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Homem mata a esposa no Bairro Ecologia em Seropédica

A Policia Militar da 4º Cia do 24º BPM de Seropédica, foi chamada por volta das 3 horas da madrugada deste sábado (29), para atender uma briga de casal na Rua da Ligação Nº 9 no Bairro Ecologia em Seropédica.
Ao chegarem ao local os policias viram a vítima Georgete de Matos Ferreira de 33 anos caída no chão e ensanguentada, imediatamente chamaram o SAMU do município onde compareceram Sandro Ricardo e Lília Curitiba, onde constataram óbito.
A vitima tinha dois filhos, que no momento do feminicídio estavam passando férias na casa do pai das crianças. O autor do feminicídio, José Roberto Duarte de Oliveira de 30 anos foi preso em flagrante, e encaminhado à Delegacia de Homicídio da Baixada Fluminense (DHBF) onde aguardará julgamento. José Roberto era usuário de tóxicos, segundo relatos de vizinhos da vítima. O Delegado da DHBF, Dr. Guilherme esteve no local acompanhando a perícia.
Constantemente temos conhecimento que as drogas destroem as famílias, e muitas vezes acontece assassinatos como ocorreu com a jovem Georgete. As leis devem ser mais enérgicas para coibir a venda e o consume de drogas no país. O consumo de drogas, ao contrário do que muitos pensam, não prejudica apenas a pessoa que as consome. A família, assim como todas as pessoas que a cercam, também sofre com o vício de seu amigo.
Muitas pessoas são viciadas pelo traficante quando são crianças ainda, e outras se viciam depois de certa idade.
A pessoa quando começa a usar por exemplo a cocaína, ela assume que o toxico irá viciar, mesmo com pequena quantidade, depois de viciado, o celebro vai exigindo cada vez mais quantidades para ser usado, passando depois para o crack, onde acabam virando uns zumbis, perdendo toda razão. Muitos roubam a própria família para manter o vício, outros matam para roubar, ou simplesmente para soltar sua raiva desenfreada pelo vício.
O crime praticado por um viciado, ao meu ver, deve ser punido da mesma forma como se não fosse viciado. Porque no momento que faz uso a primeira vez da droga ele ajuda a manter o tráfico de drogas.  E também é sabedor que o uso das drogas vicia, e leva a pessoa a cometer vários delitos para manter seu vício.
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Bia Kicis alerta: “Estão se unindo contra o nosso presidente” e conclama: "15/03 precisa ser grande"


A deputada federal Bia Kicis, fez um gravíssimo alerta nesta quarta-feira, 26, através de suas redes sociais. Opositores de grande influência e de todos os setores, estão se unindo contra o presidente Jair Bolsonaro. A deputada salientou que as críticas e ataques vem da mídia, de políticos, de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), membros do Ministério Público, entre outros. “Urgente! Estão se unindo contra o nosso Presidente. As críticas vêm da mídia, de políticos, de ministros, membros do MP, todos que não representam a maioria dos 57 milhões de brasileiros que apoiam o Presidente Jair Bolsonaro”, escreveu Bia Kicis.
A parlamentar não citou nomes, mas na imagem publicada está replicada uma frase absurda do ministro do STF, Celso de Mello.
“A face sombria de um presidente da República que desconhece o valor da ordem constitucional, que ignora o sentido fundamental da
separação de poderes, que demonstra uma visão indigna de quem não está à altura do altíssimo cargo que exerce e cujo ato, de inequívoca
hostilidade aos demais Poderes da República, traduz gesto de ominoso desapreço e de inaceitável degradação do princípio
democrático!!!”.
Isso sim é um ataque a democracia. Um completo desrespeito. Bolsonaro foi escolhido por 57 milhões de brasileiros. Celso de Mello foi escolhido por
José Sarney.
Confira
Imagem publicada por Bia Kicis no Twitter
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Bia Kicis alerta: “Estão se unindo contra o nosso presidente” e conclama: "15/03 precisa ser grande"


A deputada federal Bia Kicis, fez um gravíssimo alerta nesta quarta-feira, 26, através de suas redes sociais. Opositores de grande influência e de todos os setores, estão se unindo contra o presidente Jair Bolsonaro. A deputada salientou que as críticas e ataques vem da mídia, de políticos, de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), membros do Ministério Público, entre outros. “Urgente! Estão se unindo contra o nosso Presidente. As críticas vêm da mídia, de políticos, de ministros, membros do MP, todos que não representam a maioria dos 57 milhões de brasileiros que apoiam o Presidente Jair Bolsonaro”, escreveu Bia Kicis.
A parlamentar não citou nomes, mas na imagem publicada está replicada uma frase absurda do ministro do STF, Celso de Mello.
“A face sombria de um presidente da República que desconhece o valor da ordem constitucional, que ignora o sentido fundamental da
separação de poderes, que demonstra uma visão indigna de quem não está à altura do altíssimo cargo que exerce e cujo ato, de inequívoca
hostilidade aos demais Poderes da República, traduz gesto de ominoso desapreço e de inaceitável degradação do princípio
democrático!!!”.
Isso sim é um ataque a democracia. Um completo desrespeito. Bolsonaro foi escolhido por 57 milhões de brasileiros. Celso de Mello foi escolhido por
José Sarney.
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Imagem publicada por Bia Kicis no Twitter

fonte:https://www.jornaldacidadeonline.com.br/
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A atroz revelação de um renomado jurista sobre o ministro que disse que Bolsonaro não está à altura do cargo

Resultado de imagem para Bia Kicis alerta: “Estão se unindo contra o nosso presidente” e conclama: "15/03 precisa ser grande"

Quando José Sarney, que indicou Celso de Mello para o STF, decidiu candidatar-se a senador pelo Amapá, o caso foi parar no STF, porque os adversários resolveram impugnar a candidatura. Celso de Mello votou pela impugnação, mas depois telefonou ao seu padrinho, Saulo Ramos, para explicar-se. Eis o trecho do livro: - Doutor Saulo, o senhor deve ter estranhado o meu voto no caso do presidente. - Claro! O que deu em você? - É que a Folha de S.Paulo, na véspera da votação, noticiou a afirmação de que o presidente Sarney tinha os votos certos dos ministros que enumerou e citou meu nome como um deles. Quando chegou minha vez de votar, o presidente já estava vitorioso pelo número de votos a seu favor. Não precisava mais do meu. Votei contra para desmentir a Folha de S.Paulo. Mas fique tranquilo. Se meu voto fosse decisivo, eu teria votado a favor do presidente. - Espere um pouco. Deixe-me ver se compreendi bem. Você votou contra o Sarney porque a Folha de S.Paulo noticiou que você votaria a favor? - Sim.

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Corrupção foi a maior violação de direitos humanos no país, diz Damares

Damares Alves: prioridade do governo é combater a corrupção e proteger a vida
A corrupção era a maior violação de direitos humanos no Brasil do passado e o atual governo segue “decidido a mudar a realidade de desvios sistemáticos de recursos públicos da saúde, educação e segurança pública”, afirmou a ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, ao discursar em painel no Conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas(ONU), nesta segunda-feira (24/02).
“Não usamos discurso de justiça social e proteção de direitos humanos como cortina de fumaça para desvio institucionalizado de bilhões de dólares. Sem corrupção, já começa a sobrar dinheiro para proteger nossos brasileiros”, afirmou.

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Em meio a torturas, pastores indianos pregam na prisão: “Feliz por fazer a obra do Senhor” Os pastores enfrentaram ameaças contínuas, incluindo avisos de que não seriam poupados após a libertação.

Os pastores Om Prakash (à esquerda) e Ajay Kumar enfrentam acusações infundadas em Uttar Pradesh, na Índia. (Foto: Reprodução/Morning Star News)
Os pastores Om Prakash (à esquerda) e Ajay Kumar enfrentam acusações infundadas em Uttar Pradesh, na Índia. (Foto: Reprodução/Morning Star News)
Três cristãos no norte da Índia passaram mais de dois meses na prisão sofrendo abuso de outros prisioneiros, embora a polícia não tenha encontrado evidências de irregularidades e o queixoso tenha retratado sua acusação, disseram fontes.
No distrito de Mau, no estado de Uttar Pradesh, o pastor Ajay Kumar, 23 anos, o pastor Om Prakash, 20, e outro cristão Kapil Dev Ram, 62, foram libertados sob fiança no final de janeiro, mas ainda enfrentam acusações.O tempo que passaram na prisão foi um "pesadelo", disse Kumar. Mas, no meio do sofrimento, começaram a compartilhar o Evangelho e muitos prisioneiros entregaram suas vidas a Jesus.
"Todas as noites foram traumáticas para nós", contou ao Morning Star News. "Não sabíamos quando uma multidão nos acordaria no meio da noite e nos atormentaria."
Acusados ​​de conversão forçada por extremistas hindus que interromperam seu culto em 26 de novembro na casa de Ram na vila de Daraura, os dois pastores foram libertados sob fiança em 27 de janeiro; Ram foi libertado em 29 de janeiro.
Apesar da provação, os pastores conseguiram compartilhar e ensinar o Evangelho a muitos prisioneiros, um dos quais professou fé em Cristo.
Kumar disse que enfrentaram o mesmo tipo de oposição nacionalista hindu na prisão que quando estavam livres.
"Os presos dentro da prisão mostraram seu viés religioso", disse Kumar ao Morning Star. "Nós não mentimos quando os outros prisioneiros nos perguntaram o motivo de estarmos na prisão, e quando lhes dissemos que é um caso de conversão [forçada], eles nos desprezaram e espalharam a notícia".
Socos e pontapés
Um grupo de prisioneiros veio muitas noites para acordar Kumar e Ram, que estavam em um quartel enquanto Prakash estava em outro, disse Kumar.
"Eles usaram linguagem vulgar e nos perguntaram quanto dinheiro estrangeiro ganhamos ao realizar conversões", disse Kumar. "Eles exigiram dinheiro de nós, pedindo que compartilhássemos o suposto saque com eles. E quando explicamos que não havia dinheiro envolvido, eles me bateram com socos e pontapés. Pouparam Kapil (Ram) de espancamentos, pois ele é um idoso, e disseram que eu tinha que apanhar por ele".
Os pastores enfrentaram ameaças contínuas, incluindo avisos de que não seriam poupados após a libertação, disse Kumar.
Alegria em meio à dor
"'Vamos lidar com você fora da prisão por realizar conversões', disseram muitos deles, mas sempre conversamos com eles educadamente", disse Kumar. "Aconteceram coisas sobre as quais não posso nem compartilhar."
Um dia, um prisioneiro influente o chamou e pediu que orasse por um homem que não conseguia dormir à noite desde que havia sido preso, meses antes. Kumar foi até o homem, orou por ele e começou a passar um tempo com ele.
"Um dia ele ficou quebrantado e começou a confessar seus pecados em oração; e passou a dormir à noite", disse Kumar. "Os prisioneiros problemáticos também começaram a incomodar esse homem, questionando-o por que ele começou a orar junto com os cristãos, aos quais respondeu: 'Quando fiquei chateado, ninguém me ajudou. Foi Ajay quem me falou sobre Cristo e me confortou", respondeu.
Quando Kumar e Ram estavam prestes a deixar a prisão, o homem disse que acreditava em Cristo e queria segui-Lo, disse Kumar. "Eu fiquei cheio de alegria", lembra.
No outro quartel, Prakash estava com varicela e ficou em quarentena por quase duas semanas. Ele não recebeu remédio para sua doença. No entanto, ele conseguiu compartilhar o Evangelho com cerca de 75 prisioneiros no local, disse ele ao Morning Star.
"Passei um tempo em oração por duas horas pela manhã e duas horas à noite", disse ele. "As pessoas começaram a me procurar com seus pedidos de oração. Compartilhei as boas-novas com todos os prisioneiros do meu alojamento."
Dos nove prisioneiros libertados de sua área enquanto ele estava encarcerado, cinco disseram que desejavam se conectar com ele e frequentar sua igreja após a libertação, disse Prakash.
"Embora tenha passado por muitos problemas e dificuldades, fiquei feliz por estar lá dentro, fazendo a obra do Senhor", disse Prakash.
Acusação infundada
Kumar e Prakash, que ajudam a liderar a Igreja da Sharon Fellowship em Mohammadabad, Gohana, estavam visitando a casa de Ram para adoração em 26 de novembro, quando extremistas hindus invadiram e interromperam a adoração.
Quando Kumar e Prakash deixaram a casa de Ram, uma grande multidão de extremistas hindus os ameaçou e chamou a polícia. Embora a polícia inicialmente não tenha demonstrado evidências de conversão forçada, os policiais decidiram acusar os homens em resposta à pressão de extremistas hindus, disseram fontes ao Morning Star.
Eles foram acusados, nas seções do Código Penal Indiano, de promover inimizade entre diferentes grupos com base na religião, indignar sentimentos religiosos e induzir uma pessoa a acreditar que ele seria objeto de desagrado Divino, e por promover desarmonia, inimizade, ódio ou doença. vontade entre diferentes comunidades religiosas.
Os homens pagaram fiança de 400.000 rúpias, cerca de 5.555 dólares cada, disseram fontes, e de acordo com os termos da fiança, devem comparecer ao tribunal quase a cada duas semanas ou sempre que o tribunal exigir.
Mais tarde, uma testemunha do caso retratou sua história, dizendo em depoimento juramentado que estava confuso quando fez a denúncia e depois soube que não estava ocorrendo conversão. Em vez disso, os pastores haviam liderado uma reunião de oração.
O ativista dos direitos cristãos Dinanath Jaiswar disse ao Morning Star “que o caso não é apenas o caso de custódia mais longo do ano de 2019, onde os cristãos permaneceram na prisão por mais de dois meses, mas também um caso em que eles foram estrategicamente reservados por ‘mau uso de instituições religiosas para fins políticos e outros.’”
A Índia ocupa a 10ª posição na lista de observação mundial do Portas Abertas para 2020 dos países onde é mais difícil ser cristão.
O país ficou em 31º em 2013, mas sua posição piorou desde que Narendra Modi, do Partido Bharatiya Janata, chegou ao poder em 2014.
FONTE:https://guiame.com.br/
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Sua igreja está pronta para se prevenir do coronavírus? Saiba como preparar sua igreja para uma crise de saúde pública

Sua igreja está pronta para se prevenir do coronavírus?  Saiba como preparar sua igreja para uma crise de saúde pública 16
O psicólogo americano Jamie D. Aten – fundador e diretor executivo do Instituto de Desastres Humanitários (IDH) e presidente da Liderança Humanitária e de Desastres do Wheaton College em Wheaton, Illinois – publicou um artigo sobre como preparar igrejas para uma crise de saúde pública como o coronavírus.

Os países afetados pelo coronavírus devem começar a se preparar para uma possível pandemia de coronavírus, e para isso é importante que as igrejas considerem como irão se preparar em suas congregações e comunidades.

As comunidades religiosas frequentemente enfrentam uma série de barreiras à preparação para emergências, incluindo falta de pessoal, fundos, voluntários, tempo e recursos.

Em seguida, Jamie Aten dá dicas de algumas decisões simples que as igrejas podem tomar agora para ajudar a se preparar para qualquer potencial crise de saúde pública, extraída de sua pesquisa no Instituto de Desastres Humanitários (IDH) no Wheaton College (Illinois), nos EUA.

Evite o pânico

Com as últimas notícias da Ásia e da Europa, é importante levarmos esse vírus a sério, além de ajudar as pessoas a evitar o pânico.

Basicamente, os seres humanos se esforçam para evitar enfrentar a mortalidade como uma maneira de gerenciar a ansiedade. Segundo Aten, todos fazemos isso, muitas vezes inconscientemente, como uma maneira de impedir que nossos medos nos dominem.

As pessoas também são geralmente ruins na avaliação de riscos – e isso só aumentará à medida que relatos de coronavírus aparecerem nas notícias nos próximos dias, semanas e meses.

É importante ouvir fontes confiáveis para obter informações, recomendações e ferramentas.

Enquanto continuamos atentos à disseminação do coronavírus, é importante responder a essa crise de saúde pública como uma oportunidade para substituir o pânico pela preparação e prevenção.

Construir um plano de preparação

A equipe de Aten escreveu o “Guia de Planejamento em Saúde Pública para Comunidades de Fé” em parceria com o Departamento de Saúde Pública do Condado de Cook e o Departamento de Saúde Pública de Chicago como um recurso para as igrejas.

Em suas pesquisas, Aten disse que a maioria das congregações não está preparada para crises de saúde pública – seja coronavírus ou gripe – mesmo que muitas pessoas procurem as congregações locais para obter respostas e assistência durante essas crises.

Saber o que fazer diante de uma crise pode ser algo significativo para as congregações e comunidades.
Aten espera que este guia ajude os líderes da igreja a fazer importantes preparativos caso o coronavírus ou qualquer outra situação de saúde pública afete sua comunidade.
Aqui estão alguns primeiros passos:
  1. Prepare uma equipe para o ministério.
Identifique os líderes de sua congregação que podem formar uma equipe e / ou fazer parceria com outras igrejas da sua região, para se preparar para um desastre e implementar um plano caso uma pandemia atinja sua comunidade.
É ideal criar essa equipe antes que ocorra um desastre.
  1. Familiarize-se com a Saúde Pública.
Pergunte à sua equipe se há pessoas em sua comunidade de fé especialmente expostas ou vulneráveis.
Existem práticas de fé que podem levar à exposição? Como saudações com contatos de mãos e rostos, imposição de mãos ao orar ou no batismo, orações em conjunto. Ou há membros que viajam a trabalho ou turismo para áreas de risco? Ou que viajam para conferências ou em missões? Avalie como realizar os rituais ou atividades sem colocar os membros da igreja em risco de saúde.
Pense em como será a recepção dos membros, o uso dos banheiros e da cantina, a distribuição da Santa Ceia e do lanchinho infantil, o cuidado de crianças no berçário ou em escolas dominicais.
Entre em contato com as autoridades locais de saúde pública e as agências de saúde para obter orientação sobre as melhores práticas e a melhor maneira de lidar com o surto atual.
  1. Crie um plano de emergência.
Reúna sua equipe para identificar riscos, ameaças, papéis de liderança, estratégias, políticas e procedimentos de comunicação.
Aten aconselha ter um plano escrito. Lembre-se de que o planejamento eficaz de emergência congregacional começa com a liderança máxima.
  1. Envolver-se na prevenção.
Considere como oferecer educação aos membros da sua igreja. Eduque as pessoas sobre os sinais, sintomas e avisos do coronavírus. Compartilhe dicas para se manter seguro e as noções básicas de higiene para evitar a disseminação ou a contaminação pelo vírus. Para saber quais são essas dicas, clique neste link.
Consulte o Ministério da Saúde ou outras agências locais de saúde pública para obter informações, recursos e diretrizes precisas e confiáveis ​​e siga seus conselhos.
  1. Considere um plano de mitigação (cancelamentos).
O que seria necessário para você cancelar cultos ou atividades para manter todos em segurança? Como sua igreja forneceria recursos? Quem toma as decisões e comunica as notícias?
Pense nisso com antecedência, para que você tenha uma estrutura pronta e esteja pronto para responder quando e se a hora chegar.
Uma abordagem medida, orientada pela preparação e não pelo pânico, ajudará sua igreja a estar pronta para o que vier, informada para mitigar o risco real e preparada para responder bem ao procurar demonstrar o amor de Cristo àqueles que podem ser impactados.
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Lula condena protestos do dia 15/03 e cobra ação do congresso contra Bolsonaro

De forma bastante hipócrita, o criminoso Lula — condenado em segunda instância em pelo menos duas ocasiões e réu por vários processos — atacou o Presidente Bolsonaro e as manifestações marcadas para o dia 15/03.
O criminoso, o qual por diversas vezes andou de mãos dadas com ditadores — Fidel, Chávez, Maduro e outros —, falou que “Bolsonaro e o general Heleno estão provocando manifestações contra a democracia”.
É! Ele mesmo, que logo após sair da prisão buscou trazer as manifestações violentas do Chile para o Brasil, agora trata como antidemocrático um ato popular.
E não bastando toda essa hipocrisia, beirando a psicopatia, ele ainda teve a coragem de citar o caso Queiroz, acusando Bolsonaro de acobertar criminosos e corruptos. Pelo visto, o criminoso [Lula] esqueceu dos vários processos de corrupção que cercam seu partido e a si próprio.
Bolsonaro e o general Heleno estão provocando manifestações contra a democracia, a constituição e as instituições, em mais um gesto autoritário de quem agride a liberdade e os direitos todos os dias.
8.878 pessoas estão falando sobre isso

Bolsonaro e o general Heleno estão provocando manifestações contra a democracia, a constituição e as instituições, em mais um gesto autoritário de quem agride a liberdade e os direitos todos os dias.
É urgente que o Congresso Nacional, as instituições e a sociedade se posicionem diante de mais esse ataque para defender a democracia.
1.816 pessoas estão falando sobre isso




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POLITICAApoiadores de Bolsonaro preparam protesto a favor do presidente e contra o Congresso. #SomosTodosBolsonaro


Apoiadores de Bolsonaro marcaram um protesto a favor do presidente e contra o Congresso Nacional.
A manifestação foi marcada após o general Heleno criticar a chantagem do Congresso Nacional, no caso das emendas impositivas. Os organizadores não aceitam aquilo que chamam de ”parlamentarismo branco”.
Maia e Alcolumbre precisam de um freio, que só a população pode dar. No Twitter, a hashtag ”somostodosbolsonaro” já está em primeiro lugar nos trending topics.
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Um pai orgulhoso posta: “Meu filho tem Autismo e se expressa através da pintura, e eis aqui algumas obras de arte dele.”


FONTE:https://cantinho.live/
Nas linhas que se sequem temos as lindas publicações de um pai super orgulhoso, como qualquer outro. Ele sente muita admiração por seu filho e divulga seu trabalho em suas redes sociais.“Tristan é meu filho de cinco anos que foi diagnosticado com um distúrbio do espectro do autismo aos três anos de idade. Apesar desse diagnóstico de mudança de vida, ele ainda é uma criança muito brincalhão.”
O pai conta que o incentivo para o menino aconteceu desde o dia que Tristan viu sua irmã mais velha pintando. “Um dia, Tristan viu sua irmã mais velha pintando. Depois de um tempo, ele mostrou grande interesse e perguntou a nós, seus pais, se ele também podia pintar algumas vezes. Eu me encontrei em uma situação um pouco embaraçosa porque não sabia o que responder ao meu amado filho, que está tendo dificuldades com as habilidades motoras finas.”
A grande ideia veio desse pai:” Então, tive a ideia de que Tristan podia pintar, mas de uma maneira e estilos diferentes. No dia seguinte, Tristan conseguiu seu primeiro conjunto de cores acrílicas e imediatamente começou a espirrar, pingar e pintar as fotos.”


“Depois que ele criou algumas pinturas, percebemos que elas eram únicas e bastante especiais. Decidimos criar um perfil no Instagram para mostrar seus trabalhos. Durante suas sessões de pintura, eu o gravo e, depois que ele termina, Tristan observa e analisa suas criações de volta com um grande sorriso no rosto.” Contou o pai do menino.
De acordo com seu pai a pintura serve como uma terapia e ainda ajuda no desenvolvimento da criança. Foi uma ideia perfeita para Tristan que revelou pinturas lindíssimas.





“Para Tristan, como uma criança autista, criar essas pinturas em seu próprio estilo e para nós apreciarmos é inestimável e acreditamos ser muito terapêutico para ele. Seus movimentos e ações quando ele se expressa e seus pensamentos através de sua arte são realmente bastante mágicos.”




Este artigo foi publicado originariamente no site- Tendencias , e foi reproduzido adaptado por equipe do blog cantinho.Este artigo foi publicado originariamente no site- Tendencias , e foi reproduzido adaptado por equipe do blog cantinho
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Comissão da Câmara tem maioria para aprovar prisão após 2ª instância Levantamento feito pelo GLOBO mostra que 22 deputados são a favor da aprovação do projeto, enquanto quatro são contra

Deputada Carolina de Toni (PSL-SC) já declarou publicamente sua posição a favor da medida Foto: Agência Câmara
BRASÍLIA — A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que determina a prisão após a condenação em segunda instância já tem o apoio da maioria dos integrantes da comissão da Câmara que analisa o assunto, o que indica que a proposta deverá ser aprovada pelo colegiado ainda no primeiro semestre. Levantamento feito pelo GLOBO mostra que 22 deputados são a favor da aprovação do projeto, enquanto quatro são contra e dois ainda estão avaliando.Todos os 31 titulares indicados pelos partidos foram procurados, mas quatro não responderam, sendo que um deles, a deputada Carolina de Toni (PSL-SC), já declarou publicamente sua posição a favor da medida. Há três vagas em aberto, ainda não preenchidas pelas indicações partidárias. Caso todos estejam presentes, a proposta precisa de pelo menos 18 votos para ser aprovada.
Ainda segundo a maior parte dos parlamentares ouvidos, a antecipação do cumprimento da pena deve ser estendida para além dos casos criminais, englobando outros tipos de ação, como civil e tributária. Um ponto importante da PEC, no entanto, ainda divide os parlamentares: se a partir da promulgação do texto as novas regras valeriam só para novos julgamentos ou para casos já em andamento.
O relator da proposta, Fábio Trad (PSD-MS), é um dos 22 deputados que se disseram favoráveis à prisão após condenação em segunda instância e um dos 24 parlamentares que concordaram com a validade da regra para outros tipos de ação. Entre os deputados que não responderam, está Wilson Santiago (PTB-PB), que chegou a ser afastado do mandato pelo Supremo Tribunal Federal (STF) — ele foi denunciado por corrupção pela Procuradoria-Geral da República (PGR). Uma votação no plenário, no entanto, determinou que o parlamentar retomasse o cargo.Trad ainda não decidiu qual caminho seguirá em relação ao ponto de discordância, pois o caso “ainda está em análise”. Em relação à validade das regras para casos em curso, cinco parlamentares declararam estar indecisos, 11 são a favor e nove se posicionaram contra. A apresentação e votação do relatório deve ocorrer ainda no primeiro semestre deste ano. O presidente da comissão, Marcelo Ramos (PL-AM), diz que há audiências públicas marcadas para debater a proposta até a última quarta-feira de março. A partir daí, haverá debates e, então, a votação do texto de Trad.
— Se estiver maduro, e acho que estará, votaremos logo — diz o deputado.A discussão sobre a prisão em segunda instância ganhou fôlego na Câmara depois de o STF ter mudado o entendimento sobre o tema, condicionando a detenção ao trânsito em julgado da sentença. A PEC foi apresentada 12 dias após a decisão da Corte sobre o assunto. O texto passa a definir a tramitação em segunda instância como o trânsito em julgado, tratando os recursos aos tribunais superiores como tentativas de rever condenações já definitivas.


A posição do colegiado

Levantamento do GLOBO aponta que

4

maioria da comissão sobre a prisão

após 2ª instância apoia PEC

NÃO

22

31

2

INDECISO

SIM

São necessários

3

deputados

na comissão

18 votos

NÃO

RESPONDEU

CASO A PEC SEJA

CASO A PEC SEJA

APROVADA, É A FAVOR

A FAVOR DA PEC QUE

APROVADA, DEVE

COMO DEVEM VOTAR

PERMITE A PRISÃO

DA VALIDADE PARA

VALER PARA OUTROS

EM SEGUNDA

CASOS DE JULGAMENTO

TIPOS DE PROCESSOS,

SIM

INDECISO

INSTÂNCIA?

ALÉM DO CRIMINAL?

EM ANDAMENTO?

NÃO

NÃO RESPONDEU

PDT/RS

Afonso Motta

CIDADANIA/SP

Alex Manente

DEM/SP

Alexandre Leite

PSB/PR

Aliel Machado

PSD/PE

André de Paula

DEM/BA

Arthur Oliveira Maia

PSL/DF

Bia Kicis

PSDB/SP

Carlos Sampaio

PSL/SC

Caroline de Toni

PSL/SP

Coronel Tadeu

PSDB/RS

Daniel Trzeciak

PSD/MS

Fábio Trad

PSC/SP

Gilberto Nascimento

PL/MA

Gildenemyr

NOVO/SC

Gilson Marques

MDB/RJ

Gutemberg Reis

PT/RS

Henrique Fontana

MDB/MA

Hildo Rocha

PSOL/SP

Ivan Valente

REPUBLICANOS/GO

João Campos

PT/CE

José Guimarães

PODE/GO

José Nelto

PSB/MG

Júlio Delgado

REPUBLICANOS/MG

Lafayette de Andrada

AVANTE/AP

Leda Sadala

PL/AM

Marcelo Ramos

PT/MG

Margarida Salomão

PCDOB/SP

Orlando Silva

PDT/RJ

Paulo Ramos

PSD/PR

Roman

PTB/PB

Wilson Santiago
Para a maioria do colegiado, antecipar o cumprimento das penas é uma maneira de tornar o sistema de Justiça mais efetivo, reduzindo a sensação de impunidade
— Desestimularia a interposição de recursos especiais e extraordinários como mera protelação em busca de prescrição e impunidade, desafogaria STJ e STF, permitindo maior foco desses tribunais superiores na função de uniformização da interpretação do direito e daria mais credibilidade às decisões ordinárias de 1º e 2º graus, que é quando se encerra a análise probatória judicial — acrescenta o deputado Daniel Trzeciak (PSDB-RS).

Prioridade de Moro

Entre os deputados que se opõem à prisão após a condenação em segunda instância, o argumento central é o de que a presunção de inocência — cláusula pétrea da Constituição, ou seja, irrevogável — só se esgota depois da análise de todos os recursos.
— Isso não significa nenhum compromisso com o malfeito. Até para punir, tem que ter regras para não permitir que juízes ou quem quer que seja abusem e comentam injustiças — afirma o deputado José Guimarães (PT-CE).
Colega de partido, o deputado Henrique Fontana (PT-RS) ainda avalia possíveis mudanças no texto para decidir qual posição vai tomar:
— Depende do relatório final. Sou a favor de mudar o momento do trânsito em julgado para todas as áreas, mas isso não está no texto inicial da PEC, por exemplo.
A aprovação da PEC é considerada prioridade pelo ministro da Justiça, Sergio Moro. A possibilidade de prisão após a condenação em segunda instância integrava a versão original do pacote anticrime, mas o item foi retirado pelos parlamentares com a alegação de que a alteração só poderia ser feita via emenda constitucional. Moro considera que mudanças no Código Penal, no Código de Processo Penal e na Lei de Execução Penal bastariam para garantir a execução antecipada da pena, mas, ainda assim, o ministro costuma repetir que a melhor solução é a que tiver mais apoio no Congresso.
Há duas semanas, Moro foi a uma audiência pública na Câmara para discutir o assunto. Aos integrantes da comissão que analisa a PEC, o ministro defendeu mudanças no texto, como a possibilidade de que a modificação alcance todos os processos em andamento. Para Moro, isso seria possível porque se trata de legislação processual — questões penais não podem retroagir em prejuízo ao réu. Este ponto, no entanto, ainda está indefinido na comissão. A versão apresentada pelo deputado Alex Manente (Cidadania-SP) prevê que as regras atualmente em vigor sejam válidas caso os réus já tenham apresentado recursos ao Supremo Tribunal Federal (STF) ou ao Superior Tribunal de Justiça (STJ).
O parecer da comissão será apenas uma indicação para orientar o plenário da Câmara. Por isso, sua aprovação não exige o quórum de três quintos. Os partidos ainda têm a possibilidade de alterar os nomes indicados para o colegiado a qualquer tempo.
FONTE
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Apenas em uma cidade, mais de 280 igrejas foram demolidas na China em 12 meses

Nos últimos anos, precisamente durante o regime do presidente Xi Jinping, responsável pelo comando supremo do Partido Comunista Chinês (P...

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