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STJ determina afastamento de Witzel do cargo Órgão também expediu mandados contra o presidente do PSC, Pastor Everaldo, e o ex-secretário de Desenvolvimento Econômico Lucas Tristão

Witzel será afastado do cargo
A medida tem validade de 180 dias. O STJ também expediu mandados de prisão contra o presidente do PSC, Pastor Everaldo, e contra o ex-secretário de Desenvolvimento Econômico Lucas Tristão.Os advogados de Witzel enviaram nota sobre a determinação do STJ: "A defesa do governador Wilson Witzel recebe com grande surpresa a decisão, tomada de forma monocrática e com tamanha gravidade. Os advogados aguardam o acesso ao conteúdo da decisão para tomar as medidas cabíveis".
A PF (Polícia Federal) faz a operação Tris in Idem na manhã desta sexta, desdobramento da Placebo, que investiga corrupção em contratos públicos do Executivo do Rio de Janeiro. 
Além de Witzel, o vice-governador do estado, Cláudio Costa (PSC) e o presidente da Assembleia Legislativa do estado, André Ceciliano (PT), são alvos da operação.  As autoridades cumprem 17 mandados de prisão, sendo seis preventivas e 11 temporárias, e 72 de busca e apreensão. Além dessas medidas, em outro inquérito, o também  ministro do STJ Jorge Mussi autorizou o cumprimento de 12 mandados de busca e apreensão no estado do Piauí, objetivando coletar provas sobre suposto esquema de nomeação de funcionários fantasmas no governo fluminense para desvio de dinheiro público.
Os mandados estão sendo cumpridos no Palácio Laranjeiras, no Palácio Guanabara, na residência do vice-governador, na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, além de outros endereços nos estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo, São Paulo, Alagoas, Sergipe, Minas Gerais e no Distrito Federal. Também está sendo alvo de busca e apreensão um endereço no Uruguai, local onde estaria um dos investigados cuja prisão preventiva foi decretada.
O R7 entrou em contato com o governo do Rio e aguarda um posicionamento sobre o afastamento de Witzel. 

Denunciado pela PGR

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A PGR (Procuradoria-Geral da República) ofereceu uma denúncia nesta sexta contra Witzel, sua mulher, Lucas Tristão, Mário Peixoto, Alessandro Duarte, Cassiano Luiz, Juan Elias Neves de Paula, João Marcos Borges Mattos e Gothardo Lopes Netto.
De acordo com o MPF (Ministério Público Federal), os alvos do processo são "pagamentos efetuados por empresas ligadas ao empresário Mário Peixoto ao escritório de advocacia de Helena Witzel. Também é objeto da denúncia pagamentos feitos por empresa da família de Gothardo Lopes Netto ao escritório da primeira-dama". 
Segundo a acusação, a contratação do escritório de advocacia consistiu em artifício para permitir a transferência indireta de valores de Mário Peixoto e Gothardo Lopes Netto para Wilson Witzel.

Operação anterior

Em maio deste ano, Witzel foi alvo na operação Placebo, que investigava irregularidade na saúde durante a pandemia de coronavírus. 
O governador do Rio de Janeiro e a mulher dele, Helena Witzel, estão no centro das investigações de corrupção no combate à covid-19, que resultou em contratos de mais de R$ 2 bilhões de empresas e organizações sociais, principalmente, ligadas ao empresário Mário Peixoto, preso na operação Favorito em 14 de maio.
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Pela primeira vez, contágio de Covid-19 começa a perder velocidade no Brasil

Contágio: saiba quanto tempo a Covid-19 sobrevive nas superfícies ...
Pela primeira vez desde abril, o Brasil registrou transmissão do novo coronavírus abaixo de 1, segundo cálculos da Imperial College London. A informação é da Folha.
Para a semana que começou neste domingo (16), a taxa de contágio ficou em 0,98.
Assim, cada 100 pessoas infectadas transmitem o vírus em média para outras 98 pessoas, que contaminam outras 96, que contaminam outras 94 e assim por diante. Assim a contaminação vai perdendo velocidade.
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EM PRIMEIRA MÃO: Estudo com quase 4 mil pessoas demonstra eficácia da Cloroquina+Azitromicina no tratamento precoce da Covid -19

No dia de ontem, 15, o médico Doutor Barakat, veio em seu Instagram trazendo um estudo mostrando o benefício do uso precoce da hidroxicloroquina e azitromicina no tratamento da Covid.
Segundo o estudo, o tratamento precoce com pelo menos 3 dias da combinação das medicações, levam a um resultado clínico significativamente melhor e a uma redução da carga viral mais rápida do que outros tratamentos .
Veja a seguir o relato do Dr Barakat:
Um novo estudo francês, publicado no periódico Travel Medicine and Infectious Disease na edição de julho-agosto, fez uma análise retrospectiva de 3.737 pacientes internados com COVID-19 no período entre 3/3 e 24/4 em que tratamento precoce foram propostos para os casos positivos para a doença.
Divididos em dois grupos, o primeiro contou com 3.119 indivíduos que receberam hidroxicloroquina 600mg/dia ao longo de 10 dias e azitromicina (500mg no primeiro dia e 250mg/dia por mais 4 dias). Já para o segundo grupo, com 618 pessoas, foram adotadas outra estratégia que não a de cloroquina+azitromicina.
O resultado? Bem, em ambos os grupos houve hospitalização por 10 dias ou mais, internação em UTI e óbitos, sendo que os piores desfechos clínicos estariam associados à presença de comorbidades, idade, gravidade das lesões pulmonares e anormalidades laboratoriais.
A boa notícia é que o tratamento conjunto de hidroxicloroquina e azitromicina implementado de forma precoce foi associado a um menor risco de transferência para a UTI e mesmo de morte, além de diminuir o risco de hospitalização por 10 dias ou mais.
O que isso significa? Que um diagnóstico, isolamento e tratamento com hidroxicloroquina e azitromicina feitos de forma precoce pode gerar um resultado significativamente melhor para os pacientes com COVID-19.
“Polêmicas a parte, o fato é que enquanto essa questão for politizada, a verdade só o tempo irá dizer. Dessa forma, quanto mais informações formos adquirindo, melhor, sendo que estratégias que funcionem são sempre bem-vindas. Afinal, acredito que todos queremos encontrar uma cura, não é verdade?”. Finalizou o médico em sua postagem.
FONTE: https://terrabrasilnoticias.com/
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VACINA COVID = DANO GENÉTICO IRREVERSÍVEL – UM CRIME CONTRA A HUMANIDADE

Robert F. Kennedy Jr. (1)

Mensagem de Robert F. Kennedy, Jr.

Para todos os meus pacientes:
Gostaria de chamar urgentemente sua atenção para questões importantes relacionadas à próxima vacinação contra o Covid-19. Pela primeira vez na história da vacinação, as chamadas vacinas de mRNA da próxima geração estão diretamente envolvidas no material genético do paciente e, portanto, alteram o material genético individual, que representa a manipulação genética, algo que foi proibido e até agora considerado criminoso. Essa intervenção pode ser comparada à de alimentos geneticamente modificados, o que também é altamente controverso. Mesmo que a mídia e os políticos atualmente banalizem o problema e até clamem sem pensar para que um novo tipo de vacina volte ao normal, essa vacinação é problemática em termos de saúde, moral e ética e também em termos de danos genéticos que, ao contrário Os danos causados ​​pelas vacinas anteriores agora serão irreversíveis e irreparáveis.
Caros pacientes, após uma vacina de mRNA sem precedentes, você não poderá mais tratar os sintomas da vacina de maneira complementar. Eles terão que viver com as consequências, porque não podem mais ser curados simplesmente removendo toxinas do corpo humano, assim como você não pode curar uma pessoa com um defeito genético, como síndrome de Down, síndrome de Klinefelter, síndrome de Turner, doença genética cardíaca, hemofilia, fibrose cística, síndrome de Rett, etc.), porque o defeito genético é para sempre!
Claramente, isso significa: se um sintoma de vacinação se desenvolver após uma vacinação de mRNA, nem eu nem qualquer outro terapeuta podemos ajudá-lo, porque os danos causados ​​pela vacinação serão geneticamente irreversíveis. Na minha opinião, essas novas vacinas representam um crime contra a humanidade que nunca foi cometido de maneira tão ampla na história. Como afirmou o Dr. Wolfgang Wodarg, um médico experiente: Na realidade, esta “vacina promissora” para a grande maioria das pessoas é realmente proibida porque é manipulação genética! “
A vacina, desenvolvida e apoiada por Anthony Fauci e financiada por Bill Gates, utilizou a tecnologia experimental de mRNA. Três dos 15 porquinhos-da-índia humanos (20%) experimentaram um “evento adverso grave”.”
Nota: O RNA mensageiro ou mRNA é o ácido ribonucleico que transfere o código genético do DNA do núcleo celular para um ribossomo no citoplasma, ou seja, aquele que determina a ordem na qual os aminoácidos de uma proteína se ligam e atuam como modelo ou padrão para a síntese da referida proteína.
Recurso:
Robert F. Kennedy, Jr. (https://en.m.wikipedia.org/wiki/Robert_F._Kennedy_Jr.)
Três de quinze (20%) whaoo. Controle Genético. O futuro da humanidade controlado pelos grandes nomes, seremos Robot, uma das palavras croatas que significa “escravos”. Isso será para as próximas gerações, seremos eliminados com novas doenças para dar espaço?

Há algum tempo, as vacinas passaram a ser usadas para provocar doenças incapacitantes.
É difícil acreditar que as multinacionais de medicamentos agem de forma tão desumana.
Então, examine este trabalho.
Antes, senta-te e escora bem o queixo, porque ele vai cair!
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China acusa Brasil de vender frango com covid-19

China suspende importação de mais dois frigoríficos do Brasil por ...
A China informou na manhã desta quinta-feira (13) que uma amostra de asa de frango congelada importada do Brasil testou positivo para Covid-19. Uma amostra da superfície do lote foi analisado pelo controle de doenças do país.
Segundo a China, funcionários e outros alimentos próximos ao lote foram testado e deram resultado negativo para o novo coronavírus.
Um dia antes, na quarta-feira (12), uma embalagem com camarões importados do Equador também testou positivo para a doença.
Como medida preventiva o governo da China iniciou monitoramento de todos os contêineres de carnes e frutos do mar que chegam aos principais portos desde junho, após um novo surto da doença ser registrado na capital Pequim.
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Web acusa Camila Pitanga de “inventar” malária para usar cloroquina Atriz revelou nesta terça-feira que ela e a filha foram diagnosticadas com malária












Após a atriz Camila Pitanga revelar que ela e a filha foram diagnosticadas com malária, usuários de redes mostraram desconfiança com o diagnóstico. Um grupo sugeriu, nesta terça-feira (11), que a artista está com Covid-19 e que “inventou” a malária para utilizar cloroquina sem admitir.


Em suas redes sociais, Camilia Pitanga disse que ela e a filha Antônia, de 12 anos, tiveram picos de febre alta e calafrios e chegaram a pensar que estavam com Covid-19 até receberem o resultado negativo para a doença.


A atriz então conversou com uma amiga que suspeitou que os sintomas podiam ser de malária, já que Camila e a filha estão cumprindo o isolamento social em uma zona de Mata Atlântica no litoral de São Paulo. Antônia e a mãe foram atendidas na noite de domingo (9) por dois infectologistas e encaminhadas para o Hospital das Clínicas da USP. Após exames, os resultados deram positivo para malária.


Apesar do relato da artista, usuários de redes sociais afirmaram que Camila Pitanga está utilizando cloroquina para tratar a Covid-19.



fonte:https://pleno.news/
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Brasil supera Estados Unidos com maior número de curados no mundo

Brasil supera Estados Unidos com maior número de curados no mundo ...

O Brasil ultrapassou os Estados Unidos e, agora, é o país com o maior número de recuperados de covid-19 do mundo. Em São Paulo, dois hospitais comemoraram o número simbólico de três mil pacientes curados do coronavírus. Para assistir ao Hoje em Dia na íntegra, acesse PlayPlus.com




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IVERMECTINA SALVA SUA VIDA SIM É HORA DE PARTIR PARA GUERRA BRASIL VIVER OU MORRER ? A ESCOLHA SERÁ SUA

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IVERMECTINA SALVA SUA VIDA SIM
É HORA DE PARTIR PARA GUERRA BRASIL
VIVER OU MORRER ? A ESCOLHA SERÁ SUA



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Conheça a Dra. Sarah Gilbert, uma das cientistas que lidera a corrida para encontrar uma vacina contra o coronavírus O Dr. Gilbert é um dos principais vacinologistas do mundo. Ela é professora de vacinologia no Instituto Jenner da Universidade de Oxford e uma das duas fundadoras de sua empresa spin-out, a Vaccitech.

Meet Sarah Gilbert, Oxford's Coronavirus Vaccine Hunter and Most ...
Professora Sarah Gilbert, que lidera o desenvolvimento de uma vacina contra o coronavírus na Universidade de Oxford, em Oxford, 24 de abril de 2020. (Mary Turner / The New York Times)
No início desta semana, houve notícias positivas sobre a vacina candidata Oxford, uma de uma série de candidatas pioneiras para proteger o mundo do vírus SARS-CoV-2 que havia, até a manhã de sexta-feira (24 de julho), infectado cerca de 15,5 milhões de pessoas e matou mais de 630.000 em todo o mundo.

Liderando seu desenvolvimento está um cientista britânico que toca oboé, anda de bicicleta para o trabalho e é mãe de trigêmeos. A Dra. Sarah Gilbert era famosa na comunidade científica como uma vacinologista brilhante; com o sucesso nos primeiros testes, ela - e ChAdOx1 nCoV-19, a vacina candidata em que sua equipe está trabalhando - foi destacada como nunca antes.


Gilbert e os co-autores publicaram os resultados dos primeiros testes no jornal médico The Lancet, em 20 de julho, intitulado “Segurança e imunogenicidade da vacina ChAdOx1 nCoV-19 contra SARS-CoV-2: um relatório preliminar de uma fase 1 / 2, ensaio simples-cego, randomizado controlado ”. Eles escreveram: “ChAdOx1 nCoV-19 mostrou um perfil de segurança aceitável e respostas de anticorpos aumentadas de reforço homólogo”. O que significa que a vacina candidata induziu uma resposta imune (que é o que as vacinas deveriam fazer) e era segura para as pessoas.
Qual é o trabalho do Dr. Gilbert no campo do desenvolvimento de vacinas?
O Dr. Gilbert é um dos principais vacinologistas do mundo. Ela é professora de vacinologia no Instituto Jenner da Universidade de Oxford, um prestigioso centro de pesquisa de vacinas, e uma das duas fundadoras de sua empresa spin-out, a Vaccitech, que desenvolve produtos de imunoterapia para tratar e prevenir doenças infecciosas e câncer .
Por mais de 15 anos, o Dr. Gilbert vem produzindo e testando vacinas que ativam as células T - um tipo de células brancas do sangue - para responder a antígenos da malária, gripe e tuberculose, entre outros.
Seu trabalho também inclui o desenvolvimento de vacinas para influenza e doenças emergentes, como Lassa, Nipah, CCHF e Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS). O MERS, que surgiu em 2014, também é causado por um coronavírus . “Uma vacina contra MERS foi testada em testes clínicos no Reino Unido e agora está em testes na Arábia Saudita, onde o vírus é endêmico”, diz a página de Gilbert no site do Instituto Jenner.
A vacina para MERS envolveu o uso do adenovírus (que causa resfriados comuns) de um chimpanzé incorporado com o material genético do vírus MERS. Para a vacina Covid-19 , os cientistas de Oxford usaram o adenovírus de um chimpanzé incorporado com o material genético da proteína spike, que o coronavírus usa para perfurar a célula. Em testes até agora, corpos de participantes responderam como se estivessem infectados com o coronavírus.
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Amostras dos testes de vacinas contra o coronavírus, de várias partes do país, são tratadas dentro do laboratório Oxford Vaccine Group em Oxford, Inglaterra , quinta-feira, 25 de junho de 2020. (John Cairns, Universidade de Oxford via AP)
O que se sabe sobre a vida da aclamada cientista longe do trabalho?
O Dr. Gilbert não deu muitas entrevistas desde a publicação dos resultados dos testes da fase inicial. Perfis anteriores da cientista na mídia do Reino Unido disseram que, quando criança na Kettering High School for Girls de Northamptonshire, ela era quieta, educada e estudiosa, obtendo muitos 'A's nos estudos.
Gilbert pertence a uma família de músicos, e sua mãe, Hazel, fazia parte da sociedade operística da cidade. Aos 17 anos, porém, Gilbert tinha certeza de que ela queria ser pesquisadora médica. Após obter um diploma em biologia na University of East Anglia e um PhD em bioquímica pela University of Hull, a Dra. Gilbert trabalhou em várias empresas de biotecnologia, entre elas a Delta, onde aprendeu como fazer medicamentos.
Perfis no Prof Gilbert notaram que ela se tornou uma especialista em vacinas por acidente. Em 1994, quando ela entrou na Universidade de Oxford para ingressar no laboratório do professor Adrian Hill em uma posição de pós-doutorado sênior, era para trabalhar com genética humana. “Isso destacou o papel de um tipo específico de resposta imunológica na proteção contra a malária e, portanto, a próxima coisa a seguir era fazer uma vacina que funcionasse por meio desse tipo de resposta imunológica - e foi assim que entrei nas vacinas,” ela disse ao jornal The Telegraph do Reino Unido em uma entrevista.
Em 2007, o Dr. Gilbert, que havia se tornado um leitor na Universidade de Oxford três anos antes, ganhou uma bolsa para projeto do Wellcome Trust e começou a trabalhar em uma vacina contra a gripe. Ela desenvolveu duas vacinas para a doença até o momento e disse que seu objetivo final é desenvolver sua equipe de cientistas para liderar a pesquisa de vacinas no mundo.
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Um médico coleta amostras de sangue para uso em um ensaio de vacina contra coronavírus em Oxford, Inglaterra, quinta-feira, 25 de junho de 2020. (John Cairns, University of Oxford via AP)
Muitas pessoas estão fascinadas com o sucesso do Dr. Gilbert em equilibrar as demandas extras que as mulheres com uma carreira científica enfrentam.
De acordo com a UNESCO, as mulheres representam menos de 30% dos pesquisadores do mundo. Em ciência, tecnologia, engenharia e matemática, as mulheres também “publicam menos, recebem menos por suas pesquisas e não progridem tanto quanto os homens em suas carreiras”.
No site do Nuffeld Department of Medicine (do qual Jenner Institute, onde ela trabalha, faz parte), a Dra. Gilbert foi citada como tendo dito: “O equilíbrio entre a vida profissional é muito difícil e impossível de administrar a menos que você tenha um bom suporte. Como eu tinha trigêmeos em 1998, as mensalidades do berçário custariam mais do que toda a minha renda como cientista pós-doutorado, então meu parceiro teve que sacrificar sua própria carreira para cuidar de nossos filhos ”.
Ela descreveu como 18 semanas de licença maternidade remunerada com três bebês prematuros para cuidar e trabalhar para ser concluído foi difícil: “Se houver um subsídio de três anos e uma mulher quiser uma licença maternidade de um ano, isso pode atrapalhar o progresso do projeto. A situação fica pior se mais de uma pessoa estiver ausente simultaneamente. ”
O conselho do Dr. Gilbert para as mulheres: “Uma das coisas boas de ser cientista é que as horas não são fixas, então há uma certa flexibilidade para mães que trabalham. Dito isso, também há momentos em que as coisas (como conferências no exterior e reuniões importantes) são consertadas e você tem que fazer sacrifícios. É um trabalho excepcionalmente difícil. É importante planejar com antecedência e ter certeza de que há pessoas dispostas a ajudá-lo em casa enquanto você trabalha. Pode ser o seu parceiro ou parentes, ou você pode comprar ajuda. ”
Seus próprios filhos “parecem ter sobrevivido ilesos, mas nenhum deles quer ser cientistas”, disse ela.

A grande questão: haverá uma vacina contra o coronavírus este ano?

O Dr. Gilbert está cautelosamente esperançoso. Em entrevista à BBC, ela disse: “Ninguém pode ter certeza absoluta de que isso é possível. É por isso que temos que fazer testes. Acho que as perspectivas são muito boas, mas não é totalmente certo. ”
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Repórter curou Covid-19 com ivermectina: “Não vou esperar estudos” William Fritzke condenou jornalistas que demonizam tratamentos ainda não comprovados

William Fritzke defendeu uso de medicamentos ainda não comprovados contra a Covid-19 
Mais um dos quase 2 milhões de brasileiros que foram contaminados com a Covid-19, o repórter policial William Fritzke fez questão de relatar nas redes sociais o período em que lidou com a doença e a importância do tratamento com medicamentos que ainda não são comprovadamente eficazes.
Felizmente, o caso de Fritzke e sua família, que também foi contaminada por ele, teve um desfecho positivo e, segundo ele, “todos estão bem”. O repórter atribui a cura ao tratamento com ivermectina e azitromicina.
– Eu já voltei a trabalhar. Já passei pelo médico e está tudo bem. Fui orientado a tomar a medicação e foi bem tranquilo. Lá em casa todo mundo tomou – disse ao Pleno.News.
Fritzke destacou ainda que os efeitos colaterais da ivermectina não são sérios e que o risco da evolução da Covid-19 é muito mais grave do que algumas reações indesejadas ao vermífugo.
– Entre você ter algum efeito adverso, o que é esperado nesse tipo de remédio, e você se salvar da Covid-19, que matou milhares de pessoas no mundo, é muito melhor você arriscar. Quantas milhões de pessoas morreram por usar ivermectina ou azitromicina? Não existe esse dado. Agora, quantas já morreram de Covid? A azitromicina é um remédio seguro e a ivermectina no máximo vai matar os vermes no corpo da pessoa. Então eu uso, recomendo e todo mundo que usou aqui em casa apresentou melhora – relatou.
Ainda antes de ser diagnosticado, Fritzke disse em seu Instagram que o tratamento que seguiu foi aprovado por outros cinco médicos, além da própria médica que o atendeu.
– Eu conversei com outros cinco médicos, um deles especialista em Covid-19, todos avalizaram meu tratamento. […] Não há nada que comprove a eficácia desses remédios contra a Covid ainda, mas eu não vou esperar esses estudos – disse o jornalista.
Fritzke também deu um duro recado aos colegas de profissão que, segundo ele, estariam “criando o caos” ao condenarem o tratamento com medicamentos que ainda não haviam tido comprovação científica.
– Eu vi que alguns jornalistas já estão batendo no uso da ivermectina. Quando você está no desespero, com sintomas da Covid-19, e você liga a TV e vê gente morrendo, se o médico te mandar tomar pedra, você vai tomar pedra! Para esses jornalistas que só sabem criticar, o dia que vocês pegarem Covid, caso peguem, e o médico receitar ivermectina, hidroxicloroquina, e até azitromicina, falem para o médico “não, eu vou esperar sair uma pesquisa científica”. Até lá, fiquem em casa tomando água. Cada um é livre para fazer o que quiser. Se o médico avaliza, você acredita no médico. Parem de criar o caos se vocês nem pegaram doença para saber como é. As pessoas querem se curar, querem viver. Temos que ter a cura sim, mas até lá se o remédio é confiável, qual o máximo que vai fazer mal? Matar o vermes? – ironizou.
William Fritzke e a família foram diagnosticados com Covid-19 há poucos dias, mas adotaram o protocolo da ivermectina e azitromicina logo nos primeiros sintomas. Segundo o repórter, toda a família está curada e já não transmite mais o vírus.
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Vereadora e jornalista cearense aponta que a cloroquina “é a cura barata oferecida aos ricos e negada aos pobres”

Todo e qualquer cidadão de classe média e alta na capital cearense sabe qual o protocolo para enfrentar o vírus chinês: Hidroxicloroquina associada à outras drogas, sempre que tiverem a devida indicação médica. O “medicamento de Bolsonaro” é normal para os clientes do Hapvida e Unimed. A cloroquina é um medicamento listado pela Organização Mundial da Saúde para pacientes com lúpus, malária ou artrite reumatoide.
Diante da rapidez do governo Bolsonaro em produzir o medicamento, o estado do Ceará, o segundo estado com mais óbitos, recebeu uma remessa de aproximadamente 302.000 mil comprimidos para serem oferecidos aos usuários da rede pública. “Com o uso da hidroxicloroquina várias vidas poderiam estar sendo salvas, como está acontecendo em estados como Piauí e Paraíba. Mas, por aqui, nosso sistema público de saúde vai ficando para trás”, escreveu a jornalista e vereadora por Fortaleza, Priscila Costa.
“A justificativa da secretaria para suspender o uso da droga, seria os possíveis efeitos colaterais da droga e a ‘falta de comprovação científica’ dos efeitos antivirais da cloroquina no combate ao Covid-19. Curioso, é o fato de os medicamentos adotados pelo governo, assim como a cloroquina, nenhum deles têm “comprovação científica” relacionada ao tratamento de Covid-19 e, enquanto a rede particular, trata seus clientes ricos com o remédio, a Secretaria de Saúde do Ceará, mesmo com o estoque cheio, nega a quem mais precisa.”
(Com informações do site FOCUS)
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“Praticamente inexiste risco de arritmia com cloroquina” Secretário de Ciência e Tecnologia do Ministério da Saúde, Helio Neto disse que fala é baseada em evidências analisadas pela pasta


Helio Neto é secretário de Ciência e Tecnologia do Ministério da Saúde Foto: Reprodução
O secretário de Ciência e Tecnologia do Ministério da Saúde, Hélio Neto, declarou no fim da tarde de quinta-feira (9) que “praticamente inexiste” algum risco de arritmia grave em pacientes que usam a dose correta de hidroxicloroquina no tratamento inicial da Covid-19. A fala, segundo Hélio, é baseada em evidências analisadas pelo ministério.
– Há várias casuísticas publicadas no mundo inteiro, série de casos contendo milhares de pacientes, evidências que também foram analisadas pelo Ministério da Saúde, e essas evidências mostram que, no tratamento precoce, com a dose correta preconizada, segura, com uso há mais de seis décadas, praticamente inexiste ou é relativamente muito pouco o risco de ter uma arritmia grave ou algum problema que agrave a condição do paciente – disse.
Neto ainda apontou que a declaração não trata de pacientes graves, quando o coração é afetado pela doença e não pelo fármaco em si, e nem nos casos de superdoses, como aplicações de quantidades “de até 400% acima do normal”.
– Novamente, não estamos falando do paciente grave, cujo coração sofre pela doença, não somente por este ou aquele medicamento, não estamos falando de pacientes graves em estado muito avançado da doença, já com miocardiopatia, e que usam doses de até 400% acima do normal do que se usaria no tratamento precoce – completou.
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Brasil ultrapassa marca de 660 mil recuperados de covid-19.

Brasil contabiliza 660.469 pacientes recuperados, segundo painel da universidade Johns Hopkins - AFP
O Brasil ultrapassou a marca de 660 mil pessoas recuperadas da covid-19. Segundo a Universidade Johns Hopkins, que tem monitorado a pandemia do novo coronavírus em parceria com órgãos equivalentes ao Ministério da Saúde em todos os países, 660.469 pacientes brasileiros se curaram. Os números são das 17h desta quinta-feira (25).
O painel balanço da Johns Hopkins mostra que, no mesmo horário, os Estados Unidos tinham 656.161 pessoas recuperadas, o que pode insinuar que seria um número inferior ao do Brasil. No entanto, a universidade não tem os dados de recuperados de nove estados ou territórios norte-americanos, entre eles três que já passaram de 100 mil casos registrados: Califórnia, Illinois e Flórida. Os outros territórios são: Ohio, Georgia, Washington, Missouri, Porto Rico e Grand Princess.
Diante da ausência desses dados, não se pode dizer ao certo quantos são os norte-americanos recuperados da covid-19. Segundo o site Worldometers, já seriam mais de 1 milhão de curados nos Estados Unidos.
A Rússia, segundo a Hopkins, está em terceiro lugar e registra 374.557 pessoas que foram contaminadas, mas não apresentam mais sintomas da doença.
A Rússia, segundo a Hopkins, está em terceiro lugar e registra 374.557 pessoas que foram contaminadas, mas não apresentam mais sintomas da doença.
Lançado em 22 de janeiro de 2020, o painel dinâmico mantido pela universidade recebe dados médicos de todos os 188 países signatários da Organização Mundial da Saúde (OMS) e de vários centros secundários de atendimento médico. Os números são atualizados constantemente.
"A disponibilidade de dados epidemiológicos precisos e robustos em uma epidemia é um guia importante para decisões sobre saúde pública. O arquivamento consistente de informações é importante para entender a transmissibilidade, o risco de alastramento geográfico, as rotas de transmissão e os fatores de risco", afirma o artigo científico que explica o funcionamento da ferramenta, publicado na revista médico-científica britânica The Lancet.

Contaminações 
O mapa mostra também que São Paulo é o segundo estado mais afetado do mundo, com 238.822 casos confirmados da covid-19. Em primeiro lugar, aparece é Nova York, que tem 390.415 pessoas contaminadas com a doença.
De acordo com o levantamento da Johns Hopkins e a evolução do novo coronavírus, o mundo deve ultrapassar a marca de 10 milhões de casos confirmados nos próximos dias. O número de mortes também cresce no mesmo ritmo, com 484.155 registradas até o momento em decorrência de complicações geradas pela covid-19.

Testagem Os Estados Unidos lideram em número de testagens. Segundo o painel de dados da universidade norte-americana, mais de 28,5 milhões de testes já foram realizados. O estado da Califórnia é o primeiro, com 3,6 milhões de pessoas já testadas. Nova York, o estado com maior número de casos de covid-19 no mundo, fica em segundo lugar, com 3,5 milhões de testes realizados.

FONTE:https://noticias.uol.com.br/
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Adivinhem qual economia europeia sofreu menos com coronavírus A da Suécia, o país que não fez isolamento nem quarentena, sofreu um baque considerável em vidas e deixa o resto do mundo obcecado por seu... Leia mais em: https://veja.abril.com.br/blog/mundialista/adivinhem-qual-economia-europeia-sofreu-menos-com-coronavirus/?fbclid=IwAR38Njok_DjF659OxYAUyc4FfSX6sCBCAxyC7QuK47ffPmD3eq63_aqgHTw

A Sweden fan shows their support ahead of the UEFA EURO 2008
Quarta-feira vai ser um dia importante na Suécia, um país do qual normalmente ninguém espera grandes emoções. Ainda mais com o seguinte tema: será anunciado o desempenho da economia sueca, medido pelo PIB, no segundo trimestre
O encolhimento na zona do euro foi o maior da história, 12,1%. Individualmente, a Espanha foi o país que sofreu o maior estrago, com um tombo trimestral quase inacreditável de 18,5%, num total 22,1% até a metade do ano. Outras catástrofes: França, 13,8%; Itália, 12,4%, e Alemanha, com o melhor resultado em termos de combate ao vírus entre os grandes países europeus, 10,1%. Com um pouco menos, mas ainda um resultado terrivelmente intragável, os Estados Unidos sofreram contração de 9,5%.
 Para piorar, todos os grandes países estão passado com aumentos localizados de casos, ainda longe de congurar um transbordamento em termos dos recursos de saúde pública, mas péssimos para a economia. A perspectiva de que que havendo um sobe e desce dos contágios cria insegurança e imprevisibilidade, dois dos maiores inimigos do bom desempenho econômico. Também diminui a possibilidade de uma recessão em “V”, uma queda abrupta seguida por rápida recuperação. Ao ter tomado um caminho diferente dos grandes países que bambeiam com a crise econômica, a Suécia condenou a si mesma a ser vista como uma espécie de padrão. Mesmo os que não ousam falar abertamente, não deixam de se perguntar: e seu tivéssemos feito como a Suécia? E não adianta dizer que o país enfrentou o vírus com medidas mais brandas, porém restritivas, propondo que quem pudesse e julgasse conveniente passasse a trabalhar de casa. A escolas permaneceram abertas até o segundo grau, permitindo que as mães (e os pais também, no país pioneiro na divisão de tarefas parentais) continuassem a trabalhar, presencialmente ou remotamente. O distanciamento também foi aconselhado e praticado em bares e restaurantes que espaçaram as mesas, embora continuassem a funcionar
Poucos andam de máscara na rua e sempre por iniciativa própria, embora nos aeroportos e meios de transporte elas sejam oferecidas gratuitamente, junto com um pedido para que sejam usadas. “Foi uma estratégia que deu resultados”, disse o teimoso responsável por ela, sem intervenções do governo como exige a lei, Anders Tegnell, diretor do serviço de epidemiologia. Tegnell já admitiu que o país poderia ter feito mais para poupar vidas, mas garantiu que não mudou de opinião sobre o acerto, entre prós e contras, da estratégia escolhida. Números: quase 5.800 mortes, quase dez vezes ou mais do que os vizinhos escandinavos, Dinamarca, Noruega, Finlândia e Islândia, comparáveis em termos de cultura política, coesão social, homogeneidade étnica e
 No dado que realmente dá a perspectiva correta, a Suécia está em sexto lugar em matéria de mortes por milhão de habitantes: 563. Acima dela, Bélgica, Reino Unido, Espanha, Peru e Itália. Os cinco países abaixo são Chile, Estados Unidos, França, Brasil e México. Como em outros países desenvolvidos, a doença foi especialmente letal entre idosos vivendo em casas de repouso. Quase a metade das vítimas fatais vivia nessas instituições
As comparações serão muito mais precisas no médio prazo de pelo menos um ano, para mostrar se a imunidade de grupo, um componente importante da estratégia sueca, realmente vai funcionar se houver uma segunda onda no inverno no hemisfério norte, quando aumenta a convivência em ambientes fechados e calafetados, o tipo de lugar em que o coronavírus se dá bem. Como presidentes de direita, de Donald Trump a Jair Bolsonaro, denunciaram inicialmente os custos devastadores que o lockdown traria para a população, em termos de empregos perdidos e negócios arruinados, a estratégia sueca passou a ser vista sob este prisma. Por causa disso, no espectro político do centro até as esquerdas, muita gente passou a torcer, secreta ou abertamente, para que a Suécia se desse mal
No campo oposto, claro, ocorre o contrário: quanto mais a Suécia não se der mal, apesar do número comparativamente alto de vítimas, mais sólida será a convicção de que agiu da melhor maneira possível numa situação de loose loose – todos estão fadados a sofrer perdas, mas economia e escolas paradas têm efeitos piores ainda do que um alto número de mortos. “Acho que muitos países deveriam ter pensado duas vezes antes de decretar uma medida drástica como o lockdown”, já disse Tegnell. “Isso, sim, foi experimental, não o modelo sueco”. Longe de viver num paraíso imunizado contra a politização que acompanha vários aspectos da pandemia, Tegnell foi condenado por muitos colegas e sofreu até ameaças de morte. O apoio da opinião pública caiu, mas não chegou a níveis catastrócos. 
 Apesar do jeito despretensioso, Tegnell bem que gosta de proclamar as vantagens de sua política para o coronavírus e espetar os vizinhos, ressaltando os efeitos negativos, dos psicológicos ao educacionais, do lockdown que vigorou por três meses ou mais em países mais afetados. “São medidas muito mais complexas do que entendemos hoje. Essa doença é muito difícil de entender”. Quanto a isso, todo mundo concorda. Sobre o restante, nunca haverá evidências denitivas. Não é possível comprovar taxativamente o que teria acontecido em países afetados de maneira tão brutal como Itália ou Espanha, onde os sistemas de saúde chegaram perto de não aguentar o volume de doentes. Sem o lockdown, o número de mortes seria muito mais avassalador ou seria apenas relativamente maior, enquanto o impacto econômico faria menos vítimas? Não existem respostas à prova de contestações. Adicionalmente, a grande ironia do caso é que a Suécia se qualica como país que praticamente criou o conceito de estado-babá, com intervenção do estado do berço ao túmulo, para o bem e para o mal. Na crise do coronavírus, os pacistas, acomodados e bem amparados suecos se transformaram, via Anders Tegnell, em apostadores audaciosos, dispostos a correr altos riscos e desaar o consenso médico. “É como se o mundo tivesse cado louco e se esquecesse de tudo o que discutíamos”, teima o epidemiologista de 64 anos que tem a jardinagem como hobby e agora vê o aumento de casos em vários países como uma prova de que estava certo: só poderemos nos livrar do vírus quando houver imunização em massa, via vacina ou contaminação natural de uns 70% da população. “Os casos aumentaram muito e a pressão política cou muito forte”. “Daí, a Suécia cou sozinha”. Sozinha, sim, mas com todo mundo de olho para saber o que acontecerá lá.  Os números da economia nessa quarta-feira são apenas mais um capítulo de uma história que ainda tem muito para acabar. No primeiro trimestre, a Suécia teve crescimento raquítico de 0,1%, enquanto os outros países afetados já entravam no buraco da recessão. Para encerrar e espalhar um pouco mais de dúvidas: internamente, as críticas ao modelo de Tegnell são da direita porque o governo do ex-metalúrgico Stefan Lofven, o primeiro-ministro que pouco pode opinar, mas obviamente leva os louros ou as pancadas pela estratégia sanitária, é de centro-esquerda.
fonte:https://veja.abril.com.br/
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Covid: Pneumologista que curou centenas de pacientes denuncia riscos do lobby e politização


Com 30 anos de experiência, o médico pneumologista Wagner Malheiros lida diariamente com pacientes de Covid 19, em Cuiabá (MT), onde trabalha em consultório. Ele diz já ter tratado mais de 400 pacientes em estágios iniciais da doença e em nenhum deles foi preciso internação. Ele revela o segredo: “uma boa parte usou Hidroxicloroquina, outros Ivermectina. Usei corticoide em um grupo de doentes que tinha uma manifestação inflamatória mais acentuada. Mas em geral o tratamento básico foi a cloroquina, azitromicina e a ivermectina de forma mais tardia”.
Malheiros vem denunciando em suas redes sociais o descaso de autoridades e da mídia com os tratamentos que se mostram mais eficientes e alerta para riscos da politização de medicamentos e do lobby da indústria farmacêutica.Segundo o pneumologista, os doentes que morrem são vítimas do que ele denuncia como campanha criminosa que por interesses comerciais e políticos, está matando pessoas. “Os hospitais particulares, na maioria, não usam a [hidroxi]cloroquina, não usam medicação nenhuma e o doente está sendo internado para ser tratado com sintomáticos. São os pacientes que morrem”.
Malheiros explica que esses pacientes, em geral, são os que acabaram na emergência porque não foram medicados de forma precoce. “Foram uma, duas ou quatro vezes ao médico no posto de saúde, foi mandado para casa para tomar dipirona e foi evoluindo, com piora, chega no hospital, não recebe o tratamento, é internado onde recebe oxigênio, entubam com respirador e, se tiver muita sorte, sai vivo. Porque boa parte, principalmente os idosos, acaba falecendo”.
Quanto ao tratamento ideal, Malheiros recomenda iniciar com os remédios antes mesmo do resultado de exame de sangue ou PCR, que demora muito. Quando possível, o auxílio de tomografia vem se mostrando eficiente para o diagnóstico.
O grande segredo, segundo Malheiros, é o tratamento precoce. Ele garante que a hidroxicloroquina funciona, principalmente nos primeiros estágios da doença.
“A minha experiência com a hidroxicloroquina é fantástica. É uma droga fabulosa. Não observei nenhum efeito colateral. Trabalho com um conjunto de médicos cardiologistas e eles também são unânimes em dizer que é uma coisa extremamente rara”, explica Malheiros.
Ele alerta ainda que a campanha contra a hidroxicloroquina prejudica muito a situação e pode estar acarretando em mais mortes.
“Eu tive muitos problemas no início, para começar o tratamento porque as pessoas não acreditavam que existiam evidências suficientes para utilizar esse medicamento e essa questão política também, que foi muito grande e atrapalhou demais”, disse Malheiros.
“Acho que a única sociedade [médica] que não teve coragem de ficar contra a hidroxicloroquina foi a Sociedade de Reumatologia, porque eles usam a cloroquina há dezenas de anos para doenças autoimunes”.

O lobby farmacêutico e a política através da mídia

O médico considera preocupante a cobertura que os meios de comunicação vêm fazendo sobre o tema. Ele cita o caso da Gilead Sciences e o conflito de interesse que e a cumplicidade de jornais sobre o imenso lobby de laboratórios contra a hidroxicloroquina. O pneumologista citou o estudo francês que denunciou o modo como os financiamentos e doações da indústria farmacêutica influenciam as decisões tomadas por médicos e especialistas em medicina.
No contexto da epidemia de Covid-19, vários tratamentos estão disponíveis para tratar pacientes infectados pelo vírus. Alguns são protegidos por patentes, como o remdesivir, outros não, como a hidroxicloroquina.
Malheiros vê com preocupação o fato de que a maioria dos congressos da Sociedade Brasileira de Infectologia é patrocinada pela gigante farmacêutica Gilead Sciences, grupo francês envolvido na produção do remdesivir e que trabalha em forte lobby anti-hidroxicloroquina.
Segundo ele, a imprensa tem seus próprios interesses, inclusive comerciais, ligados a este grupo farmacêutico. “Principalmente o remdesivir, da Gilead”, explica.
“É muito complicado. Virou uma questão não de saúde pública, mas uma questão política. E é importante para essas pessoas demostrarem que a cloroquina não funciona, apesar de ser utilizada há mais de 50 anos e não precisava nem de receita”, diz o médico.
“Aqui em Mato Grosso você comprava [cloroquina] em qualquer canto, até no boteco”, brinca.

Interesses comerciais, imunização e as vacinas

Segundo Malheiros, as únicas soluções aceitáveis para a imprensa, ligada às empresas farmacêuticas, são o remdesivir e as vacinas. Ele se diz preocupado com a possibilidade de se tornar a vacinação obrigatória, o que considera um absurdo.
“O problema maior, agora”, diz o pneumologista, “é que eles vão tentar de todas as maneiras desacreditar que o paciente fique imunizado e que tem que tomar vacina. Isso será uma outra grande mentira. Outra grande fraude. A minha preocupação é de chegar ao ponto de tornar obrigatória o uso da vacina. Isso vai ser uma barbaridade”.
“A questão toda é financeira. A medicação é remdesivir ou a vacina. A preocupação menor é com o povo e com a saúde. Infelizmente é o ponto em que nós chegamos”.
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