Esperança News: CONAVID-19
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Adivinhem qual economia europeia sofreu menos com coronavírus A da Suécia, o país que não fez isolamento nem quarentena, sofreu um baque considerável em vidas e deixa o resto do mundo obcecado por seu... Leia mais em: https://veja.abril.com.br/blog/mundialista/adivinhem-qual-economia-europeia-sofreu-menos-com-coronavirus/?fbclid=IwAR38Njok_DjF659OxYAUyc4FfSX6sCBCAxyC7QuK47ffPmD3eq63_aqgHTw

A Sweden fan shows their support ahead of the UEFA EURO 2008
Quarta-feira vai ser um dia importante na Suécia, um país do qual normalmente ninguém espera grandes emoções. Ainda mais com o seguinte tema: será anunciado o desempenho da economia sueca, medido pelo PIB, no segundo trimestre
O encolhimento na zona do euro foi o maior da história, 12,1%. Individualmente, a Espanha foi o país que sofreu o maior estrago, com um tombo trimestral quase inacreditável de 18,5%, num total 22,1% até a metade do ano. Outras catástrofes: França, 13,8%; Itália, 12,4%, e Alemanha, com o melhor resultado em termos de combate ao vírus entre os grandes países europeus, 10,1%. Com um pouco menos, mas ainda um resultado terrivelmente intragável, os Estados Unidos sofreram contração de 9,5%.
 Para piorar, todos os grandes países estão passado com aumentos localizados de casos, ainda longe de congurar um transbordamento em termos dos recursos de saúde pública, mas péssimos para a economia. A perspectiva de que que havendo um sobe e desce dos contágios cria insegurança e imprevisibilidade, dois dos maiores inimigos do bom desempenho econômico. Também diminui a possibilidade de uma recessão em “V”, uma queda abrupta seguida por rápida recuperação. Ao ter tomado um caminho diferente dos grandes países que bambeiam com a crise econômica, a Suécia condenou a si mesma a ser vista como uma espécie de padrão. Mesmo os que não ousam falar abertamente, não deixam de se perguntar: e seu tivéssemos feito como a Suécia? E não adianta dizer que o país enfrentou o vírus com medidas mais brandas, porém restritivas, propondo que quem pudesse e julgasse conveniente passasse a trabalhar de casa. A escolas permaneceram abertas até o segundo grau, permitindo que as mães (e os pais também, no país pioneiro na divisão de tarefas parentais) continuassem a trabalhar, presencialmente ou remotamente. O distanciamento também foi aconselhado e praticado em bares e restaurantes que espaçaram as mesas, embora continuassem a funcionar
Poucos andam de máscara na rua e sempre por iniciativa própria, embora nos aeroportos e meios de transporte elas sejam oferecidas gratuitamente, junto com um pedido para que sejam usadas. “Foi uma estratégia que deu resultados”, disse o teimoso responsável por ela, sem intervenções do governo como exige a lei, Anders Tegnell, diretor do serviço de epidemiologia. Tegnell já admitiu que o país poderia ter feito mais para poupar vidas, mas garantiu que não mudou de opinião sobre o acerto, entre prós e contras, da estratégia escolhida. Números: quase 5.800 mortes, quase dez vezes ou mais do que os vizinhos escandinavos, Dinamarca, Noruega, Finlândia e Islândia, comparáveis em termos de cultura política, coesão social, homogeneidade étnica e
 No dado que realmente dá a perspectiva correta, a Suécia está em sexto lugar em matéria de mortes por milhão de habitantes: 563. Acima dela, Bélgica, Reino Unido, Espanha, Peru e Itália. Os cinco países abaixo são Chile, Estados Unidos, França, Brasil e México. Como em outros países desenvolvidos, a doença foi especialmente letal entre idosos vivendo em casas de repouso. Quase a metade das vítimas fatais vivia nessas instituições
As comparações serão muito mais precisas no médio prazo de pelo menos um ano, para mostrar se a imunidade de grupo, um componente importante da estratégia sueca, realmente vai funcionar se houver uma segunda onda no inverno no hemisfério norte, quando aumenta a convivência em ambientes fechados e calafetados, o tipo de lugar em que o coronavírus se dá bem. Como presidentes de direita, de Donald Trump a Jair Bolsonaro, denunciaram inicialmente os custos devastadores que o lockdown traria para a população, em termos de empregos perdidos e negócios arruinados, a estratégia sueca passou a ser vista sob este prisma. Por causa disso, no espectro político do centro até as esquerdas, muita gente passou a torcer, secreta ou abertamente, para que a Suécia se desse mal
No campo oposto, claro, ocorre o contrário: quanto mais a Suécia não se der mal, apesar do número comparativamente alto de vítimas, mais sólida será a convicção de que agiu da melhor maneira possível numa situação de loose loose – todos estão fadados a sofrer perdas, mas economia e escolas paradas têm efeitos piores ainda do que um alto número de mortos. “Acho que muitos países deveriam ter pensado duas vezes antes de decretar uma medida drástica como o lockdown”, já disse Tegnell. “Isso, sim, foi experimental, não o modelo sueco”. Longe de viver num paraíso imunizado contra a politização que acompanha vários aspectos da pandemia, Tegnell foi condenado por muitos colegas e sofreu até ameaças de morte. O apoio da opinião pública caiu, mas não chegou a níveis catastrócos. 
 Apesar do jeito despretensioso, Tegnell bem que gosta de proclamar as vantagens de sua política para o coronavírus e espetar os vizinhos, ressaltando os efeitos negativos, dos psicológicos ao educacionais, do lockdown que vigorou por três meses ou mais em países mais afetados. “São medidas muito mais complexas do que entendemos hoje. Essa doença é muito difícil de entender”. Quanto a isso, todo mundo concorda. Sobre o restante, nunca haverá evidências denitivas. Não é possível comprovar taxativamente o que teria acontecido em países afetados de maneira tão brutal como Itália ou Espanha, onde os sistemas de saúde chegaram perto de não aguentar o volume de doentes. Sem o lockdown, o número de mortes seria muito mais avassalador ou seria apenas relativamente maior, enquanto o impacto econômico faria menos vítimas? Não existem respostas à prova de contestações. Adicionalmente, a grande ironia do caso é que a Suécia se qualica como país que praticamente criou o conceito de estado-babá, com intervenção do estado do berço ao túmulo, para o bem e para o mal. Na crise do coronavírus, os pacistas, acomodados e bem amparados suecos se transformaram, via Anders Tegnell, em apostadores audaciosos, dispostos a correr altos riscos e desaar o consenso médico. “É como se o mundo tivesse cado louco e se esquecesse de tudo o que discutíamos”, teima o epidemiologista de 64 anos que tem a jardinagem como hobby e agora vê o aumento de casos em vários países como uma prova de que estava certo: só poderemos nos livrar do vírus quando houver imunização em massa, via vacina ou contaminação natural de uns 70% da população. “Os casos aumentaram muito e a pressão política cou muito forte”. “Daí, a Suécia cou sozinha”. Sozinha, sim, mas com todo mundo de olho para saber o que acontecerá lá.  Os números da economia nessa quarta-feira são apenas mais um capítulo de uma história que ainda tem muito para acabar. No primeiro trimestre, a Suécia teve crescimento raquítico de 0,1%, enquanto os outros países afetados já entravam no buraco da recessão. Para encerrar e espalhar um pouco mais de dúvidas: internamente, as críticas ao modelo de Tegnell são da direita porque o governo do ex-metalúrgico Stefan Lofven, o primeiro-ministro que pouco pode opinar, mas obviamente leva os louros ou as pancadas pela estratégia sanitária, é de centro-esquerda.
fonte:https://veja.abril.com.br/
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Covid: Pneumologista que curou centenas de pacientes denuncia riscos do lobby e politização


Com 30 anos de experiência, o médico pneumologista Wagner Malheiros lida diariamente com pacientes de Covid 19, em Cuiabá (MT), onde trabalha em consultório. Ele diz já ter tratado mais de 400 pacientes em estágios iniciais da doença e em nenhum deles foi preciso internação. Ele revela o segredo: “uma boa parte usou Hidroxicloroquina, outros Ivermectina. Usei corticoide em um grupo de doentes que tinha uma manifestação inflamatória mais acentuada. Mas em geral o tratamento básico foi a cloroquina, azitromicina e a ivermectina de forma mais tardia”.
Malheiros vem denunciando em suas redes sociais o descaso de autoridades e da mídia com os tratamentos que se mostram mais eficientes e alerta para riscos da politização de medicamentos e do lobby da indústria farmacêutica.Segundo o pneumologista, os doentes que morrem são vítimas do que ele denuncia como campanha criminosa que por interesses comerciais e políticos, está matando pessoas. “Os hospitais particulares, na maioria, não usam a [hidroxi]cloroquina, não usam medicação nenhuma e o doente está sendo internado para ser tratado com sintomáticos. São os pacientes que morrem”.
Malheiros explica que esses pacientes, em geral, são os que acabaram na emergência porque não foram medicados de forma precoce. “Foram uma, duas ou quatro vezes ao médico no posto de saúde, foi mandado para casa para tomar dipirona e foi evoluindo, com piora, chega no hospital, não recebe o tratamento, é internado onde recebe oxigênio, entubam com respirador e, se tiver muita sorte, sai vivo. Porque boa parte, principalmente os idosos, acaba falecendo”.
Quanto ao tratamento ideal, Malheiros recomenda iniciar com os remédios antes mesmo do resultado de exame de sangue ou PCR, que demora muito. Quando possível, o auxílio de tomografia vem se mostrando eficiente para o diagnóstico.
O grande segredo, segundo Malheiros, é o tratamento precoce. Ele garante que a hidroxicloroquina funciona, principalmente nos primeiros estágios da doença.
“A minha experiência com a hidroxicloroquina é fantástica. É uma droga fabulosa. Não observei nenhum efeito colateral. Trabalho com um conjunto de médicos cardiologistas e eles também são unânimes em dizer que é uma coisa extremamente rara”, explica Malheiros.
Ele alerta ainda que a campanha contra a hidroxicloroquina prejudica muito a situação e pode estar acarretando em mais mortes.
“Eu tive muitos problemas no início, para começar o tratamento porque as pessoas não acreditavam que existiam evidências suficientes para utilizar esse medicamento e essa questão política também, que foi muito grande e atrapalhou demais”, disse Malheiros.
“Acho que a única sociedade [médica] que não teve coragem de ficar contra a hidroxicloroquina foi a Sociedade de Reumatologia, porque eles usam a cloroquina há dezenas de anos para doenças autoimunes”.

O lobby farmacêutico e a política através da mídia

O médico considera preocupante a cobertura que os meios de comunicação vêm fazendo sobre o tema. Ele cita o caso da Gilead Sciences e o conflito de interesse que e a cumplicidade de jornais sobre o imenso lobby de laboratórios contra a hidroxicloroquina. O pneumologista citou o estudo francês que denunciou o modo como os financiamentos e doações da indústria farmacêutica influenciam as decisões tomadas por médicos e especialistas em medicina.
No contexto da epidemia de Covid-19, vários tratamentos estão disponíveis para tratar pacientes infectados pelo vírus. Alguns são protegidos por patentes, como o remdesivir, outros não, como a hidroxicloroquina.
Malheiros vê com preocupação o fato de que a maioria dos congressos da Sociedade Brasileira de Infectologia é patrocinada pela gigante farmacêutica Gilead Sciences, grupo francês envolvido na produção do remdesivir e que trabalha em forte lobby anti-hidroxicloroquina.
Segundo ele, a imprensa tem seus próprios interesses, inclusive comerciais, ligados a este grupo farmacêutico. “Principalmente o remdesivir, da Gilead”, explica.
“É muito complicado. Virou uma questão não de saúde pública, mas uma questão política. E é importante para essas pessoas demostrarem que a cloroquina não funciona, apesar de ser utilizada há mais de 50 anos e não precisava nem de receita”, diz o médico.
“Aqui em Mato Grosso você comprava [cloroquina] em qualquer canto, até no boteco”, brinca.

Interesses comerciais, imunização e as vacinas

Segundo Malheiros, as únicas soluções aceitáveis para a imprensa, ligada às empresas farmacêuticas, são o remdesivir e as vacinas. Ele se diz preocupado com a possibilidade de se tornar a vacinação obrigatória, o que considera um absurdo.
“O problema maior, agora”, diz o pneumologista, “é que eles vão tentar de todas as maneiras desacreditar que o paciente fique imunizado e que tem que tomar vacina. Isso será uma outra grande mentira. Outra grande fraude. A minha preocupação é de chegar ao ponto de tornar obrigatória o uso da vacina. Isso vai ser uma barbaridade”.
“A questão toda é financeira. A medicação é remdesivir ou a vacina. A preocupação menor é com o povo e com a saúde. Infelizmente é o ponto em que nós chegamos”.
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Brasil compra 100 milhões de doses da vacina de Oxford contra Covid-19

Brasil compra 100 milhões de doses da vacina de Oxford, diz ...
A meta do Ministério da Saúde é já ter 15 milhões de pessoas imunizadas em dezembro deste ano; saiba mais
Na última terça-feira (28), o governo federal anunciou a compra de 100 milhões de doses da vacina em desenvolvimento da Universidade de Oxford contra a Covid-19, segundo o secretário de vigilância em saúde do Ministério da Saúde, Arnaldo Correia de Medeiros.
"Nessa encomenda está previsto o primeiro lote para chegar em dezembro. O segundo lote em janeiro. Se tudo der certo, nós teremos a vacina em dezembro com a ajuda de Deus e o esforço e trabalho de toda a comunidade científica", disse o secretário
 De acordo de Medeiros, o primeiro lote de 15 milhões poderá chegar em dezembro deste ano; o segundo, também de 15 milhões, em janeiro e o restante, 70 milhões, viria em lotes sequenciais a partir de março. Para ele, um fatores positivos do Brasil é a possibilidade de produzir a vacina em território nacional, na fábrica de Bio-Manguinhos, da Fundação Oswaldo Cruz.
Atualmente, a vacina desenvolvida em Oxford (Inglaterra) está na terceira e última fase de testes e virá ao País quando se comprovar que ela é segura.
Contém informações da/o R7.
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“Praticamente inexiste risco de arritmia com cloroquina” Secretário de Ciência e Tecnologia do Ministério da Saúde, Helio Neto disse que fala é baseada em evidências analisadas pela pasta

O secretário de Ciência e Tecnologia do Ministério da Saúde, Hélio Neto, declarou no fim da tarde de quinta-feira (9) que “praticamente inexiste” algum risco de arritmia grave em pacientes que usam a dose correta de hidroxicloroquina no tratamento inicial da Covid-19. A fala, segundo Hélio, é baseada em evidências analisadas pelo ministério.
– Há várias casuísticas publicadas no mundo inteiro, série de casos contendo milhares de pacientes, evidências que também foram analisadas pelo Ministério da Saúde, e essas evidências mostram que, no tratamento precoce, com a dose correta preconizada, segura, com uso há mais de seis décadas, praticamente inexiste ou é relativamente muito pouco o risco de ter uma arritmia grave ou algum problema que agrave a condição do paciente – disse.Neto ainda apontou que a declaração não trata de pacientes graves, quando o coração é afetado pela doença e não pelo fármaco em si, e nem nos casos de superdoses, como aplicações de quantidades “de até 400% acima do normal”.
– Novamente, não estamos falando do paciente grave, cujo coração sofre pela doença, não somente por este ou aquele medicamento, não estamos falando de pacientes graves em estado muito avançado da doença, já com miocardiopatia, e que usam doses de até 400% acima do normal do que se usaria no tratamento precoce – completou.
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'Impediu minha ida para a UTI', diz Roberto Kalil sobre cloroquina Chefe da cardiologia do Hospital Sírio-Libanês foi tratado para covid-19 com um conjunto de medicamentos que incluiu a hidroxicloroquina

Roberto Kalil (foto) é presidente do conselho do InCor
Ainda com a respiração ofegante e muita tosse, o cardiologista Roberto Kalil Filho, um dos nomes mais respeitados da cardiologia no Brasil, deixou o hospital nesta quarta-feira (8), após dez dias internado para tratamento da covid-19.

Ao receber alta, ele resolveu tornar público que tomou, desde o primeiro dia, um conjunto de medicamentos que inclui a hidroxicloroquina, droga antimalária amplamente usada no Brasil e também indicada para algumas doenças autoimunes, que vem apresentando evidências positivas no tratamento contra o coronavírus.

O medicamento ainda divide opiniões entre a comunidade médica em relação à covid-19, mas diversos hospitais, inclusive o Sírio-Libanês - onde Kalil Filho chefia a cardiologia e ficou internado - têm adotado o uso, seguindo orientações estabelecidas pelo Ministério da Saúde.Em entrevista ao R7, o cardiologista, que também é presidente do conselho diretor do InCor (Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da USP), conta que chegou ao hospital "ruim", no começo da semana passada."Eu cheguei com uma pneumonia avançada, com oxigenação baixa, fui do apartamento transferido com urgência para a semi-intensiva, ia para a UTI."Logo no primeiro dia, a equipe médica discutiu com ele o uso de um conjunto de medicamentos: antibiótico, anticoagulante, corticoide (anti-inflamatório) e também a hidroxicloroquina.

"Eu acredito que esse conjunto de tratamento impediu minha ida para a UTI. Eu fui melhorando, dois, três, quatro, cinco dias... depois eu fiquei relativamente bem. Ainda estou convalescendo."

Kalil Filho afirma que resolveu falar sobre o tratamento, porque, como médico e também paciente, acredita não se pode aguardar por muitos meses até que sejam publicados grandes estudos sobre o medicamento, já que a situação da pandemia em muitos países, incluindo o Brasil, agrava-se diariamente.

"Eu resolvi falar, defender [o uso da hidroxicloroquina] para os pacientes internados. Desde que você consiga minimizar, atenuar a gravidade do caso do paciente, impedir que ele vá para a UTI e mandá-lo para casa o quanto antes, você desafoga, além de estar salvando vida, desafoga o serviço público principalmente."


O cardiologista compartilha do posicionamento adotado pelo Ministério da Saúde, de que a medicação deve ser usada em pacientes internados e sob supervisão médica. Ele chama de "especulação" o uso para pacientes em casa, com quadros leves da doença.

De todos os infectados pelo coronavírus, os estudos mostram que 80% não apresentam sintomas; 15% têm sintomas, mas se recuperam sem necessidade de internação. Apenas 5% precisam ser hospitalizados.

"Estes 5%, que é o meu caso, têm que tomar tudo o que têm direito. Como é que vou esperar daqui a um ano sair um estudo do que é melhor ou pior?", questiona Kalil.

Antiviral

Neste primeiro momento, no Brasil, a cloroquina se mostra como uma possibilidade, por ser um medicamento de fácil acesso e barato, "mas sempre com orientação médica, sempre seguindo a ciência, sempre seguindo as diretrizes", acrescenta o médico.

No entanto, estudos sobre antivirais contra o novo coronavíru
L

    "Nem lá fora tem o antiviral [em uso para tratamento] ainda. Agora, saindo estudos, que eu espero, que eu torço, devem estar para sair semana que vem.... o antiviral resolve o problema. Eu acho que aí o laboratório que fizer isso vai fazer milhões de doses. E o Brasil tem que importar no mesmo dia. Saindo um remédio, nesta comoção toda, seria a nossa glória."

    Por fim, Kalil, que tem 60 anos, orienta para que a população não duvide do quão severa a covid-19 pode ser em alguns pacientes.

    "O meu recado é que não dá para duvidar da doença, eu senti na pele."
    video:




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    “Nenhum paciente atendido foi a óbito”, diz deputada sobre uso da cloroquina em PE


    A deputada estadual Clarissa Tércio (PSC) relatou a sua experiência ao acompanhar o trabalho feito de forma voluntária por um grupo chamado “Amigos da Verdade”, o qual auxilia no tratamento de pessoas infectadas com o novo coronavírus em Pernambuco.
    Já foram realizados 591 atendimentos com 29 pessoas envolvidas diretamente nesses atendimentos, sendo utilizada a hidroxicloroquina em 80% dos casos, além de ivermectina, azitromicina e zinco.Segundo informações do Portal de Prefeitura, a equipe que conta com 10 médicos atendeu mais de dez localidades diferentes na Região Metropolitana do Recife (RMR) nos últimos 60 dias, totalizando quase 600 pacientes.“Como membro das comissões de Saúde e Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de Pernambuco (ALEPE), venho acompanhando todo o trabalho desenvolvido pelo grupo Amigos de Verdade e presenciado a responsabilidade desses profissionais ao administrarem a Hidroxicloroquina à pacientes que necessitam do medicamento”, afirmou Clarissa.
    “A prova da eficiência da medicação é tamanha, que nenhum paciente atendido foi à óbito ou necessitou de internamento, muito pelo contrário, temos relatos de diversos pacientes totalmente recuperados. Me sinto parte integrante dessa equipe, parabenizo os mesmos e apoio esse projeto que tem salvado vidas”, concluiu.
    O público-alvo do Amigos da Verdade é composto principalmente por pessoas que não têm acesso fácil ao tratamento de saúde. Os medicamentos foram administrados de forma precoce, dentro de três dias após o início dos primeiros sintomas, e além dos voluntários, os pacientes que tinham a disponibilidade também fizeram consultas com os seus respectivos médicos.
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    Jair Bolsonaro abre o jogo sobre hidroxicloroquina: ‘Não tem comprovação científica’ Bolsonaro afirmou também que remédio tem funcionado com ele e recomendou que pessoas procurem um médico.


    O presidente Jair Bolsonaro foi diagnosticado com Covid-19 na semana passada e um novo teste, realizado na terça-feira (14), mostrou que ele ainda está infectado pelo novo coronavírus. Bolsonaro permanecerá em isolamento social, despachando de sua residência oficial, o Palácio da Alvorada.

    Bolsonaro tem 65 anos e faz parte do grupo de risco da Covid-19 devido a idade. O presidente já afirmou pelas redes sociais que está bem e segue sendo medicado com a hidroxicloroquina. O vídeo em que Bolsonaro aparece tomando o medicamento gerou uma enxurrada de críticas a ele.

    O remédio não tem eficácia comprovada cientificamente, mas desde o início da pandemia Bolsonaro tem falado muito bem sobre ele. O presidente até ordenou que o Exército produzisse o medicamento em larga escala. A hidroxicloroquina é usada por pacientes que têm malária.

    Bolsonaro alerta sobre ineficácia da hidroxicloroquina

    Ao anunciar que o novo teste que fez para diagnosticar a Covid-19 deu positivo, o presidente falou sobre a hidroxicloroquina. Bolsonaro afirmou que tomado o medicamento, que está sentindo bem, mas frisou que não o recomenda. “Recomendo que você procure seu médico”, disse.
    “Coincidência ou não, sabemos que o tratamento não tem nenhuma comprovação científica, mas deu certo comigo”, garantiu o presidente. De fato, não há comprovação científica de que a hidroxicloroquina funcione para o tratamento contra Covid-19. O mundo todo aguarda a produção de uma vacina que possa garantir a proteção da população. Diversos países e organizações trabalham para que isso aconteça em breve.
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    Documento do STJ indica que Witzel comandava fraudes na saúde do Rio Inquérito investiga suposta participação do governador em irregularidades na compra de respiradores e na implantação de hospitais de campanha

    Wilson Witzel, governador do Rio de Janeiro

    Wilson Witzel, governador do Rio de Janeiro

    Philippe Lima/Governo do Estado do Rio de Janeiro - 16.05.2020
    O Jornal da Record teve acesso a um documento do Superior Tribunal de 
    Justiça que indica que o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, 
    comandava uma suposta estrutura com fortes indícios de fraude na saúde 
    pública durante a pandemia. O processo de impeachment contra Witzel está 
    em curso.
     
    A sessão desta quarta-feira (15) da Assembleia Legislativa do Rio de 

    Janeiro 
    foi a terceira das dez realizadas para que o governador Wilson Witzel se 
    defenda no processo de impeachment.
    Witzel também responde pelas suspeitas de corrupção na Justiça.
    O inquérito no STJ investiga a suposta participação de Witzel em irregularidades na compra de respiradores e na implantação de hospitais de campanha. A investigação apura também possíveis ilegalidades, envolvendo empresários e ex-secretários de estado. Diversos delitos podem ter sido praticados de forma sofisticada para parecerem atos legais de interesse público.
    Em um dos trechos do documento a que o Jornal da Record teve acesso, o ministro João Otávio Noronha ressalta que as provas coletadas, até o momento, indicam que dentro do poder executivo do estado do Rio de Janeiro foi criada uma estrutura hierárquica a partir do governador, que permitiu contratações com fortes indícios de fraudes na saúde pública.
    Em nota, Wilson Witzel afirmou que assim que surgiram as primeiras denúncias determinou quebra de sigilo dos contratos e abriu sindicância para apurar o ocorrido.

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    Nove viaturas são usadas para interromper culto online da Assembleia de Deus

    Viaturas enviadas para interromper culto online da AD
    Uma forte mobilização policial foi empregada na interrupção de um culto que estava sendo transmitido a partir do templo da Assembleia de Deus Ministério Madureira em Curitiba (PR). Nove viaturas foram usadas para encerrar a celebração que envolvia apenas o pastor e os integrantes do ministério de louvor.

    Policiais militares, guardas municipais e agentes da Superintendência de Trânsito (SETRAN) foram até o templo para responder a uma falsa denúncia de aglomeração. Quando chegaram ao local, as autoridades se depararam com uma igreja vazia, transmitindo o culto pelas plataformas de streaming.

    O pastor da igreja, Davi Secundo, usou as redes sociais para denunciar a intimidação feita pelas autoridades: “Como se vê, estamos realizando o culto online, respeitando as diretrizes do decreto municipal e estadual, mas infelizmente é esse o momento em que estamos vivendo”, lamentou.

    A postura autoritária, no entanto, não se dissipou após a constatação de que não havia aglomeração no local, e foram feitas ameaças de multa sobre os veículos estacionados nas vagas existentes em frente ao templo: “Não sei até onde vai isso, mas tenho certeza que Deus dará uma resposta de paz à nossa sociedade e à Igreja, ou continuará pesando a mão, estendendo Sua mão e deixando as pestes virem sobre esse mundo, porque só assim, infelizmente, alguns reconhecerão que só Deus é o Senhor”, comentou.
    Num desabafo feito no Facebook, o pastor reprovou o desperdício de recursos do contribuinte ao mobilizar o aparato de força das autoridades de maneira desnecessária: “A razão é porque somos a Igreja de Cristo e como tal incomoda sensivelmente aqueles que não concorda [sic] com sua existência. […] Todo esse contingente fora destacado para tal atendimento. Um desperdício de contingente e dinheiro para um local que não representa qualquer ameaça ao contrário, reitero, é parceira do Estado Brasileiro”.
    A psicóloga Marisa Lobo (Avante-PR), pré-candidata à prefeitura de Curitiba, comentou o episódio em suas redes sociais: “A igreja não é um fator de risco, igreja é serviço essencial. Independente do que está acontecendo a nível político, a igreja é sagrada, é inviolável o direito de culto, é inconstitucional simplesmente entrar em uma igreja cheio de policiais e fechar as portas”, criticou.

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    “Ivermectina elimina 97% dos vírus dentro de células em 48h”, diz infectologista potiguar Fernando Suassuna

    Um dos entusiastas do uso da ivermectina para a prevenção ao coronavírus, é o infectologista e imunologista potiguar Fernando Suassuna. De acordo com o médico, que vem estudando a ivermectina há alguns meses, em laboratório, a medicação, em 48h, “consegue eliminar 97% dos vírus dentro das células e 94% no sobrenadante das células. Seria uma ação efetiva e rápida”, comentou, citando estudos internacionais.
    A segunda evidência, segundo Fernando Suassuna, é um estudo feito nos Estados Unidos com 1.400 pacientes, em que 700 tomaram Ivermectina e outros 700 não tomaram. “A mortalidade de quem tomou foi 1,85%. Quem não tomou foi 8,5%”, apontou.Suassuna disse que, numa instituição de longa permanência de idosos, na zona Norte de Natal, o medicamento foi utilizado, para escabiose, em fevereiro, em 27 idosos. No dia 18 de maio, alguns dos idosos começaram a apresentar sintomas da Covid. Na semana passada, doses de reforço da ivermectina foram aplicadas de um a três dias, a depender do usuário. 
    Dos 27 idosos, cinco deles, entre 70 e 82 anos, registraram positivo para Covid. Enquanto uns ficaram assintomáticos e outros apresentaram sintomas leves. Nenhum foi hospitalizado.



    Omédico infectologista Fernando Suassuna gravou um vídeo onde explica os efeitos da Ivermectina nos pacientes infectados pelo coronavírus. O especialista disse que o medicamento "funciona muito bem no início da doença". Assista ao comentário no vídeo acima, que viralizou nas redes sociais.
    Fonte: Portal Grande Ponto



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    Fiocruz: antiviral para hepatite tem bom resultado contra a covid-19 O resultado foi obtido com testes in vitro

    Fiocruz: antiviral para hepatite tem bom resultado contra a covid-19 |  Agência Brasil Um estudo liderado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) com medicamentos que são usados para tratar hepatite C mostrou eficácia contra o novo coronavírus, que causa a covid-19. 
    A doença já infectou mais de 9,6 milhões de pessoas no mundo e matou quase 490 mil, segundo o painel globalda universidade Johns Hopkins. No Brasil, os dados de ontem (25) do Ministério da Saúde contabilizam 1.228.114 casos e 54.971 óbitos.
    Em experimentos in vitro com três linhagens de células, incluindo células pulmonares humanas, o antiviral daclastavir impediu a produção de partículas virais do novo coronavírus que causam a infecção. O medicamento foi de 1,1 a 4 vezes mais eficiente do que outros remédios que estão sendo usados nos estudos clínicos da covid-19, como a cloroquina, a combinação de lopinavir e ritonavir e a ribavirina, este último também usado no tratamento de hepatite.
    O daclastavir superou também a eficiência do atazanavir, um antirretroviral utilizado no tratamento de HIV que foi testado anteriormente pelos cientistas da Fiocruz.
    “As análises apontaram que o fármaco [daclastavir] interrompeu a síntese do material genético viral, o que levou ao bloqueio da replicação do vírus. Em células de defesa infectadas, o fármaco também reduziu a produção de substâncias inflamatórias, que estão associadas a quadros de hiperinflamação observados em casos graves de covid-19”, diz a Fiocruz.
    Os testes mostraram que o sofosbuvir, outro remédio para hepatite, foi menos eficiente do que o daclastavir. Ele também inibiu a replicação viral em linhagens de células humanas pulmonares e hepáticas, mas não apresentou efeito em células Vero, derivadas de rim de macaco e muito utilizadas em estudos de virologia.
    Pré-print
    Os estudos foram publicados no site de pré-print bioRxiv. Ou seja, os resultados já estão disponíveis para consulta pela comunidade científica internacional, mas ainda requerem aprofundamento e revisão.
    O trabalho foi liderado pelo pesquisador Thiago Moreno, do Centro de Desenvolvimento Tecnológico em Saúde (CDTS/Fiocruz), em parceria com cientistas do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) e dos Laboratórios de Imunofarmacologia e de Pesquisa sobre o Timo do IOC. Também colaboraram o Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas (INI/Fiocruz), Universidade Iguaçu (Unig), Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (Idor), Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Inovação de Doenças de Populações Negligenciadas (INCT-IDPN) e o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Neuroimunomodulação (INCT-NIM).
    De acordo com Moreno, os parâmetros farmacológicos do daclastavir contra o novo coronavírus são compatíveis com os efeitos do medicamento em pacientes.
    “O reposicionamento de medicamentos é reconhecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como a maneira mais rápida de identificar candidatos ao tratamento da covid-19. Considerando que os antivirais de ação direta contra o vírus da hepatite C estão entre os mais seguros, nossos resultados indicam que estes fármacos, em especial o daclastavir, são candidatos para a terapia, com potencial para ser imediatamente incorporados em ensaios clínicos”.
    Os cientistas alertam para os riscos da automedicação e destacam que ainda são necessários testes com pacientes para avaliar a eficácia das terapias. “Todas as pessoas com casos suspeitos ou confirmados de covid-19 devem procurar atendimento médico para orientação da terapia adequada”, adverte a Fiocruz. (Agência Brasil)
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    Dois milhões de doses da vacina contra a covid-19 deverão ser distribuídas até o fim de 2021, diz OMS A meta é chegar ao final do próximo ano com 2 bilhões de doses disponíveis à população mais vulnerável e exposta à doença

    O Otimista
    Os trabalhos para desenvolver, produzir e distribuir uma vacina eficaz e segura contra a Covid-19 estão sendo feitos em velocidade inédita, mas, mesmo se tudo der certo, elas não estarão disponíveis antes de 12 ou 18 meses, afirmou nesta sexta (26) a OMS (Organização Mundial da Saúde).A organização coordena o Act Accelerator, projeto que articula pesquisa, desenvolvimento, produção e licitação em nível global de testes, medicamentos e vacinas para a Covid-19. “Até que comecem a chegar resultados positivos dos testes clínicos que começaram a ser feitos com humanos, é cedo até para dizer quem está na dianteira desse esforço”, afirmou Andrew Witty, ex-executivo-chefe do laboratório GlaxoSmithKline que está à frente do braço de vacinas (Covax).Segundo a cientista-chefe da OMS, Soumya Swaminathan, até hoje a vacina obtida em tempo mais curto foi a da zika, em dois anos, mas sem testes amplos. A vacina contra o ebola, que seguiu os protocolos mais amplos, levou cinco anos.
    “Em geral, da pesquisa à aplicação uma vacina leva dez anos. Queremos encurtar para o mais breve possível, 12 ou no máximo 18 meses, mas isso só será possível se houver cooperação de todos os envolvidos -universidades, laboratórios grandes e pequenos, indústria e governos”, disse ela.
    O Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos EUA (HHS) já afirmou que as primeiras doses poderiam estar disponíveis já em outubro deste ano, e empresas também têm anunciado prazos mais curtos. Soumya afirmou que há mais de 200 vacinas candidatas a implementação, das quais cerca de 15 estão sendo testadas em humanos. Um esforço conjunto, porém, é necessário porque não será possível seguir o trajeto normal de primeiro encontrar a vacina viável e depois investir na sua produção.
    “Não temos tempo de terminar a pesquisa e o desenvolvimento e depois escalar a produção. Precisamos investir na produção desde já, e pensando nos diferentes tipos e tecnologias que podem ter sucesso”, disse ela. A cientista-chefe afirmou que serão necessários US$ 11,3 bilhões (R$ 62,5 bilhões) nos próximos seis meses e mais US$ 6,8 bilhões em 2021 para cumprir a meta de chegar ao final do próximo ano com 2 bilhões de doses disponíveis à população mais vulnerável e exposta à doença.
    Soumya disse que também é preciso que os governos assumam o compromisso de comprar 1 bilhão da Covax, para garantir o investimento na produção. Embora ainda não haja acordo sobre propriedade intelectual e licenciamento da produção, ela se disse confiante na disposição das corporações de tratarem a vacina para Covid-19 como um bem comum global. “Temos conversado com a indústria, e rivais estão compartilhando dados e recursos para acelerar os trabalhos. Estamos vendo, mais do que boa vontade, avanços práticos”, disse ela.
    Witty disse que há um esforço “imenso” de universidades e companhias no desenvolvimento de um portfólio bastante variado, usando tecnologias diferentes, mas que o momento tem que ser de “humildade” até que seja demonstrado sucesso na fase experimental. “Podemos ser supersortudos e encontrar um vencedor logo cedo, mais ainda assim levaremos 12 ou 18 meses para chegar a todos, o que já será incrivelmente precoce”, disse ele. (Folhapress)
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    Coronavírus: surto controlado no Japão sem isolamento intriga especialistas..

    Primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, tira máscara de proteção ao chegar para pronunciamento em Tóquio -
    O estado de emergência no Japão deve terminar com novos casos de coronavírus tendo diminuído para meras dezenas. O país conseguiu o objetivo ignorando em grande medida o manual padrão de outras nações. Não foram impostas restrições à mobilidade de residentes, e empresas, como restaurantes e salões de beleza, permaneceram abertas. Não foram implantados aplicativos de alta tecnologia que rastreavam os movimentos das pessoas. O país não possui um centro de controle de doenças. E, mesmo quando os países foram exortados a "testar, testar, testar", o Japão testou apenas 0,2% da população, uma das taxas mais baixas entre países desenvolvidos.
    No entanto, a curva foi achatada, com mortes bem abaixo de mil, de longe o menor número entre países desenvolvidos do G-7. Em Tóquio, com alta densidade populacional, os casos caíram para um dígito na maioria dos dias. Embora a possibilidade de uma segunda onda mais grave de infecção esteja sempre presente, o Japão entrou e deve deixar o estado de emergência em apenas algumas semanas. O status já foi suspenso na maior parte do país, e Tóquio e outras quatro regiões restantes deixam o estado de emergência na segunda-feira. "Só de olhar para os números de mortes, você pode dizer que o Japão foi bem-sucedido", disse Mikihito Tanaka, professor da Universidade de Waseda, especializado em comunicação científica que faz parte de um grupo consultivo público de especialistas sobre o vírus. "Mas mesmo especialistas não sabem o motivo." .
    Uma lista amplamente compartilhada reúne 43 possíveis razões citadas em reportagens da mídia, variando de uma cultura de uso de máscaras a uma taxa de obesidade baixa, além da decisão relativamente antecipada de fechar escolas. Entre razões mais fantasiosas incluem o fato de que os japoneses emitem menos gotículas potencialmente carregadas de vírus ao falar em comparação com outros idiomas. Rastreamento de contatos Especialistas consultados pela Bloomberg News também sugeriram uma infinidade de fatores que contribuíram para o resultado, e nenhum deles soube apontar um pacote de políticas único que pudesse ser replicado em outros países. No entanto, essas medidas ainda oferecem lições de longo prazo para países em meio à pandemia. Uma resposta rápida diante do aumento de infecções foi crucial. Embora o governo central tenha sido criticado pelos passos lentos, especialistas elogiam o papel dos rastreadores de contato do Japão, que entraram em ação depois que as primeiras infecções foram identificadas em janeiro. A resposta rápida foi possibilitada por uma das vantagens do Japão: seus centros de saúde pública, que em 2018 empregavam mais da metade dos 50 mil enfermeiros com experiência no rastreamento de infecções. Em tempos normais, esses enfermeiros rastreavam infecções mais comuns, como influenza e tuberculose. "É muito analógico -não é um sistema baseado em aplicativos como o de Cingapura", disse Kazuto Suzuki, professor de políticas públicas da Universidade Hokkaido que escreveu sobre a resposta do Japão. "Mas, no entanto, tem sido muito útil." "Muitas pessoas dizem que não temos um Centro de Controle de Doenças no Japão", disse Yoko Tsukamoto, professora de controle de infecções da Universidade de Ciências da Saúde de Hokkaido, citando uma queixa frequente sobre a gestão de infecções no Japão. "Mas o centro de saúde pública é uma espécie de CDC local." 

    ©2020 Bloomberg L.P....

    FONTE:https://noticias.uol.com.br/
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    Brasil assume primeiro lugar em número de recuperados da covid-19...

    Brasil contabiliza 660.469 pacientes recuperados, enquanto os Estados Unidos somam 656.161 - AFP
    O Brasil ultrapassou os Estados Unidos e se tornou o país com maior número de pessoas recuperadas da covid-19 no mundo, informa a Universidade Johns Hopkins, que tem monitorado a pandemia do novo coronavírus em parceria com órgãos equivalentes ao Ministério da Saúde em todos os países. O painel da Johns Hopkins mostra, no momento da reportagem, que o Brasil contabiliza 660.469 pacientes recuperados, enquanto os Estados Unidos somam 656.161. A Rússia está em terceiro lugar e registra 374.557 pessoas que foram contaminadas, mas não apresentam mais sintomas da doença..

    Lançado em 22 de janeiro de 2020, o painel dinâmico mantido pela universidade recebe dados médicos de todos os 188 países signatários da Organização Mundial da Saúde (OMS) e de vários centros secundários de atendimento médico. Os números são atualizados constantemente. "A disponibilidade de dados epidemiológicos precisos e robustos em uma epidemia é um guia importante para decisões sobre saúde pública. O arquivamento consistente de informações é importante para entender a transmissibilidade, o risco de alastramento geográfico, as rotas de transmissão e os fatores de risco", afirma o artigo científico que explica o funcionamento da ferramenta, publicado na revista médico-científica..The Lancet. Contaminações O mapa mostra também que São Paulo é o segundo estado mais afetado do mundo, com 238.822 casos confirmados da covid-19. Em primeiro lugar, aparece é Nova York, que tem 390.415 pessoas contaminadas com a doença. De acordo com o levantamento da Johns Hopkins e a evolução do novo coronavírus, o mundo deve ultrapassar a marca de 10 milhões de casos confirmados nos próximos dias. O número de mortes também cresce no mesmo ritmo, com 484.155 registradas até o momento em decorrência de complicações geradas pela covid-19. Testagem Os Estados Unidos lideram em número de testagens. Segundo o painel de dados da universidade norte-americana, mais de 28,5 milhões de testes já foram realizados. O estado da Califórnia é o primeiro, com 3,6 milhões de pessoas já testadas. Nova York, o estado com maior número de casos de covid-19 no mundo, fica em segundo lugar, com 3,5 milhões de testes realizados.... 

    FONTE: https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia-
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    Coronavírus: OMS alerta sobre máscara ser desnecessária para pessoas saudáveis.

    LucaLorenzelli/Getty Images/iStockphoto
    O porta-voz da Organização Mundial de Saúde (OMS), Tarik Jasarevic, lançou um alerta hoje sobre o uso indiscriminado de máscaras pelas pessoas que não querem se infectar pelo novo coronavírus, garantindo que possa haver uma falsa sensação de segurança. "O uso não é requerido para pessoas saudáveis. Ao invés disso, as pessoas com sintomas é que devem usá-las, para proteger os demais, assim como os que cuidam dos doentes em casa e estão mais expostos ao vírus", explicou o representante da entidade.
    Jasarevic reforçou uma orientação que foi dada ainda no início da propagação da covid-19, de que há outras formas mais eficazes de prevenção. "O uso de máscaras, em si, não garante a proteção, se não for combinado com outras medidas. O problema é que as pessoas que a utilizam podem ter um falso sentimento de segurança e esquecer de outros atos essenciais, como lavar as mãos", explicou.
    A imagem pode conter: comida, texto que diz "Observe a coloração azulada das artérias coronárias como resultado da falta de oxigênio e excesso de dióxido de carbono."
    O porta-voz da OMS ainda lembrou que, se o aparato não for bem colocado no rosto, o portador pode ter a tendência de tocar mais frequentemente a face, permitindo que o vírus entre no organismo pelas mucosas dos olhos, nariz e boca. Jasarevic, além disso, lembrou que as máscaras, fundamentais para alguns grupos, estão em falta em vários países, em mais um argumento para pedir que pessoas saudáveis que não estão convivendo com doentes, evitem utilizá-las. De acordo com os dados mais recentes da OMS, 693.224 foram infectadas em todo o planeta pelo novo coronavírus, e mais de 33 mil morreram.
    FONTE:https://noticias.uol.com.br/

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    Polícia apreende Caixões de “mortos de Covid” que levavam 300 kg de maconha

    Caixões
     A Polícia Militar do Estado Goiás apreendeu 300 quilos de maconha escondidos em caixões transportados por um carro funerário. A droga foi encontrada na madrugada de segunda-feira (15/6), durante fiscalização na BR-060, na altura do município de Jataí, localizado a cerca de 300 quilômetros da capital do Estado, destaca o Correio Braziliense.
    De acordo com os agentes, o motorista, de 22 anos, disse que estava transportando dois corpos de vítimas da Covid-19 e que os caixões estavam lacrados seguindo protocolo para evitar o contágio do vírus. Ele informou ainda que havia saído de Ponta Porã, no Mato Grosso, e seguia para Goiânia com os corpos.
    Os policiais solicitaram a documentação necessária para o transporte dos corpos supostamente vítimas de Coronavírus, mas condutor não apresentou. Diante disso, a equipe decidiu abrir os caixões e encontrou a droga. O suspeito e o carregamento foram levados para a Delegacia de Polícia.
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    Remédio barato salva vidas em casos graves de covid-19

    Homem segura frasco de dexametasona na mão
    Dexametasona demonstrou eficácia contra o coronavírus, anunciam pesquisadores de Oxford. Reino Unido inclui esteroide amplamente disponível no tratamento padrão de pacientes com coronavírus conectados a respiradores.
    Em estudo, a dexametasona reduziu em até um terço as 
    mortes de pacientes graves de covid-19
    Cientistas britânicos anunciaram que a dexametasona, um esteroide barato e amplamente disponível, reduziu em até um terço as mortes de pacientes graves de covid-19, num estudo. Os resultados do estudo, efetuado por vários cientistas, incluindo da Universidade de Oxford, foram anunciados nesta terça-feira (16/06).
    No "teste amplo e rigoroso", escolheram-se aleatoriamente 2.104 pacientes para receber o medicamento, comparando-os a 4.321 outros, submetidos apenas aos cuidados usuais, explicaram os pesquisadores.
    O medicamento foi administrado por via oral ou intravenosa e após 28 dias reduziu em 35% as mortes entre os doentes dependentes de respiradores, e em 20% para os que apenas necessitavam oxigênio suplementar. O esteroide não pareceu ajudar pacientes menos graves. 
    "Este é um resultado extremamente bem-vindo", disse o chefe da pesquisa, Peter Horby, da Universidade de Oxford, em comunicado, sublinhando que "o benefício de sobrevivência é claro e grande nos doentes o suficiente para necessitar de tratamento com oxigênio" e que, portanto, "a dexametasona deve agora se tornar padrão de atendimento desses pacientes". 
    Horby destacou que "a dexametasona é barata, amplamente disponível e pode ser usada imediatamente para salvar vidas em todo o mundo". Segundo o professor de doenças infecciosas emergentes, o esteroide é, "até agora, a única droga que reduz a mortalidade" em casos graves.
    "Embora o medicamento só ajude em casos graves, muitas vidas serão salvas globalmente", disse Nick Cammack, da Wellcome, instituição beneficente britânica que apoia a pesquisa científica. 
    Quando administrados por profissionais médicos, os esteroides podem ser usados para combater a inflamação ‒ uma possível reação exagerada e ocasionalmente fatal do sistema imunológico.
    Embora o estudo tenha mostrado que o tratamento poupa a vida de mais de um terço dos pacientes em respiradores, no grupo de teste, as expectativas dos pesquisadores são mais modestas: eles acreditam que a droga poderia salvar um em cada oito pacientes conectados a respiradores artificiais e um em cada 25 pacientes que necessitam oxigênio.
    O ministro de Saúde do Reino Unido, Matt Hancock, informou que o país já tem 200 mil doses de dexametasona "prontas para o uso", e que as autoridades estão trabalhando com o Serviço Nacional de Saúde (NHS) do país para que "o tratamento padrão da covid-19 no NHS inclua dexametasona a partir desta tarde".
    Hancock também agradeceu aos "brilhantes cientistas" de Oxford. A pesquisa teve financiamento estatal e de doadores privados, incluindo a Fundação Bill e Melinda Gates.
    CA/lusa/afp/ap/rtr/dw
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