Novembro 2019 ~ Esperança News

Enterro de Gugu termina com tumulto e furtos de celulares Polícia prendeu três suspeitos


Local do enterro do corpo de Gugu Foto: Reprodução
O fim do sepultamento do apresentador Gugu Liberato, em São Paulo, nesta sexta-feira (29), foi de tumulto e assaltos. A cerimônia, que chegou a reunir 2 mil pessoas no Cemitério Gethsêmani, no bairro do Morumbi, terminou, para muitos, na delegacia, onde foram registrados furtos.
Pelo menos seis pessoas se apresentaram a policiais relatando os furtos.
A Polícia Militar de São Paulo informou que prendeu três homens de nacionalidade estrangeira. Segundo os PMs, eles foram abordados após apresentarem atitude suspeita na multidão.
Ao todo, de sete a oito celulares foram apreendidos com os suspeitos. A Polícia informou que as vítimas terão que desbloquear os aparelhos para recuperá-los.
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Trata-se de petição eletrônica do site AVAAZ.ORG

G
Quase 25 mil capixabas assinam impeachment de Contarato
Grande parte do eleitorado do senador Fabiano Contarato (REDE) tem se manifestado nas redes sociais insatisfação com o mandatário. Na petição é qualificado como "mentiroso" porque na campanha se apresentou mais conservador e demonstrando aliamento com as propostas do presidente Jarir Bolsonaro (PSL).
Depois de eleito vem sendo um dos ferozes opositores ao governo do Bolsonaro, além de declarar seu amor pelo PT e com ideias esquerdistas radicais.
"O povo Capixaba arrependido de ter votado nesse mentiroso.
O povo capixaba, que colocou esse homem no senado, que apoia a Lava-jato, se sente envergonhado por ter votado nesse mentiroso, pois na sua campanha mostrava-se apoiador da Lava-jato e hoje faz de tudo pra derrubar anos e anos de investigação, e com isso invalidar todos os processos. Compartilhem e assinem esta petição e vamos mostrar pros corruptos quem manda, pois todo o poder emana do povo!!!"
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Barroso solta o verbo contra a perseguição à Lava Jato (Aguenta!)

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No seu voto, Luís Roberto Barroso criticou indiretamente a perseguição aos procuradores da Lava Jato, um dia depois de o CNMP ter advertido Deltan Dallagnol por ter criticado o STF. Ele disse: “Muita gente gostaria de transformar a reação indignada da sociedade brasileira no enfrentamento à corrupção. Muita gente tenta transformar esse processo histórico decisivo para perseguir gente proba e honesta.” E também:

“Sou contra vazamentos, sou contra manobras informais ardilosas, sou contra a perseguição de qualquer tipo, a qualquer pessoa, por qualquer motivo que seja e, portanto, sou a favor da punição rigorosa de quem quebra o sigilo fiscal e bancário fora das hipóteses permitidas, e também recomendo que as pessoas diminuam a sua euforia com provas obtidas criminosamente.” E ainda: “O país vem fazendo um esforço enorme para empurrar para a
margem da historia essa velha ordem em que era legítima a apropriação do estado e o desvio do dinheiro público. Somos uma sociedade que deixou de aceitar (a corrupção), há uma enorme demanda por integridade e as instituições precisam corresponder à demanda da sociedade.” Barroso não fala javanês. -Aguenta Gilmar! 
fonte:https://www.denunciapolitica.com.br/
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17 anos de cadeia: Desembargador aumenta pena de Lula no caso do sítio de Atibaia

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Petista queria anular a sentença e acabou se lascando …

Há poucos minutos, o desembargador João Pedro Gebran Neto, relator da Lava Jato no TRF-4 (segunda instância) manteve a condenação de Lula e, de lambuja, ainda aumentou a pena do ex-presidente para 17 anos, 1 mês e 10 dias de prisão.
Na sentença anterior (1ª instância), Lula havia sido condenado por corrupção e lavagem de dinheiro a 12 anos e 11 meses de prisão por pela juíza federal Gabriela Hardt.
Gebran declarou que a culpabilidade de Lula é “bastante elevada”.
“Pouco importa se a propriedade formal ou material do sítio é de Bittar ou Lula. Há fortes indicativos que a propriedade possa não ser de Bittar, mas fato é que Lula usava o imóvel com ‘animus rem sibi habendi’ (que significa uma intenção de ter a coisa como sua). Temos farta documentação de provas”, afirmou o desembargador.
Faltam ainda os votos dos outros dois integrantes da turma, desembargadores Leandro Paulsen e Carlos Eduardo Thompson Flores.
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O coordenador da força-tarefa da Lava Jato no Rio de Janeiro, Eduardo El Hage, disse que o Senado deveria servir como freio para os “abusos” do STF

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O coordenador da força-tarefa da Lava Jato no Rio de Janeiro, Eduardo El Hage, disse que o Senado deveria servir como freio para os “abusos” do STF (Supremo Tribunal Federal). O procurador classifica como excesso da Corte fatores como a decisão que redefiniu a ordem das alegações finais, a suspensão de investigação baseadas em relatórios da Unidade de Inteligência Financeira (antigo Coaf) e a mudança de entendimento sobre o cumprimento de pena após condenação em 2ª Instância. De acordo com o procurador, essa medidas contribuem para o enfraquecimento Lava Jato.
“A gente vê que o Senado, que deveria servir como freio e contrapeso, não tem atuado para conter certos atos do tribunal. Se 1 dos Poderes abusa de seus limites, os outros Poderes têm o dever de atuar e servir como contenção. Pouco se vê o Senado, mesmo nesses casos em que transbordam totalmente da competência do Supremo, fazer alguma coisa. [A CPI] É o instrumento que o Poder Legislativo possui. Tem que ter 1 fato concreto”, disse.
As declarações foram feitas em entrevista à Folha de São Paulo, publicada nesta 2ª feira (18.nov.2018).
Eis alguns trechos do que disse El Hage:
  • Interferência do Planalto – “[O Executivo] mexeu na configuração do Coaf. Ele sempre foi uma das principais armas de nossas investigações seguindo o modelo internacional. Houve também uma interferência na troca de superintendente da Polícia Federal no Rio de Janeiro, quando isso não é geralmente pauta de presidente da República”;
  • Sergio Moro – “Ele [Moro] acabou associando a imagem da operação com o governo Bolsonaro, que não tem nada a ver. Principalmente aqui no Rio, porque Moro nem sequer era juiz aqui. Não estou perto desse ambiente de Brasília. Mas esperava que ele [Moro] tivesse mais poder e força política para implementar as medidas que ele estava propondo”;
  • Vaza Jato – “Foi 1 ataque criminoso. Tem que se apurar quem financiou. É quase impossível garantir a autenticidade das mensagens. Além disso, tem se considerado as mensagens como a única forma de comunicação entre os procuradores, o que não é verdade”;
  • Lava Jato no Rio – “Nossa estrutura é pífia, apesar de termos feito a operação contra o ex-presidente [Michel] Temer, termos prendido 1 dos maiores doleiros do Brasil, Dario Messer, termos feitos os maiores acordos de colaboração premiada da história da operação. Temos 5 sistemas informatizados de doleiros que têm milhares de empresas offshores, milhares de transações. É impossível, com uma estrutura tão pequena, dar saída a essa quantidade enorme de informação”;
  • Sérgio Cabral (MDB-RJ) – “Somos contrários a uma colaboração premiada do ex-governador Sérgio Cabral. Ele teria muito pouco a acrescentar nesse momento. Não seria uma resposta que o Ministério Público Federal gostaria de dar à sociedade. Risco [de soltura] sempre há. Vivemos momentos de muita insegurança jurídica. Alguns preceitos que entendíamos como muito bem assentados no direito brasileiro estão sendo subvertidos de maneira muita abrupta.”
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O coordenador da força-tarefa da Lava Jato no Rio de Janeiro, Eduardo El Hage, disse que o Senado deveria servir como freio para os “abusos” do STF

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O coordenador da força-tarefa da Lava Jato no Rio de Janeiro, Eduardo El Hage, disse que o Senado deveria servir como freio para os “abusos” do STF (Supremo Tribunal Federal). O procurador classifica como excesso da Corte fatores como a decisão que redefiniu a ordem das alegações finais, a suspensão de investigação baseadas em relatórios da Unidade de Inteligência Financeira (antigo Coaf) e a mudança de entendimento sobre o cumprimento de pena após condenação em 2ª Instância. De acordo com o procurador, essa medidas contribuem para o enfraquecimento Lava Jato.
“A gente vê que o Senado, que deveria servir como freio e contrapeso, não tem atuado para conter certos atos do tribunal. Se 1 dos Poderes abusa de seus limites, os outros Poderes têm o dever de atuar e servir como contenção. Pouco se vê o Senado, mesmo nesses casos em que transbordam totalmente da competência do Supremo, fazer alguma coisa. [A CPI] É o instrumento que o Poder Legislativo possui. Tem que ter 1 fato concreto”, disse.
As declarações foram feitas em entrevista à Folha de São Paulo, publicada nesta 2ª feira (18.nov.2018).
Eis alguns trechos do que disse El Hage:
  • Interferência do Planalto – “[O Executivo] mexeu na configuração do Coaf. Ele sempre foi uma das principais armas de nossas investigações seguindo o modelo internacional. Houve também uma interferência na troca de superintendente da Polícia Federal no Rio de Janeiro, quando isso não é geralmente pauta de presidente da República”;
  • Sergio Moro – “Ele [Moro] acabou associando a imagem da operação com o governo Bolsonaro, que não tem nada a ver. Principalmente aqui no Rio, porque Moro nem sequer era juiz aqui. Não estou perto desse ambiente de Brasília. Mas esperava que ele [Moro] tivesse mais poder e força política para implementar as medidas que ele estava propondo”;
  • Vaza Jato – “Foi 1 ataque criminoso. Tem que se apurar quem financiou. É quase impossível garantir a autenticidade das mensagens. Além disso, tem se considerado as mensagens como a única forma de comunicação entre os procuradores, o que não é verdade”;
  • Lava Jato no Rio – “Nossa estrutura é pífia, apesar de termos feito a operação contra o ex-presidente [Michel] Temer, termos prendido 1 dos maiores doleiros do Brasil, Dario Messer, termos feitos os maiores acordos de colaboração premiada da história da operação. Temos 5 sistemas informatizados de doleiros que têm milhares de empresas offshores, milhares de transações. É impossível, com uma estrutura tão pequena, dar saída a essa quantidade enorme de informação”;
  • Sérgio Cabral (MDB-RJ) – “Somos contrários a uma colaboração premiada do ex-governador Sérgio Cabral. Ele teria muito pouco a acrescentar nesse momento. Não seria uma resposta que o Ministério Público Federal gostaria de dar à sociedade. Risco [de soltura] sempre há. Vivemos momentos de muita insegurança jurídica. Alguns preceitos que entendíamos como muito bem assentados no direito brasileiro estão sendo subvertidos de maneira muita abrupta.”
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Tudo o que você precisa saber sobre a condenação de Lula A segunda instância vai manter a condenação? Como fica 2018? Para onde vai a bolsa? Abaixo, as seis respostas fundamentais sobre o caso.

A condenação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pelo juiz Sergio Moro a nove anos e seis meses de prisão por lavagem de dinheiro e corrupção passiva no caso do tríplex do Guarujá abriu uma nova leva de incertezas políticas e econômicas.
A segunda instância vai manter a condenação? Como fica 2018? Para onde vai a bolsa? Abaixo, as seis respostas fundamentais sobre o caso.

1 – Por que Lula foi condenado?

Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se tornou nesta quarta-feira o primeiro ex-presidente da República condenado por corrupção na história do Brasil.
O juiz federal Sergio Moro, responsável pelos processos da Operação Lava Jato em primeira instância em Curitiba, considerou Lula culpado dos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro atribuídos a ele pelo Ministério Público Federal (MPF) no caso envolvendo o tríplex no Guarujá, reservado ao petista pela OAS e reformado pela empreiteira ao custo de 2,4 milhões de reais.
Além deste processo, em que Lula foi sentenciado a 9 anos e seis meses de prisão, o ex-presidente é réu em outras quatro ações penais e alvo de uma denúncia do MPF ainda não analisada por Sergio Moro. A sentença afirma que, uma vez que o ex-presidente Lula teve comportamentos de intimidação da Justiça e de orientar terceiros para destruição de provas, “até caberia cogitar a decretação da prisão preventiva”. Porém, foi considerado prudente aguardar o julgamento pela Corte de Apelação, antes de fazer cumprir a pena, já que a prisão cautelar de um ex-presidente “não deixa de envolver certos traumas”. Assim, Lula poderá apresentar sua apelação em liberdade.

2 – A decisão será mantida em segunda instância?

Se a condenação em primeira instância era dada como certa, a posição do Tribunal Regional Federal da 4ª região, em Porto Alegre, ainda é uma incógnita. Dos 43 condenados por Sergio Moro que chegaram à corte, 12 terminaram absolvidos. E em apenas 13 vezes as penas foram mantidas – um índice de apenas 30%, como revelou o jornal O Estado de S. Paulo. O caso mais recente de absolvição foi do ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto, acusado de corrupção passiva, associação criminosa e lavagem de dinheiro. Vaccari foi absolvido pela 8ª Turma Criminal, que considerou que as provas contra ele eram “insuficientes” e baseadas apenas em “delações premiadas”. O caso de Lula também será analisado pelos três desembargadores da 8ª Turma, composta por Victor Luiz dos Santos Laus, João Pedro Gebran Neto e Leandro Paulsen. Mas seu caso pode ter outro desfecho, na visão de analistas políticos. “O mundo vai cair em cima deste colegiado de juízes. O melhor que eles têm a fazer é manter a decisão”, afirma Sérgio Praça, cientista político da FGV.

3 – Lula será candidato?

A 452 dias das eleições de 2018, a possibilidade de que Lula seja candidato não está 100% descartada.
Focado justamente na narrativa de perseguição jurídica, que ganha mais um capítulo nesta quarta-feira, o ex-presidente tem 30% das intenções de voto em todos os cenários de primeiro turno, segundo a pesquisa Datafolha de junho. Seus apoiadores dizem que a condenação tem como propósito inviabilizá-lo nas eleições de 2018, evitando o retorno da esquerda ao Palácio do Planalto. ]
O que vale portanto, é a confirmação ou não da sentença pelo TRF-4. Pela Lei da Ficha Limpa, é a primeira decisão colegiada que caracteriza a inelegibilidade de um candidato. Entre as apelações das defesa de condenados pela Lava-Jato à segunda instância já julgadas, o tempo médio de decisão é de 342 dias, cerca de um ano.
A maior delas chegou a 21 meses. O que resta de dúvida no caso de Lula, portanto, é quanto tempo o tribunal colegiado levará para confirmar ou rejeitar a decisão de Moro. O registro de candidatura para a Presidência da República costuma acontecer seis meses antes do pleito, marcado para 7 de outubro de 2018, mas o caso fica em aberto até o julgamento do registro pela Justiça Eleitoral, que acontece antes da posse.
Mesmo que a candidatura seja registrada, há a possibilidade de cassação do registro por conta da condenação. “O processo deve acelerar ainda mais a campanha do Lula para a presidência, já que fica mais sensível prender o candidato que lidera as pesquisas”, afirma Renato Meirelles, sócio da empresa de pesquisas Locomotiva.

4 – O que ainda pesa contra Lula?

Há outras cinco frentes de investigação contra o ex-presidente, com Lula réu em quatro delas:
1 – Terreno e cobertura bancados pela Odebrecht;
2 – Compra do silêncio de Nestor Cerveró;
3 – Favorecimento à Odebrecht no BNDES;
4 – Caças suecos e venda de Medida provisória;
5 – Sítio em Atibaia reformado por empreiteiras, em que Lula ainda é apenas denunciado.

5 – Como a condenação afeta o cenário político?

A esquerda tentará fortalecer o discurso de que Lula sofre uma perseguição política. É uma tentativa de criar simpatia para melhorar o cenário nas eleições de 2018 de forma que, mesmo que o ex-presidente seja condenado em segunda instância e não possa ser candidato, outro nome do mesmo campo político se capitalize politicamente.
O líder do PT na Câmara, deputado Carlos Zarattini, reforçou o discurso. “Moro foi quem condenou, quem investigou, quem denunciou e julgou”, disse. Assim como o senador Lindbergh Farias. “Não vamos aceitar um processo eleitoral sem Lula, é fraude, é uma farsa, vamos denunciar internacionalmente […]. A Justiça brasileira sempre jogou do lado da elite, e sempre foi muito dura com os movimentos sociais”, afirmou.
Até aqui, o discurso de perseguição está ajudando a fortalecer o ex-presidente – em um ano subiu de 17% para 30% das intenções de voto.
Para o professor de Ética e Filosofia na UNICAMP, Roberto Romano, a corrida pela persuasão se intensifica a partir de hoje. Assim, considerando que 17% seria o chão para Lula, esses 13% estão em jogo para a esquerda – Lula sendo candidato ou não. “Claro que essa condenação vai prejudicar a esquerda. Hoje o Lula é reconhecido como culpado por corrupção e pelo espaço de tempo que temos, já é possível avaliar que dificilmente poderá concorrer às eleições porque deve ser condenado em segunda instância”, diz o líder do Democratas na Câmara, deputado Efraim Filho.

6 – Como fica a bolsa?

A bolsa disparou 1% após a condenação de Lula, mas, segundo analistas, trata-se de algo pontual. “Foi um movimento pautado mais pela emoção e euforia do que pelo racional”, diz Raphael Figueredo, analista da corretora Clear. A denúncia enfraquece a candidatura de Lula para 2018, mas não o impossibilita de concorrer às eleições.
A possibilidade de Lula presidente, portanto, continuará a assombrar investidores e impedir uma grande alta da bolsa. Ao longo dos próximos dias os investidores voltarão a se atentar para o cenário político atual. A denúncia contra o presidente Michel Temer, que tramita na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, e a reforma da Previdência são as notícias que mais interessam neste momento. Lula é um problema para depois.
Fonte: Exame

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Bandidos invadem fórum na Paraíba, amarram juiz e vigilante e fogem levando mais de 70 armas


O Juiz e o vigilante do fórum de Alagoa Grande passaram por maus momentos durante um assalto ocorrido nesta segunda-feira (25) no fórum da cidade.
De acordo com a polícia eram quatro homens que chegaram no fim da noite, renderam o juiz e um vigilante e os forçaram a dizer onde ficavam as armas.
Os bandidos amarram o juiz e o vigilante e depois fugiram levando cerca de 70 armas.
Na fuga, a polícia Militar surpreendeu os suspeitos. Houve troca de tiros, um deles foi preso após ser baleado na perna e as armas e o colete que eles pretendiam levar foram todos recuperados.
Ainda segundo a polícia, a ocorrência continua em andamento porque o objetivo é prender os outros três.suspeitos
O homem que foi preso está sob custódia policial no Trauma de Campina Grande.
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Dallagnol é punido pelo Conselho Nacional do MP por críticas aos ministros do STFO Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) decidiu hoje (26), por 8 votos a 3, punir o procurador da República Deltan Dallagnol

O Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) decidiu hoje (26), por 8 votos a 3, punir o procurador da República Deltan Dallagnol com uma advertência por ter dito em entrevista que ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) eram lenientes com a corrupção em caso de reincidência pode resultar em punições mais graves. A sanção também prejudica a promoção.
Dallagnol ainda responde a outros dois procedimentos disciplinares que constam na pauta de julgamentos do CNMP desta terça-feira (26), um aberto por iniciativa do senador Renan Calheiros (MDB-AL) e outro pela senadora Kátia Abreu (PDT-TO).

Julgamento

Dallagnol foi punido no processo administrativo disciplinar (PAD) aberto em abril a pedido do presidente do STF, ministro Dias Toffoli, após o procurador ter dito, numa entrevista à rádio CBN, em agosto do ano passado, que os ministros da Segunda Turma do Supremo “mandaram uma mensagem muito forte de leniência a favor da corrupção”.

O procurador fez uma crítica à decisão em que a Segunda Turma do STF retirou trechos da delação da Odebrecht das mãos do então juiz federal e hoje ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro. Sua defesa alega que ele apenas exerceu sua liberdade de expressão e não incorreu em nenhuma falta disciplinar.
Para o relator do caso, conselheiro Luís Bandeira de Mello, o procurador agiu com “ausência de zelo pelo prestígio de suas funções, falta de decoro, urbanidade”, violando seus deveres funcionais previstos na legislação pertinente.
“É um excelente procurador da República, e é bem verdade que o trabalho que ele faz revolucionou o Judiciário, revolucionou a sociedade, revolucionou a quadratura atual em que nós vivemos, mas é necessário registrar que esta atuação não pode servir como um salvo conduto para ele manifestar o que desejar, do modo como desejar, como vinha fazendo de modo excessivo”, disse Bandeira.
O relator foi acompanhado pelos conselheiros Otávio Rodrigues, Sandra Krieger, Fernanda Marinella, Valter Shuenquener, Luciano Maia, Sebastião Caixeta e Rinaldo Reis, que é o corregedor nacional do MP. Divergiram o vice-procurador-geral da República, José Bonifácio de Andrada, e os conselheiros Silvio Amorim e Oswaldo D’Albuquerque.

Defesa

O advogado Francisco Rezek, ex-ministro do STF, disse durante o julgamento que os termos utilizados por Dallagnol foram de fato “inadequados, deselegantes”, mas que de forma alguma ele havia violado seu decoro funcional.
Rezek pediu aos conselheiros que observassem o princípio da proporcionalidade no caso, pois embora as palavras de Dallagnol tenham sido “infelizes”, elas parecem brandas quando confrontadas com as manifestações de outras autoridades.
“Dos três lados da Praça dos Três Poderes, tudo o que temos ouvido é o desregramento verbal, é a falta de padrões de continência”, disse Rezek, afirmando que o Brasil se tornou “uma República de boquirrotos”.
Ainda em defesa de Dallagnol, o presidente da Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR), Fábio George da Nóbrega, disse que as manifestações do procurador se enquadram na liberdade de crítica a autoridades da República. "Para fortalecer o Estado Democrático de Direito, todas as críticas, ainda que árduas e duras, precisam ser toleradas e admitidas”, defendeu.
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Toffoli tenta lacrar fala de Guedes sobre (AI-5), mas leva uma lapada de Roberto Barroso

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Dias Toffoli rebateu as declarações do ministro da Economia, Paulo Guedes, que disse para as pessoas não se assustarem “se alguém pedir o AI-5”. “O AI-5 é incompatível com a democracia. Não se constrói o futuro com experiências fracassadas do passado”, afirmou hoje o presidente do STF, durante o Encontro Nacional do Poder Judiciário, em Maceió.Outro ministro do STF, Luís Roberto Barroso, que participou de uma audiência pública no TSE, também foi perguntado sobre o comentário de Guedes. Ele respondeu: “Isso pertence ao varejo da política. Não cabe a um ministro do STF opinar
FONTE:https://www.denunciapolitica.com.br/2
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'Pretendo ser o escudo e a espada de Bolsonaro', diz Mourão - 23/11/2018 - UOL Notícias

O vice-presidente eleito, Antônio Hamilton Mourão - Taís Vilela 31.out.2018 - /UOL
O vice-presidente eleito, general Hamilton Mourão (PRTB), afirmou nesta sexta-feira (23), durante o painel Brasil de Ideias, promovido pela Revista Voto, que pretende ser "o escudo e a espada de Bolsonaro", destacando a importância do papel do vice no atual cenário político. "Não vamos receber ninguém na garagem à meia-noite, podem ter certeza disso aí", disse, em alusão a um dos trechos da conversa entre o presidente Michel Temer e o empresário Joesley Batista, da JBS, recuperados pela Polícia Federal. Mourão afirmou ainda que pretende cortar mais da metade dos cargos disponíveis na Vice-Presidência. "A determinação do presidente é de que esta racionalização atinja todos os setores", explicou. Segundo o vice-presidente, o novo governo será norteado pelo sistema democrático, rechaçando qualquer possibilidade de haver uma intervenção militar avalizada pelo Palácio do Planalto. "Ninguém tem dúvida de que a democracia liberal é o grande sistema capaz de levar as nações ao progresso", reafirmou. "A democracia liberal enfrenta desafios como a nossa, com mais de 200 milhões de habitantes com suas demandas sociais e necessidades. Nós temos que buscar solucionar tudo aquilo que nos aflige." Mourão também comentou o ruído gerado na composição do novo governo, no caso do indicado ao Ministério da Economia, Paulo Guedes, ter desautorizado a fala do ministro extraordinário da Transição e futuro chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, sobre a reforma da Previdência. "Ministro não controla ministro, ambos estão no mesmo nível. Eu sempre cito o exemplo do quartel, onde o comandante da 1ª companhia não dá ordens para o comandante da 2ª companhia, pois se equivalem", disse.
Sobre as estratégias do novo governo, o general endossou a defesa de Paulo Guedes a um novo pacto federativo com "menos Brasília e mais Brasil" e a retomada de protagonismo do Congresso. "Nós queremos ter uma relação estreita com o Poder Legislativo, pois ele é o grande fiscalizador do Executivo", afirmou o vice-presidente eleito. "Vamos devolver a ele a sua grande atribuição de efetivamente montar o orçamento. Das grandes ideias que nós temos uma delas é desvincular tudo no orçamento da União e entregar este pacote na mão dos nossos representantes no Congresso.
FONTE:https://noticias.uol.com.br/
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Ex-presidentes custam R$ 4,2 milhões por ano ao País Eles podem ter até 8 funcionários e 2 carros oficiais, além de contar com passagens e diárias para assessores, cartão corporativo e vale-combustível

Os cinco presidentes com direito aos benefícios
Na última semana, uma decisão do juiz Haroldo Nader, da 6ª Vara Federal de Campinas, gerou polêmica. Ele retirou os benefícios dados ao ex-presidente Lula. Tais privilégios incluem até oito funcionários, sendo dois motoristas, dois assessores e seguranças, além de dois veículos oficiais. Fora isto, todos os ex-chefes de Estado brasileiros ainda contam com auxílios para o combustível e  passagens e diárias dos assessores, além de um cartão corporativo.
O Brasil tem cinco ex-presidentes desde a redemocratização que usufruem destas benesses: José Sarney, Fernando Collor de Melo, Fernando Henrique Cardoso, Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Vana Rousseff.
A conta dessas regalias chega ao bolso de todos. São precisamente R$ 4,24 milhões debitados todos os anos. Desde 1999, quando se inicia o levantamento de dados, já foram quase R$ 36 milhões.
Os ex-presidentes que se elegeram a novos cargos políticos (Sarney e Collor) puderam continuar recebendo os recursos, tanto o salário pelo cargo que exerciam, quanto o referente ao auxílio para ex-presidentes.
A conta dessas regalias chega ao bolso de todos. São precisamente R$ 4,24 milhões debitados todos os anos. Desde 1999, quando se inicia o levantamento de dados, já foram quase R$ 36 milhões.
Os ex-presidentes que se elegeram a novos cargos políticos (Sarney e Collor) puderam continuar recebendo os recursos, tanto o salário pelo cargo que exerciam, quanto o referente ao auxílio para ex-presidentes.
A origem dos benefícios vem da Lei 7.474/1986, que trata das “medidas de segurança” aos chefes do Executivo brasileiro. Ela foi alterada e ampliada duas vezes em1994 e reestruturada por meio do Decreto nº 6.381, em fevereiro de 2008, pelo então presidente Lula.
Nos Estados Unidos, os antigos presidentes, que não tenham sido depostos, têm direitos semelhantes. Desde 1958, existe a "Former Presidencts Act" (a lei para ex-presidentes), que provê a estas pessoas uma pensão vitalícia, segurança fornecida pelo serviço secreto, pagamento de pessoal e de escritório, além de imunidade diplomática. No ano passado, somente com a pensão, cada um dos cinco ex-mandatários vivos recebeu US$ 207.800 por ano, que, convertido na cotação atual, equivalem a R$ 768.860, gerando um gasto anual de R$ 3.844.300 somente com este benefício. 
Outro fato interessante no caso norte americano é o de as esposas de ex-presidentes, também terem direito a uma pensão vitalícia, no valor de 20 mil dólares anuais, equivalentes as R$ 74 mil.
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Gleisi diz que o PT vai apoiar protestos violentos no Brasil

“Manifestações ecoarão no Brasil. PT deve estar pronto para ajudar”, disse Gleisi em discurso em evento petista.

A deputada federal Gleisi Hoffmann afirmou, neste domingo (24), que os protestos violentos vistos em países da América Latina chegarão ao Brasil e pediu que o Partido dos Trabalhadores (PT) se preparasse para ajudar a conduzir esse movimento.
Em discurso após ser reeleita presidente nacional do PT, Gleisi declarou:
“Quando as grandes manifestações ecoarem no Brasil, porque vão ecoar, vão chegar da América Latina, nós temos que estar preparados para ajudar a conduzi-las.”
E, segundo o site Congresso em Foco, acrescentou:
“Querem que o povo aceite calado a retirada de direitos e o retrocesso. Mas nós não queremos. Nós faremos essa luta popular no campo democrático.”
Informação RENOVA.

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Bombeiros retiram de lago computador de operador financeiro do esquema de Cabral Notebook tinha informações sobre registros de propina e foi jogado em lago por Carlos Miranda, que é apontado como operador financeiro do grupo.

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Notebook tinha informações sobre registros de propina e foi jogado em lago por Carlos Miranda, que é apontado como operador financeiro do grupo.

Imagens obtidas com exclusividade pela GloboNews mostram o resgate feito pelo Corpo de Bombeiros de um notebook que tinha registros de propina e que foi jogado em um lago em Paraíba do Sul, no interior do Estado do Rio de

Janeiro, na fazenda de Carlos Miranda, apontado como o operador financeiro de um esquema de corrupção que seria liderado por Sérgio Cabral.


Miranda contou em depoimento que tinha jogado o computador no local quando a Lava Jato começou. Segundo ele, era ali que guardava as planilhas com as transações do grupo do ex-governador. Entre elas, estariam os pagamentos feitos ao então procurador-geral de Justiça do RJ, Cláudio Lopes, denunciado na última terça (9) por formação de quadrilha, corrupção passiva e ativa, além de e quebra de sigilo funcional, crimes cometidos entre o final de 2008 e dezembro de 2012. (confira a retirada do equipamento do lago no vídeo)
“Eu joguei no lago da minha fazenda, em Paraíba do Sul, no intuito de destruir a prova”, destacou Carlos Miranda em depoimento.
O depoimento de Carlos Miranda e de outros delatores foi o que levou os investigadores ao ex-procurador-geral de Justiça. De acordo com a denúncia, ele teria recebido R$ 7 milhões em propina, em pagamentos mensais.
“Eu colocava em um envelope R$ 50 mil e entregava” afirmou Sérgio de Castro, destacando que a negociação acontecia nos palácios Laranjeiras ou Guanabara, sede do poder estadual.
A propina seria para que Lopes blindasse a organização e protegesse os envolvidos de investigações do Ministério Público do RJ. Ele teria, inclusive, pedido favores ao grupo de Cabral.

Obra no Maracanã
Carlos Miranda contou que Cláudio Lopes procurou Wilson Carlos, então secretário de governo, durante a reforma do Maracanã. O então procurador-geral queria que a Odebrecht, uma das responsáveis pela obra, subcontratasse uma empresa específica.
“Numa reunião que eu tive com o Wilson Carlos, lá no gabinete dele, acho que em 2010 ou em 2011. Essa reunião foi interrompida mais cedo porque o Wilson me informou que estava indo se encontrar com o pessoal da Odebrecht, que era responsável pela reforma do Maracanã e que ele precisava estar nessa reunião porque um dos assuntos que ele ia tratar era o interesse do Cláudio Lopes na contratação de determinada empresa, não me recordo o nome, que estaria apta a fazer a escada rolante da obra do Maracanã”, destacou Miranda.
A empresa ficou com todos os contratos da parte elétrica do estádio e outras obras hidráulicas e, de acordo com o MP-RJ, pertencia a Vitor Patrão Manhães, um parente da esposa de Cláudio Lopes, que recebeu R$ 5 milhões pelos serviços prestados, segundo a delação.

Favores
As investigações apontaram ainda que os favores e a propina aproximaram Cláudio Lopes de Sérgio Cabral. Segundo o ex-governador, o convívio entre eles passou a ser também de caráter social. Em depoimento, ele afirmou que Lopes e a família frequentaram a casa do ex-governador em Mangaratiba quatro ou cinco vezes.
Os investigadores concluíram que o fascínio por Cabral foi tão grande que, em 2016, o ex-procurador e a esposa compraram uma casa no mesmo condomínio.
Promotores relataram, na investigação, que Cláudio Lopes fazia constantes interferências e teria até vazado informações sobre uma operação.

“Foi avisado na véspera por Sérgio Côrtes que haveria diligência de busca e apreensão e que, portanto, era para o colaborador se desfazer dos documentos eventualmente comprometedores”, afirmou César Romero.
A defesa do ex-procurador-geral de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, Cláudio Lopes, afirmou que vai provar que as acusações são improcedentes.

A defesa de Wilson Carlos disse que ele vai se manifestar no processo, caso a denúncia seja recebida pela Justiça.

A GloboNews não conseguiu contato com a defesa dos outros citados.
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"Presídio cheio é problema de quem cometeu o crime" , diz Bolsonaro

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O pré-candidato à Presidência da República do PSL, deputado Jair Bolsonaro, declarou nesta quarta-feira (6) que a atual superlotação dos presídios brasileiros é um problema "de quem cometeu o crime". Durante sabatina de pré-candidatos promovida pelo jornal Correio Braziliense, ele disse ser preciso acabar com a audiência de custódia e prender imediatamente suspeitos a fim de não corre o risco de cometerem novos delitos. Portanto, cabe ao criminoso arcar com a vivência em presídios operando acima das capacidades. "Eu acho que a chance de alguém que pratica um furto ficar detido é zero junto com a audiência de custódia. Tem de acabar com isso. E não vem com essa historinha 'ah, os presídios são cheios e não recuperam ninguém'. É problema de quem cometeu o crime", falou. A audiência de custódia consiste na apresentação do preso a um juiz em até 24 horas após a prisão. O objetivo é que a Justiça possa verificar as condições da prisão, como, por exemplo se houve maus tratos ao preso, e determinar se juridicamente há a necessidade de manter o suspeito encarcerado ou se ele pode responder ao processo em liberdade. As audiências de custódia são apontadas como uma forma de evitar a superlotação das cadeias e a prática de abusos pelas forças policiais..
Atualmente, o Brasil tem uma taxa de superlotação nas cadeias de 197,4% 

Bolsonaro acrescentou que a segurança pública tem de ser discutida com policiais militares, como vem fazendo na pré-campanha, e demais pessoas que trabalham na área, não com "filósofos e antropólogos". Ele disse respeitar as profissões, mas ressaltou que a questão é "grave". O pré-candidato disse que, se eleito, reforçará os investimentos em inteligência e recuperará o Sisfron (Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras). Ele também afirmou que se esforçará para colocar o Sistema Único de Segurança Pública, aprovado no Congresso, em prática e dará "uma baita flexibilidade" no porte de arma de fogo, além de maior segurança jurídica para policiais e militares em operações de Garantia da Lei e de Ordem. "Algumas coisas têm de ser radical. Só temos uma vida", declarou. Questionado sobre a crescente polarização política no país, Bolsonaro disse ser preciso deixar o "politicamente correto de lado" e não ver discursos de ódio como um problema no Brasil. Para ele, a população é capaz de filtrar as falas e há "muita frescura". "Antigamente, se você chamava alguém de gordo, ele dava pancada em você. Hoje o gordinho virou mariquinha, pô", rebateu. Indagado sobre temas econômicos, Bolsonaro preferiu não responder a várias questões diretamente alegando que o programa de governo será apresentado em agosto, quando a candidatura for oficializada, e que está ainda aberto ao diálogo. Ele disse, porém, que valores de ICMS (Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação) são um "absurdo, um verdadeiro estupro". 
fonte:https://noticias.uol.com.br/
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Ex-secretário do tesouro da Venezuela admite que recebeu US$1 bilhão em propina

Corrupção na Venezuela. Foto: Pixabay (Crédito: )

Disparidades dos três câmbios que 

haviam no país davam a oportunidade de 

muita corrupção para os "chavistas". 

Agora veio à tona um desses esquemas. 

Afinal de contas, era muito intrigante 

como um país que vende 1,4 milhão de 

barris por dia é tão pobre e não tem 

dinheiro para comer.

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Análise: BNDES gastou R$ 1,2 tri com empresas "amigas", como JBS e BRF - 21/03/2017 - UOL Economia

Rafael Andrade/Folhapress
"A Oi vai ser uma grande tele nacional", disse Lula em 2010, ao se referir à campeã nacional do setor de telecomunicação. O anúncio fazia parte de uma estratégia do governo: escolher determinadas companhias para se tornarem gigantes em seus setores e competir no mercado internacional. A estratégia seria colocada em prática pelos vultosos empréstimos que o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) faria. O sonho era de Lula, mas o mentor da ideia era Luciano Coutinho, presidente do BNDES entre 2007 e 2016. Coutinho fez o seu doutorado em Economia na Universidade de Cornell (EUA) com uma tese sobre grandes empresas nacionais. A inspiração, portanto, tinha uma origem
Empresas com relações com o governo têm acesso a esse mercado de juros subsidiados próximos aos 7,5%, enquanto as empresas comuns têm que buscar crédito no mercado privado com juros muito maiore
E assim o fez! O banco virou um símbolo do modelo econômico dos governos Lula e Dilma, orientado pela expansão dos gastos e aumentando a intervenção do Estado na economia. Escolheram no setor de óleo, gás e energia a EBX, de Eike Batista, um conglomerado composto pela OGX, OSX, MMX, MPX e outros X. No setor de telecomunicações, a escolhida foi a Oi. Apelidada de supertele, consolidou-se em 2008 a partir da fusão da antiga Telemar, que operava no Rio de Janeiro, Minas Gerais e Nordeste, com a Brasil Telecom
atuante no Distrito Federal e Centro-Sul. O governo Lula chegou a alterar a lei de outorgas para permitir a união das duas empresas. Pouco depois, em 2009, a quebra da Sadia, após fazer sucessivas apostas em operações de câmbio, daria a oportunidade para criar mais uma campeã no setor de alimentos. Com a crise de 2008, o dólar disparou e a empresa se viu com dívidas de mais de US$ 2,6 bilhões em produtos chamados derivativos. Foi o momento perfeito para unir as duas maiores empresas do setor. O governo articulou e nasceu a Brasil Foods (BRF), fusão entre Sadia e Perdigão. No setor de carnes, a escolhida foi a JBS. A empresa começou em 1953 como um pequeno açougue na cidade de Anápolis (GO). Em 2005, ela deu início a seu processo de internacionalização, mas foi apenas em 2007 que a empresa começou a fazer suas aquisições relevantes. Tudo isso foi feito com muito dinheiro do BNDES. Durante a gestão de Luciano Coutinho, foi desembolsado R$ 1,2 trilhão em créditos pelo BNDES. Por um tempo, a estratégia de campeãs nacionais deu muito certo! Eike Batista foi o sétimo homem mais rico do mundo. As empresas do conglomerado EBX se tornaram as queridinhas da Bolsa de Valores e chegaram a valer mais de R$ 50 bilhões. A BRF já nascia como maior empresa de alimentos industrializados do Brasil e a 10ª maior das Américas. A Oi estava, de fato, tornando-se a supertele, ao ser a maior empresa de telefonia fixa. Com mais de R$ 11 bilhões de financiamento do BNDES, a JBS comprou a Pilgrim's e a Seara no Brasil. Em 2008, comprou mais três companhias americanas no ramo de carnes (National Beef, Smithfield Beef e Tasman). E, finalmente, tornou-se a maior produtora de proteína animal do mundo. O Brasil estava na moda e não houve quem não se rendesse aos nossos estrategistas econômicos! O resultado dessa estratégia é que a crise de 2008, que afetava o mundo inteiro, tinha chegado aqui como "marolinha". Em 2014, o Brasil atingia um dos menores índices de desemprego da história. Copa do Mundo e Olimpíadas davam a sensação que o rótulo de país do futuro tinha ficado para trás. Éramos o país do presente! Mas, apesar dos resultados bons no curto prazo, os efeitos colaterais eram grandes e começavam a surgir. Os alicerces eram fracos. Em 2007, início da política de campeãs nacionais, os créditos direcionados –aqueles subsidiados pelo BNDES–, representavam 35% do total de crédito da economia. Em 2016, eles já representavam 50%. No período, enquanto o crédito livre –aqueles não subsidiado pelo BNDES– havia se multiplicado 2,1 vezes, os créditos do BNDES eram 4,6 vezes maiores. E isso, claro, não era de graça! Boa parte dos recursos do BNDES vem do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). São recursos do FGTS que custam 3% ao ano + TR (aproximadamente 2% ao ano). Como o BNDES empresta, atualmente, próximo a 7,5% ao ano, não há, em teoria, um gasto. Mesmo quando o BNDES emprestava a taxas próximas a 6%, na gestão de Coutinho, não havia um gasto. O que tivemos no Brasil por um tempo não foi o capitalismo em sua essência. Não houve liberdade, tampouco concorrência. Foi um capitalismo de laços, no qual os amigos do rei se beneficiam e o restante está sujeito à lei. 
Mas outra parte dos recursos do BNDES vem do Tesouro Nacional e é nela que está o problema. Para o Tesouro repassar os recursos ao BNDES, o Banco Central emitia títulos da dívida pública, pagando juros de até 12,5% pelos papéis. Na gestão de Coutinho, a média esteve em 11%, já que as taxas de juros se encontravam em patamar mais baixo. Os reais levantados são repassados ao BNDES, que os empresta às empresas a juros de 7,5% ao ano (ou 6% no governo Lula/Dilma). Ou seja: o governo pega um dinheiro caro no curto prazo para emprestar barato às empresas, que os saldam em prazos longos. O último empréstimo foi feito em 2014. O saldo total desses créditos com o Tesouro estava em R$ 524 bilhões no fim de 2015. Esses gastos do Tesouro com subsídios nas operações com o BNDES totalizarão R$ 323 bilhões até 2060, segundo estimativa do próprio Tesouro. Com este valor, seria possível pagar o equivalente a 11,5 anos de Bolsa Família, que teve um orçamento de R$ 28 bilhões em 2016. O resultado que temos é: empresas com relações com o governo têm acesso a esse mercado de juros subsidiados próximos aos 7,5% ao ano, enquanto as empresas comuns têm que buscar crédito no mercado privado com juros muito maiores. Por empresas comuns, leia-se: as micro e pequenas empresas, que são responsáveis por 84% dos empregos no país. Quase dez anos após o início da política de campeãs nacionais, os resultados são diferentes do idealizado por Lula, Luciano Coutinho e Dilma. Praticamente todas as empresas do grupo EBX pediram recuperação judicial ou foram vendidas. Eike Batista está na cadeia, acusado de corrupção. A Oi, a supertele brasileira, não conseguiu evoluir no setor e pediu recuperação judicial, assim como a LBR, outra escolhida para ser campeã na venda de laticínios. Agora, a BRF e a JBS estão envolvidas no escândalo da operação Carne Fraca, da Polícia Federal. Além disso, mesmo a JBS tornando-se de fato uma campeã nacional, pouco se viu em retorno ao país, dado que grande parte das empresas adquiridas por ela sequer estavam no Brasil. Oras, não foi Barack Obama, George Bush ou Bill Clinton que escolheram Apple, Google e Facebook como as empresas mais valiosas dos Estados Unidos! Foi o mercado, por meio dos clientes que utilizam os serviços, e dos fundos de private equity, que colocam capital nas empresas em que eles acreditam. Pudemos ver em dez anos a ascensão e queda das campeãs nacionais. O que tivemos no Brasil por um tempo não foi o capitalismo em sua essência. Não houve liberdade, tampouco concorrência. Foi um capitalismo de laços, no qual os amigos do rei se beneficiam e o restante está sujeito à lei. Foi uma economia de puro marketing, apenas ilusões econômicas. Esperamos que, ao menos, agora tenhamos aprendido a lição. (Leonardo de Siqueira Lima, editor do Terraço Econõmico, é economista, com mestrado em economia pela Barcelona Graduate School of Economics)

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“Eu me lembro do dia que orei por coisas que tenho hoje!”

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Hoje eu orei para agradecer por muitas coisas e ao terminar minha oração, lembrei nitidamente do dia em que orei pedindo a Deus, coisas que tenho hoje. Por isso, hoje venho agradecer as dádivas que me foram concedidas, as bençãos que me foram enviadas, e a conquista de sonhos que exigiram muito de mim, mas que hoje, me enchem de satisfação e esperança.
HOJE EU OREI COM FÉ E GRATIDÃO!
Quando vivemos nossos dias a reclamar e a pedir por coisas que ainda não temos, sem parar para analisar as bençãos que já recebemos, os dias passam sem que consigamos reconhecer os milagres que a vida já nos oferece, diariamente.
Os dias passam em uma velocidade estranha e substituímos desejos e sonhos, como quem troca de roupa. Assim que um sonho se realiza, comemoramos, nos sentimos valorizados, mas passado alguns dias, aquele sonho já não nos conforta mais, viramos a página, e seguimos em frente, em busca de algo ainda maior.
Concordo que não devemos nos conformar com as nossas “margens” como faz o rio, satisfeito com as suas limitações, afinal, existe uma imensidão a nossa espera, onde poderemos desaguar como um oceano, em busca de novos horizontes. Mas o fato é que mesmo vivendo essa busca desenfreada por novos horizontes, devemos parar, orar e agradecer, por todas as coisas que já nos foram concedidas, frutos de nossos esforços, mas que possuem grande contribuição do todo ao qual estamos envolvidos.
Oramos, suplicamos, imploramos por coisas que nem sabemos se serão motivos de alegrias ou se poderão, mais atrapalhar, do que ajudar, mas queremos, porque imaginamos que algo nos falta e precisamos conquistar sempre mais. Esse é o perfil dos sonhadores. Se paramos de sonhar e de desejar outras coisas, mergulhamos em um mar de descontentamento, e deixamos de lado as metas que impusemos, e as coisas que já conquistamos, porque aquilo tudo, simplesmente perde a graça.
Entendam, a ideia aqui não é que paremos de desejar coisas. mas que passemos a agradecer por tudo aquilo que já fez parte das nossas orações, e que hoje, já são bençãos conquistadas.
SE DECIDIMOS AMPLIAR OS HORIZONTES PARA VOAR ALTO EM BUSCA DE ALGO QUE AINDA SÓ EXISTE EM NOSSA IMAGINAÇÃO, DEVEMOS NOS BLINDAR EM ORAÇÃO.
Depois de refletir sobre tudo isso que escrevi até agora, depois de passar um dia inteiro me sentindo de mãos atadas e dependente de coisas que não dependem de mim, me vi chateada, triste, decepcionada, vibrando negativamente, até que parei, e orei.
Orei com todo o meu coração, empregando tudo que existe de bom em mim, a bondade dos meus pensamentos, as melhores das minhas intenções, direcionando todo o amor que existe em mim, com fé e confiança. Depois de poucos minutos orando, comecei a perceber em auto relevo as vibrações que vinha emitindo ao longo do dia, e elas me fizeram chorar.
Chorei, orei, chorei novamente, e orei com mais fé, até que minha vibração mudasse, até que o sorriso despertasse em mim a gratidão por tudo que eu já havia conquistado, e foi nesse instante, que me lembrei do dia que orei pedindo exatamente tudo que tenho hoje.
Sorri mesmo chorando, me levantei da posição que estava “de joelhos”, e agradecida, pedi perdão por minhas ambições e impaciência. E agradeci de todo o coração! Meu Deus! Obrigada, obrigada, obrigada! Hoje é dia de agradecer, agradeça você também, a tudo que já conquistou com a ajuda de Deus!´
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Janaina adiciona outro motivo para impeachment de Toffoli Membros do Ministério Público também apoiaram o pedido


Nesta quarta-feira (20), a deputada estadual Janaina Paschoal (PSL-SP) e membros do Ministério Público adicionaram em seu pedido de impeachment do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, mais um motivo para que ele saia da Corte.O documento afirma que houve crime “a partir do momento que determinou o envio de dados sigilosos de 600 mil pessoas físicas e jurídicas”. Eles se referem ao pedido de dados financeiros de mais de 600 mil pessoas para o STF. A decisão foi revogada pelo próprio ministro na última segunda-feira (18).
Também de acordo com Janaina e os membros do Ministério Público, “independentemente do resultado, o denunciado (Dias Toffoli), ao quebrar o sigilo financeiro sem a observância da lei, procedeu de modo ilícito, o que tipifica conduta incompatível com a dignidade de suas funções, com a agravante de que decidiu em feito para o qual deveria dar-se por suspeito, porque tinha interesse pessoal direto e indireto”. O documento foi enviado ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP).
Assinaram o documento além de Janaina, Flávio César de Almeida Santons, Silvio Miranda Munhoz e Hamilton Carneiro Júnior, todos membros do Ministério Público.
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