurídica que renova diariamente a lei e a compatibiliza com a sociedade.
A perseguição aos juízes não surge agora, remontando há séculos. Caso emblemático no Brasil foi o do magistrado Alcides de Mendonça Lima, que, em 1896, ao declarar inconstitucional abusiva lei sobre o tribunal do júri, foi perseguido e condenado por prevaricação ao exceder as funções próprias do cargo.
Seu defensor foi o grande Rui Barbosa, que apontou que “as opiniões dos juízes, quando errôneas, no uso dessa atribuição, têm a sua emenda, não na responsabilidade penal dos magistrados, mas na reforma das sentenças” (BARBOSA. p. 233).
É evidente isso! Da decisão do juiz cabe recurso. É assim em qualquer lugar do globo, menos no Brasil.
Aliás, como a maldade se repete, há mais de um século também o texto refutado por Rui Barbosa trazia a criminosa expressão “manifestamente”, de forma que suas palavras são bem atuais: 
“Aí está onde naufraga a ingenuidade dos que supõem ter, por esse manifestamente, delimitado com a precisão de uma raia inequívoca a linha entre o exercício correto e o exercício incorreto do poder confiado aos juizes, para joeirarem a constitucionalidade e a inconstitucionalidade na crítica das leis. O que é manifesto a um espírito, pode ser duvidoso ao critério de outros, ainda figurando que estes e aqueles ocupem nível superior, emparelhando, ao mesmo tempo, no talento e no desinteresse. Não se descobriu, até hoje, a pedra de toque, para discernir com certeza absoluta o oiro falso do verdadeiro na interpretação dos textos” (BARBOSA, p. 235). 
A qualquer um de inteligência mediana é permitido ver que a expressão “manifestamente” é subjetiva e oportuniza várias interpretações e, claro, perseguições. 
Tipos penais abertos dão espaço para toda espécie de arbitrariedade e insegurança social, pois até mesmo “os magistrados mais retos podem conscienciosamente divergir quanto ao alcance de uma frase, de uma fórmula, de um enunciado, ligando-lhe pensamentos diversos, ou limitando-lhe extensões desiguais” (BARBOSA, p. 235). 
Para concluir seu raciocínio, o Águia de Haia firma-se em jurisprudência inglesa que diz:
“Não cabe ação contra o juiz por  atos praticados ou opiniões exprimidas, na sua capacidade judiciária, em um tribunal de justiça. Esta doutrina tem-se aplicado a todos os tribunais. É essencial, em todos os tribunais, que os juízes, instituídos para administrar justiça, possam exercê-la sob a proteção da lei, independente e livremente, sem contemplação, nem temor. Não é em proteção e benefício dos juízes dolosos e corrompidos que se  estabeleceu esta norma jurídica: é em proveito do público, interessado em que os juízes se sintam em liberdade de exercer as suas funções com desassombro e sem receio de conseqüências. Como poderia um juiz desempenhar-se assim do seu cargo, vendo-se cada dia e a cada hora sob a ameaça de processos, em resultado das suas sentenças?” Scoff v. Stanfield, L. R. 3 Exch. 223. ANSON: The law and custom of the Constitution (1892). v. II. p. 454.  (BARBOSA. p. 280/281).
Voltando ainda na história, lembremos do Tribunal Popular , instituído por Vladimir Lenin em 1918, na União Soviética, que aboliu o sistema de justiça criminal anterior para aplicar a “justiça revolucionária”.
Os juízes soviéticos não podiam ser imparciais, nem eram independentes, uma vez que eram obrigados a seguir as orientações do Partido (ZIMMERMAN, 2010. p. 391).
O primeiro Código Penal soviético, de 1º de junho de 1922, trazia previsões abertas, como, em seu artigo 58, ao considerar contrarrevolucionária toda atividade que constituísse participação na burguesia internacional, com punição de três anos de reclusão até o banimento perpétuo. Em razão de seu tipo amplo e sem limites, incontáveis inocentes foram condenados por esse “crime”, dentre eles os que tiveram a ousadia de criar um comitê para lutar contra a fome severa de 1921/1922 (ZIMMERMAN, 2010. p. 394).
Outro regime totalitário foi o nazismo, durante o qual leis infraconstitucionais ignoravam a proibição constitucional da punição arbitrária, revogada em 1935, banindo a necessidade de lei prévia para caracterização de crime e admitindo que alguém fosse penalizado por atos ofensivos ao “sentimento do povo” mesmo que nenhuma lei tenha sido de fato violada (HOEFER, 1945, p. 386).
Somente poderia ser juiz quem fosse membro do partido nazista. O advento da Lei de Serviço Civil, de 1937, passou a exigir também um juramento de lealdade a Hitler e a possibilidade de remover os magistrados por motivos políticos.
“Participar de atividade burguesa internacional”, “ato ofensivo ao sentimento do povo” e “manifesta desconformidade às hipóteses legais”. Qual a diferença?
Assim, vê-se que tipos penais abstratos e a perseguição aos juízes é medida típica de regimes totalitários ou ditatoriais, interessados em controlar quem interpreta a lei.
Ora,  porque não podemos depender da boa vontade de quem titulariza o cargo é que existem leis gerais e abstratas a serem interpretadas por magistrados titularizados conforme o ordenamento jurídico. É da essência do trabalho do juiz interpretar a lei, e ele não pode ser criminalizado por isso.
A base do Judiciário como poder encontra-se na liberdade de decisão do juiz, que só poderá ser punido em caso de evidente dolo, para o que, inclusive, já existem tipos penais, como os de corrupção e prevaricação e a própria lei já existente de abuso de autoridade, não sendo inéditos casos de ex-juízes que perderam a aposentadoria e foram criminalmente condenados.
Alguém acredita que um criminoso aceitará a pena? Ninguém assume sua culpa. Procurará de todas as formas atacar o juiz, e as inúmeras representações contra o então juiz Sérgio Moro são um leve prenúncio do que será esse novo estado de coisas.
Se uma vara criminal mediana tem cerca de três mil processos, é até conservador imaginar que em pelo menos 10% disso, ou seja, em cerca de trezentos processos,  o juiz será denunciado por abuso de autoridade. Basta que o criminoso consiga reverter a ordem de prisão.
O juiz será réu em trezentos processos. Pode até ser absolvido, mas quem arcará com todo o desgaste, o tempo, a pressão psicológica? Para alguém honesto, um único processo já é um castigo, e os vagabundos (sim, é essa a expressão) sabem disso. Quem consegue julgar em paz e ser imparcial assim?

Não, não é exagero. Decisões de prisão mudam diariamente. Há pessoas poderosas política e/ou financeiramente que em horas conseguem fazer seu reclamo subir e obter uma reversão da decisão original.

Fato é que a Magistratura não pode sobreviver à falta de independência, pois isso culmina na ausência de imparcialidade, com prejuízo para toda a nação, que será conduzida ao caos. Daqui para frente não haverá decisão judicial que não será declarada criminosa por aquele que é atingido, conduzindo os juízes a responderem em inúmeros processos criminais, com a vitória da violência e da corrupção.

A sociedade brasileira, por seu Congresso Nacional, decidiu o tipo de juiz que ela quer: o juiz acovardado, doente, sobrecarregado de trabalho e incapaz de aplicar a lei. Um espantalho de sua função, servindo para validar um sistema corroído, uma triste recordação daquilo que nunca permitiram que fôssemos.

Sim, aplicar a lei no Brasil virou crime. Mas apenas se for para exigir responsabilidade. Se for para deixar solta a criminalidade, tudo bem. A sociedade e a vítima que busquem seus direitos, mas em outro país.
A conclusão? É de que o crime venceu, e venceu dentro da “legalidade”. Agora a lei persegue e pune o juiz, o promotor de justiça e o policial. Em nenhum lugar do mundo é assim, mas no Brasil é.
Se esse quadro não se reverter, a verdade será uma só: os criminosos serão soltos. Todos eles. Os presídios se esvaziarão, nenhuma investigação criminal mais irá adiante, não haverá inquérito policial ou denúncia. Se houver, o juiz não poderá decretar prisão.
Não é exagero. Não é algo que “pode”acontecer, é algo que vai acontecer, porque a lei diz assim e ao juiz, se não quiser ser condenado e preso, cabe abaixar a cabeça e aplicá-la, pelo menos até que alguém defina as hipóteses de manifesto caso de liberdade e de prisão, um mistério a ser desvendado.
Eu sou um dos vários juízes que não dormiram essa noite, que já estão adoentados, cansados de lutar contra a maré levando pedrada. Eu também sou um dos brasileiros que tem consciência do que essa lei significa de verdade e tenho medo. 
O sistema se blindou, os bandidos e as organizações criminosas respiram aliviadas, pois no Brasil há lei, mas não há JUSTIÇA.

Anote a data, 24 de setembro de 2019. Pode ser que sobre alguém para marcar o dia da morte na tumba do nosso país.
Eduardo Perez Oliveira, é, por enquanto, juiz de Direito e primário, com bons antecedentes.
Publicado no Blog do Fred da Folha de São Paulo em 25.09.2019

BIBLIOGRAFIA:
BARBOSA, Rui. Obras completas de Rui Barbosa. Vol. XXIII. Tomo III. 1896. Posse de Direitos Pessoais. O Júri e a Independência da Magistratura; Ministério da Educação e Cultura; Fundação Casa de Rui Barbosa; Rio de Janeiro, 1976, p. 227-306.

HOEFER, Frederick Hoefer, e Nazi Penal System--I, 35 J. Crim. L. & Criminology 385 (1944-1945) 

ZIMMERMANN, Augusto. Marxist jurisprudence in the former soviet union: a critical appraisal. Revista Interdisciplinar de Direito, [S.l.], v. 7, n. 01, p. 383-397, dez. 2010. ISSN 2447-4290. Disponível em: <http://revistas.faa.edu.br/index.php/FDV/article/view/571>. Acesso em 26 de maio de 2019.
FONTE:https://www.mementomori.blog.br
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