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Delegada do caso MBL e Ayan é encontrada baleada em casa

Delegada que prendeu empresário ligado ao MBL é encontrada baleada ...
Considerada uma das principais delegadas da Polícia Civil de São Paulo, Ivalda Oliveira Aleixo foi encontrada com um ferimento grave perto da veia femoral dentro do apartamento onde mora na capital paulista. A informação é do Balaço Geral da Record.
Na residência também havia marcas de tiros. Ela foi levada inconsciente e em estado grave para o hospital.
A delegada está cuidando do caso que investiga dois empresários próximos do Movimento Brasil Livre (MBL) pelo suposto desvio de mais de R$ 400 milhões de empresas, além de lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio.
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Empresários supostamente ligados ao MBL são presos em SP acusados de lavagem de dinheiro Alessander Mônaco Ferreira e Carlos Augusto de Moraes Afonso são suspeitos de desviar mais de R$ 400 milhões. Movimento Brasil Livre (MBL) nega que a dupla faça parte dos quadros do grupo

Polícia Civil prende dois empresários em São PauloPolícia Civil ...

Uma operação realizada pela Polícia Civil de São Paulo, Ministério Público Estadual e Receita Federal, na capital paulista e na cidade de Bragança Paulista, resultou na prisão de dois empresários na manhã desta sexta-feira. Eles são investigados por movimentar o montante de mais de R$ 400 milhões. Um dos alvos de busca das autoridades foi a sede do Movimento Brasil Livre (MBL), uma vez que a dupla faz parte do grupo, segundo equipes que participam da ação.

Alessander Mônaco Ferreira e Carlos Augusto de Moraes Afonso são suspeitos de praticar lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio, de acordo com o Ministério Público. Ao todo, seis mandados de busca e apreensão e dois de prisão são cumpridos em São Paulo e Bragança Paulista
O MBL, por meio do deputado federal Kim Kataguiri (DEM/SP), disse que os empresários não fazem parte do grupo e que nunca se integraram ao movimento. 

“Alessander Monaco Ferreira e Carlos Augusto  de Moraes Afonso não são integrantes e sequer fazem parte dos quadros do MBL. Ambos nunca foram membros do movimento. Uma notícia veiculada de maneira errônea por um portal criou tal confusão”, disse o parlamentar.

O Movimento Brasil Livre ganhou notoriedade em 2014, quando passou a organizar, com mais frequência, manifestações contra o governo da então presidente Dilma Rousseff. Em 2015 e 2016, os protestos se intensificaram, sobretudo na Avenida Paulista, em São Paulo, e em Brasília, com intuito de pedir o impeachment de Dilma. A ‘fama’ do grupo resultou em diversos membros eleitos como deputados federais e estaduais.
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Lava Jato manda prender ex-ministro Silas Rondeau e outros 11 por desvios na Eletronuclear


Os mandados de prisão estão sendo cumpridos nas cidades de São Paulo, Barueri (SP), Rio de Janeiro, Petrópolis (RJ), Niterói (RJ) e Brasília (DF).
Agentes da Polícia Federal foram às ruas na manhã desta quinta-feira (12), com o objetivo de prender o ex-ministro das Minas e Energia Silas Rondeau, além de outras 11 pessoas. A Operação Lava Jato pediu o sequestro dos bens dos envolvidos e de suas empresas
 
247 - Agentes da Polícia Federal foram às ruas na manhã desta quinta-feira (12), com o objetivo de prender o ex-ministro das Minas e Energia Silas Rondeau, presidente da Eletrobras entre 2004-2005, por desvio de dinheiro na estatal. A ação tem como finalidade cumprir 12 mandados de prisão temporária e 18 de busca e apreensão. Também estão na mira da polícia um ex-deputado federal, empresários e ex-executivos da empresa investigados por lavagem de dinheiro. A Operação Lava Jato pediu o sequestro dos bens dos envolvidos e de suas empresas pelos danos materiais e morais causados no valor de R$ 208 milhões.
De acordo com os investigadores, a exigência de propina teve início logo após o Almirante Othon Pinheiro chegar à presidência da estatal como "contrapartida à celebração de novos contratos e ao pagamento de valores em aberto de contratos que se encontravam em vigor".
O Ministério Público Federal afirmou que parte do esquema operou com empresas sediadas no Canadá, França e Dinamarca. Por consequência, o órgão solicitou a cooperação internacional e irá compartilhar o material da investigação com o Ministério Público destes países.
SUB-FONTE:http://www.folhadapb.com.br/
Fonte: Com informações do 247
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Membros do Judiciário planejam protestos contra lei de abuso de autoridade Bolsonaro tem quinze dias para sancionar ou vetar, parcial ou integralmente, o projeto aprovado na Câmara. Segundo presidente, vai ter veto

Associações da magistratura, do Ministério Público federal e estaduais e das polícias estão organizando para protestos para pressionar o presidente Jair Bolsonaro a vetar o projeto de lei que criminaliza o abuso de autoridade, aprovado pelo Congresso na quarta-feira 15. Os atos estão previstos para ocorrer no próximo dia 19 em Belém, Natal, Campo Grande e Curitiba. No dia 20, a manifestação será em Brasília, e no dia 23 em Belo Horizonte.
Representantes dessas carreiras alegam que o texto cria um incentivo à corrupção e a ações de grupos criminosos organizados. “A sanção do Projeto de Lei 7.596/2017 não coíbe abusos de autoridade, não corrige equívocos dos agentes públicos. Ao contrário, transforma-os em burocratas acuados, incapazes de cumprir seus deveres e contrapor interesses ilícitos em nome da democracia e da probidade”, diz trecho de uma petição pública que circula na internet e já conta com mais de 30.000 assinaturas.
A proposta prevê punição a agentes públicos, incluindo juízes e procuradores, em uma série de situações e é considerada uma reação da classe política às operações recentes contra corrupção como a Operação Lava Jato. Ela também abrange policiais, membros de tribunais ou conselhos de contas, servidores públicos e militares ou pessoas a eles equiparadas.
O Ministério da Justiça e Segurança Pública avalia que o projeto pode “inviabilizar” o trabalho da Polícia Federal e do Ministério Público. “É possível identificar diversos elementos que podem, mesmo sem intenção, inviabilizar tanto a atividade jurisdicional, do MP e da polícia, quanto as investigações que lhe precedem”, diz a nota técnica elaborada pelo ministério e obtida pela agência de notícia Reuters.A análise da área técnica do Ministério da Justiça cita que um dos artigos do projeto — que considera abuso de autoridade a decretação de prisão em manifesta desconformidade com as hipóteses legais — limita o exercício do juiz e cria “uma zona cinzenta pela qual o magistrado deve caminhar para viabilizar a compatibilidade entre a norma e a sociedade”.

“Vai ter veto”

Na noite desta sexta-feira 16, Bolsonaro afirmou que pretende vetar pontos do projeto. “Não li ainda o projeto. Segunda-feira eu leio, mas que vai ter veto, vai”, afirmou o presidente ao ser questionado sobre o assunto em Resende, no sul do estado do Rio de Janeiro, onde participou de uma cerimônia na Academia Militar das Agulhas Negras (Aman) no manhã deste sábado.
O presidente tem quinze dias para decidir se sanciona ou veta o texto, parcial ou integralmente. Segundo ele, independentemente da decisão que tomar, irá “levar pancada”.
(Com Estadão Conteúdo e Reuters)
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Três criminosos morrem durante assalto a uma chácara em Cotia ​Crianças ficaram reféns

Reprodução SBT
TRês criminosos morreram e um infrator foi baleado durante um assalto a uma chácara no jardim Remanso, em Cotia, na noite desta terça-feira, 22.

Segundo a Polícia Militar (PM), os militares receberam informações via Central de Operações da PM (Copom) de um roubo a residência na região, diante das informações os agentes de segurança se deslocaram até o endereço e depararam com os indivíduos autores do roubo retirando da garagem os veículos Toytota Corolla e um Citroën Picasso, momento em que os indivíduos desembarcaram efetuando disparos de arma de fogo em direção aos policiais que revidaram. No interior da chácara, os bandidos fizeram novos disparos contra os militares que revidaram.

Três criminosos morrem durante assalto a uma chácara em Cotia

Com os criminosos foram encontrados 1 revólver calibre 38, 01 revólver calibre 32 e uma réplica de Fuzil AK 47 e um colete balístico.

O caso é registrado no plantão policial do DP de Cotia.

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MPF denuncia Glenn Greenwald e mais seis por ataque hacker

A invasão hacker resultou no vazamento de conversas atribuídas a Sergio Moro com Deltan Dallagnol e outras autoridades
O jornalista Glenn Greenwald e outros seis investigados por envolvimento na invasão hacker ao celular do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, foram denunciados nesta terça-feira (21) pelo Ministério Público Federal. As informações são da Crusoé.
A denúncia é de associação criminosa e interceptação ilegal de comunicações.
O ataque hacker resultou na publicação de conversas atribuídas ao ex-juiz da Lava Jato com o procurador da força-tarefa, Deltan Dallagnol, e outras autoridades, no site The Intercept Brasil.
Segundo a denúncia, o jornalista Glenn Greenwald, de forma livre, consciente e voluntária “auxiliou, incentivou e orientou, de maneira direta, o grupo criminoso. Durante a prática delitiva, agindo como garantidor do grupo, obtendo vantagem financeira com a conduta aqui descrita.”
De acordo com o procurador Wellington Divino Marques de Oliveira, a denúncia não representa afronta à liberdade de imprensa. O argumento é de que há jurisprudência para não configurar como crime a conduta de profissionais que apenas divulgam dados sigilosos — sem participar, de forma direta, da quebra do sigilo.
De acordo com o procurador Wellington Divino Marques de Oliveira, a denúncia não representa afronta à liberdade de imprensa. O argumento é de que há jurisprudência para não configurar como crime a conduta de profissionais que apenas divulgam dados sigilosos — sem participar, de forma direta, da quebra do sigilo.
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Vítima morta pelo "Maníaco de Marituba" era sobrinha de Éder Mauro. Ouça a entrevista exclusiva com o deputado


Uma das vítimas do chamado "Maníaco de Marituba", Samara Mescouto foi encontrada morta atrás do terreno em que morava um dos acusados, preso no começo da noite deste domingo (12). Ela era sobrinha do deputado federal Delegado Éder Mauro, que esteve no local e concedeu uma entrevista exclusiva ao repórter Denilson D'Almeida, do Diário do Pará. Ouça:O delegado Éder Mauro ainda divulgou uma nota pública afirmando que solidariza com os parentes e amigos de todas as vítimas" e que a própria família está em luto pela morte de Samara Mescouto, 20 anos, encontrada atrás do terreno em que morava o preso. "Samara foi adotada, aos 3 anos, pela mãe de Éder Mauro, Maria Trindade Cardoso, com quem morou até os 16 anos de idade, quando foi morar com a mãe biológica, que também foi criada pela matriarca da família Cardoso Barra", afirma a nota.

VIDEOS:

FONTE:https://www.diarioonline.com.br/
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Luciano Hang ganha na justiça e pode exibir faixas com dizeres contra Lula


"Melhor que o verão, é o Lula na prisão". Nova frase de Luciano Hang, que circulará em faixa puxada por avião em Santa Catariana já é show na internet. O melhor de tudo é que mostra que esses ladrões do passado não podem ser intocáveis e nem merecem. De que adiantaria proibir uma faixa se toda a população brasileira sabe perfeitamente da realidade de Lula. Além disso, essa frase é fichinha diante dos grandes males que o petista trouxe ao povo por décadas.
Por outro lado, em nenhum momento, ninguém da direita se preocupou com os xingamentos e difamações mentirosas que o Lula lança contra Bolsonaro em seus discursos. Isso porque simplesmente não passa de um cachorro latindo ao vento, nem vale a pena processa-lo por difamação.
Você pode também ouvir este artigo no Programa Pauta do Dia, em nossa página inicial
"Lula cachaceiro devolve o meu dinheiro", foi a frase que motivou a ação que o PT iniciou contra Luciano Hang solicitando que este fosse proibido de exibir faixas com frases supostamente ofensivas contra Lula. A ação foi indeferida pelo magistrado Fernando Machado Barboni da 2ª Vara Civil da Comarca de Navegantes (SC).

Não poderia ser de outra forma. Primeiro porque Lula é figura pública sujeito às mais diversas opiniões de qualquer pessoa, segundo por"Melhor que o verão, é o Lula na prisão". Nova frase de Luciano Hang, que circulará em faixa puxada por avião em Santa Catariana já é show na internet. O melhor de tudo é que mostra que esses ladrões do passado não podem ser intocáveis e nem merecem. De que adiantaria proibir uma faixa se toda a população brasileira sabe perfeitamente da realidade de Lula. Além disso, essa frase é fichinha diante dos grandes males que o petista trouxe ao povo por décadas.
Por outro lado, em nenhum momento, ninguém da direita se preocupou com os xingamentos e difamações mentirosas que o Lula lança contra Bolsonaro em seus discursos. Isso porque simplesmente não passa de um cachorro latindo ao vento, nem vale a pena processa-lo por difamação.
Você pode também ouvir este artigo no Programa Pauta do Dia, em nossa página inicial
"Lula cachaceiro devolve o meu dinheiro", foi a frase que motivou a ação que o PT iniciou contra Luciano Hang solicitando que este fosse proibido de exibir faixas com frases supostamente ofensivas contra Lula. A ação foi indeferida pelo magistrado Fernando Machado Barboni da 2ª Vara Civil da Comarca de Navegantes (SC).
Não poderia ser de outra forma. Primeiro porque Lula é figura pública sujeito às mais diversas opiniões de qualquer pessoa, segundo porque os dizeres da faixa não são uma ofensa mas realidades. "como a oposição pode provar que Lula não é cachaceiro? Muito menos como provar que ele não ficou com milhões da população?".
Esse precedente abre uma brecha para milhares de frases, pois coisa ruim é o que não falta em Lula. Se há um brasileiro que possui todos os atributos maléficos esse é Lula. Assim, Luciano Hang vai fazer a festa. Até já preparou nova faixa; "Melhor que o verão, é o Lula na prisão".
Por outro lado. Um episódio que mostra a grande diferença entre esquerda e direita aconteceu. Enquanto a direita se manifesta com frases a esquerda parte para ataque físico. Isso sucedeu com o incêndio da Estátua da Liberdade, na Loja Havan, de São Carlos. Segundo Luciano Hang, dono da rede de lojas, essa estátua representa suas lojas que tem um trabalho baseado na liberdade.

Luciano Hang é o empresário brasileiro mais conhecido como ativista em prol de um Brasil novo, sem roubo, sem corrupção e em busca do crescimento em direção à uma superpotência mundial. Seus feitos inusitados já são conhecidos da população e vem desde a campanha de Bolsonaro para a presidência. Esse brasileiro exemplar, é visto o tempo todo vestido de verde e amarelo. Um exemplo de que não só o cidadão comum deve assumir o Brasil, mas também todas as pessoas não importando a condição social. (Leonardo Bezerra)que os dizeres da faixa não são uma ofensa mas realidades. "como a oposição pode provar que Lula não é cachaceiro? Muito menos como provar que ele não ficou com milhões da população?".

Esse precedente abre uma brecha para milhares de frases, pois coisa ruim é o que não falta em Lula. Se há um brasileiro que possui todos os atributos maléficos esse é Lula. Assim, Luciano Hang vai fazer a festa. Até já preparou nova faixa; "Melhor que o verão, é o Lula na prisão".

Por outro lado. Um episódio que mostra a grande diferença entre esquerda e direita aconteceu. Enquanto a direita se manifesta com frases a esquerda parte para ataque físico. Isso sucedeu com o incêndio da Estátua da Liberdade, na Loja Havan, de São Carlos. Segundo Luciano Hang, dono da rede de lojas, essa estátua representa suas lojas que tem um trabalho baseado na liberdade.

Luciano Hang é o empresário brasileiro mais conhecido como ativista em prol de um Brasil novo, sem roubo, sem corrupção e em busca do crescimento em direção à uma superpotência mundial. Seus feitos inusitados já são conhecidos da população e vem desde a campanha de Bolsonaro para a presidência. Esse brasileiro exemplar, é visto o tempo todo vestido de verde e amarelo. Um exemplo de que não só o cidadão comum deve assumir o Brasil, mas também todas as pessoas não importando a condição social. (Leonardo Bezerra)

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Desembargador confraterniza com José Dirceu à beira-mar de Alagoas Tutmés Airan alega que recebeu corrupto condenado pela amizade

Desembargador confraterniza com José Dirceu à beira-mar de Alagoas
O encontro de um integrante do Judiciário com um corrupto que já foi condenado a penas que lhe renderiam quase meio século de prisão provocou indignação e questionamentos nas redes sociais. O desembargador Tutmés Airan, do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJAL), recebeu o ex-ministro petista José Dirceu à beira mar, na semana passada, quando o ex-presidiário do mensalão e do petrolão esteve em Maceió (AL), para lançar um livro.
Na foto viralizada no aplicativo de mensagens Whatsapp, José Dirceu aparece, aparentemente em uma casa de praia, ao lado do desembargador. Ambos vestem camisas vermelhas e estão rodeados por militantes de esquerda, sete deles gesticulando em apoio a outro corrupto condenado pela Justiça do Brasil: o ex-presidente Lula, que está preso na sede da Polícia Federal, em Curitiba (PR).
Questionado pelo Diário do Poder sobre sua presença ao lado de Dirceu, o desembargador, que teve longa atuação de militância de esquerda em Alagoas, fez questão de ressaltar que aquele encontro não teve caráter político-partidário.
utmés foi questionado se, assim como Dirceu, defende a libertação de Lula. E também foi lembrado que ainda terá longa carreira como integrante do Judiciário, ao ser perguntado se encontros políticos e partidários não atrapalhariam sua atuação como julgador, no futuro.
Eis a resposta:
“Recebi o José Dirceu na condição de meu amigo pessoal. Só para você ter uma ideia, José Dirceu foi meu padrinho de noivado. Então, conheço o Zé faz muitos anos e ele não esteve aqui para uma atividade político-partidária. Ele esteve aqui para lançar um livro, me pediu apoio e eu, na condição de amigo pessoal dele, dei todo o apoio do mundo e daria de novo, entende? Desvirtuar isso, na verdade, faz parte de uma conjuntura política doentia, né?, onde as pessoas enxergam as coisas com os olhos da maldade, da malícia. Enfim, é muito triste isso, né? Não entre nessa onda, não, comandante. É muito feio isso”, disse Tutmés.
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Policial Militar de folga reage a assalto e mata dois homens em Piquete, SP Sargento foi abordado por dois suspeitos que estavam de bicicleta e anunciaram o roubo. O policial reagiu e atirou nos dois homens, que morreram na hora.

Policial de folga reage a assalto e mata dois homens em Piquete — Foto: Divulgação/Polícia Militar
Policial de folga reage a assalto e mata dois homens em Piquete — Foto: Divulgação/Polícia Militar


Um policial militar de folga reagiu a uma tentativa de assalto e matou dois homens na tarde desta quinta-feira (26) em Piquete (SP). A ação aconteceu por volta das 14h15 na altura do Km 3 da rodovia SP-183.


Segundo a Polícia Militar, um sargento da corporação, que estava de folga, estava em seu carro na rodovia Cristiano Alves da Rosa quando foi abordado por dois criminosos de bicicleta ao encostar o veículo no acostamento.


O policial percebeu que um dos suspeitos estava armado e reagiu disparando contra os dois homens. Os homens de 21 e 27 anos morreram no local.

Um dos suspeitos estava em liberdade condicional, e tinha passagens por roubo. O caso vai ser registrado na Polícia Civil.
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“O cara ganha liberdade e eu enterro meu filho”, desabafa pai após acidente O condutor que provocou a batida chegou a ser preso em flagrante, mas foi solto após decisão da Justiça

Família e amigos durante o velório nesta manhã (Foto: Henrique Kawaminami)
Família e amigos durante o velório nesta manhã (Foto: Henrique Kawaminami)
"Não foi fatalidade. Foi crime". O desabafo feito pela família de Matheus Oliveira Santos, 24 anos, que morreu em acidente de trânsito provocado por motorista bêbado, ocorreu durante o velório na manhã desta segunda-feira (16). O condutor que provocou a batida, Raphael Antunes de Carvalho, 37 anos, chegou a ser preso em flagrante, mas foi solto após decisão da Justiça expedida no fim da tarde de ontem (15), horas depois do acidente ocorrido durante a madrugada. Segundo José Ednaldo dos Santos, 48 anos, pai da vítima, Matheus era o caçula de dois filhos, trabalhava com marcenaria e no dia da tragédia estava a poucos metros de casa. Ao ficar sabendo que o autor que causou o acidente durante tentativa de ultrapassagem havia sido liberado pela Justiça, ficou revoltado. “Enquanto o cara ganha liberdade, eu enterro meu filho”, disse José, chorando.  
Acompanha pelo marido, familiares e amigos, a mãe de Matheus, Zuleide Luiza de Oliveira, 45 anos, pediu apenas por justiça. O rapaz, segundo os familiares, voltava de uma confraternização com mais seis pessoas dentro do carro, quando aconteceu o acidente. Todas as vítimas continuam internadas na Santa Casa, com lesões diversas.
Os parentes afirmaram que enquanto aguardavam notícias dos feridos no hospital, foram procurados por três advogados de Rafhael que em tom de deboche disseram que a situação se tratava de uma fatalidade. "Eles queriam demostrar poder. Nós também vamos atrás de um advogado para que seja feita Justiça", lamentou a família. Com o coração apertado, José Ednaldo teve que buscar o neto para participar do velório. "Ele era muito apegado com o pai". 
Caso -  Matheus Oliveira Santos morreu após acidente de trânsito na Avenida Três Barras, na madrugada de ontem. Segundo boletim de ocorrência, testemunhas disseram que Raphael Antunes de Carvalho vinha no sentido bairro/centro, em caminhonete Ford Ranger, e tentou ultrapassagem em ponto entre a rotatória que dá acesso à Avenida Gabriel Del Pino e o semáforo com a Rua Felipe Camarão. 
Na mão contrária estava Matheus, que dirigia Chevrolet Corsa. O motorista da caminhonete não conseguiu completar a ultrapassagem e bateu de frente com o carro popular. A colisão ainda deixou sete pessoas feridas - as seis que estavam com Matheus Santos e uma com Raphael.
O rapaz vai responder em liberdade por homicídio culposo na direção de veículo automotor, qualificado por embriaguez. Ele se negou a fazer teste do bafômetro, mas a polícia lavrou termo de constatação por embriaguez. A juíza Luciane Buriasco Isquerdo que decidiu pela liberdade do motorista entendeu que não havia requisitos para manter a prisão do auto.
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Criança sofre estupro coletivo no dia do aniversário dentro de escola

Criança sofre estupro coletivo no dia do aniversário dentro de escola 1
A família de uma criança de apenas sete anos está denunciando um abuso sexual que teria acontecido dentro de uma escola no município de Vitória da Conquista, a 512 km de Salvador. De acordo com os parentes, o menino foi violentado por três adolescentes, na quarta-feira (11/12).As informações são da avó da criança – que fez aniversário no dia da ação -, Belina Souza Rodrigues. Segundo ela, o crime teria ocorrido no Centro Municipal de Educação Professor Paulo Freire (Caic), no bairro Zabelê. A idosa contou que a criança teria sido trancada no banheiro da escola por três adolescentes. Os suspeitos teriam roubado o dinheiro do lanche e inserido um objeto no ânus do menino.Os pais da criança perceberam que ela estava suja de fezes ao voltar da escola. Questionada, a vítima tentou disfarçar e disse que os adolescentes teriam jogado fezes nele. Mais tarde, porém, os pais verificaram o sangramento na região anal e o encaminharam para o Hospital Municipal Esaú Matos, onde ele recebeu atendimento médico, que confirmou a possibilidade de o estupro coletivo ter sido consumado.
A Prefeitura de Vitória da Conquista divulgou uma nota, por meio da Secretaria da Educação, informando que faria, nesta quinta-feira (12/12), uma reunião para começar a apurar os responsáveis. “Certificado de que houve qualquer tipo de omissão ou descuido, as punições serão aplicadas. Dentre elas, a possibilidade do afastamento de toda a equipe gestora da escola”, disse o comunicado.O órgão informou ainda que a criança e os familiares estão sendo acompanhados pelo Conselho Tutelar. “Em relação aos adolescentes acusados pela criança, também será feita a avaliação das ações em relação a eles. Em confirmado que o delito foi efetivamente cometido, eles serão encaminhados ao Conselho Tutelar e ao Ministério Público, para que as medidas determinantes nesses casos sejam tomadas”.
O menino foi levado para o Departamento de Polícia Técnica (DPT), que vai apurar se houve ou não o estupro. Por Aratu On.
SUB-FONTE:https://seligacamacari.com.b
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PM vai investigar policiais que obrigaram jovens a apagar pichação no Antônio Bezerra Após picharem um muro da recém-inaugurada Areninha Estádio Antony Costa, bairro Antônio Bezerra, jovens foram apontados pelos próprios moradores, que acionaram a Polícia Militar

Os jovens apagaram as pichações
Os jovens apagaram as pichações (Foto: reprodução/Vídeo )
Após picharem um muro da recém-inaugurada Areninha Estádio Antony Costa, bairro Antônio Bezerra, um grupo de jovens foi flagrado e identificado pelos próprios moradores, que acionaram a Polícia Militar. Eles receberam orientação dos policiais militares para que apagassem a pichação. O caso foi registrado na noite desta quarta-feira, 11. 
As policiais fizeram um momento de conscientização com os jovens para explicar que o patrimônio que eles estavam pichando era da própria população e, portanto, deveriam cuidar do equipamento. A Areninha é a maior do Ceará e foi inaugurada no fim de novembro. 
Os adolescentes apagaram as pichações e em seguida foram orientados a ir para casa. A ação foi aplaudida pelos moradores. 

O que diz a PM

O POVO procurou a assessoria de imprensa para questionar o procedimento realizado em casos como este, que envolveu adolescentes e intervenção no patrimônio público. Perguntou também de que forma esses adolescentes foram identificados, por qual motivo os policiais agiram desta forma e qual o procedimento indicado. Nenhuma das dúvidas foi sanada.
Em nota, a PM disse apenas que "irá instaurar procedimento disciplinar para apurar a conduta dos policiais militares envolvidos na ocorrência". Só depois, a PM irá se manifestar "sobre as conclusões que decorreram do caso".

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Propina no Detran: delegados e policiais embolsam mais de R$ 19 milhões Grupo envolvia também a participação de despachantes, donos de pátios de apreensão e comerciantes.

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Um total de R$ 842 mil em dinheiro foi apreendido na operação, sendo R$ 558 mil na casa de uma servidora
(foto: Ministério Público de Minas Gerais/Divulgação)
Mais de R$ 19 milhões foram desviados em propinas por organização criminosa composta por delegados, policiais civis e militares, despachantes, comerciantes e donos de pátios de apreensão de veículos em Santa Luzia, na Região Metropolitana de Minas Gerais (RMBH).
O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) denunciou nesta quinta-feira (12/12) 16 pessoas que participavam das irregularidades envolvendo o Departamento de Trânsito de Minas Gerais (Detran-MG). Foram recolhidos mais de R$ 840 mil pela força-tarefa, a maior apreensão feita neste ano pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).

O esquema é antigo e foram identificados crimes cometidos pelo menos desde 2011. A investigação apontou que a organização atuava em praticamente todos os serviços do Detran em Santa Luzia: liberação e transferências de veículos, realização de vistoria e leilões e contava até com a participação de policiais nos lucros de pátios de apreensão do município, licenciados ilicitamente.

Há imagens que mostram o desvio de peças e equipamentos de veículos apreendidos. A organização também fazia blitzes pela Polícia Militar (PM) para a apreensão de veículos.

“Com a liberação, ganhavam propina. Além disso, identificamos a apreensão simulada de veículos no sistema, com o objetivo de acelerar a liberação. Ele era apreendido no sistema da Polícia Civil (PC) e, em seguida, a apreensão era cancelada. O carro nem chegava a ir para o pátio”, afirma a promotora de Justiça do Gaeco Paula Ayres Lima.

A cobrança de propina era a condição para que serviços fossem executados com rapidez. De acordo com a denúncia, o delegado de polícia Christian Nunes de Andrade chefiava o esquema, ficando com metade da propina desviada e 10% dos valores dos leilões. Na casa dele, foram apreendidos carros e motos de luxo. O delegado e mais oito presos estão presos.

“O delegado Christian é o chefe do esquema e o principal beneficiário”, diz promotora.

Penas somam 208 anos

A operação, batizada de “Cataclisma”, identificou crimes de corrupção ativa, passiva, organização criminosa, peculato, inserção de dados falsos nos sistemas de informação e lavagem de dinheiro, com penas que somam 208 anos.

As investigações começaram há três anos, a partir de denúncias anônimas de pessoas lesadas pelo grupo, formado por policiais civis, militares, despachantes, comerciantes e donos de pátios de apreensão de veículos em Santa Luzia.

Segundo a força-tarefa, um dos denunciantes, um homem cuja renda é de um salário mínimo, precisou pagar R$ 140 para a liberação do documento do veículo, que havia comprado para trabalhar. Os valores de propina cobrados eram variáveis, a partir de R$ 20.

Em 28 de novembro, foram cumpridos 46 mandados de busca e apreensão e 13 mandados de prisão temporária. Somente na residência de uma servidora pública a força-tarefa encontrou a quantia de R$ 558 mil em dinheiro.
“É difícil precisar quanto foi embolsado, mas pela quebra de sigilo fiscal e bancário, os envolvidos apresentaram uma movimentação bancária incompatível”, afirma.

O grupo estima montante de R$ 19 milhões. A operação foi realizada em conjunto com o MPMG, PC, PM e Receita Estadual. A investigação também identificou esquema semelhante em Lagoa Santa, na Grande BH, ainda em apuração.

Denunciados pela Operação Cataclisma
Christian Nunes de Andrade, delegado de polícia 
Marcelo Nonato Magalhães, investigador de polícia 
Cláudia Márcia da Silva, investigadora de polícia 
Emerson Rodrigues, servidor público municipal 
Paulo Roberto Ferreira Rosa, policial civil 
Wagner Tadeu Pereira Seixas, policial civil 
Rodrigo Palhares Horta, policial civil 
Nélio Aristeu Zeferino, policial militar 
João Pedro Martins, empresário 
Bárbara Flaviane dos Santos, empresária 
José Moreira de Souza, gerente de pátio de apreensão 
Ida do Carmo Bacelete, delegada de polícia 
Any Aparecida Fernandes Bacelete Belchior Roberto de Rezende Lara, vigilante 
Gliber Dias Machado, comerciante 
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Psicóloga cristã perde registro por ser contra ideologia de gênero O conselho decidiu pela cassação de seu registro, informou a psicóloga

Psicóloga cristã perde registro por ser contra ideologia de gênero
Psicóloga cristã perde registro por ser contra ideologia de gênero
A psicóloga cristã, Patrícia de Sousa Teixeira, que enfrentava processo disciplinar do Conselho Federal de Psicologia, perde seu registro profissional por ser contra a “ideologia de gênero”, e defender a família.
O Conselho Federal de Psicologia (CFP), julgou o caso da psicóloga Patrícia, no último dia18, de outubro, e decidiram pela cassação do registro da profissional, segundo ela foi informada pela entidade sobre o julgamento.
No ano passado, Patrícia foi processada pelo Conselho Regional de Psicologia da 12º Região, após participar de uma gravação onde aparece alertando sobre a “ideologia de gênero”.
Mesmo não ter atuado como psicóloga, e nem expressado sua opinião profissional no vídeo, o conselho regional decidiu por cassar o registro de Patrícia, alegando um comportamento preconceituoso diante da sociedade. Ela recorreu da decisão.
vídeo foi divulgado em 2015 e encaminhado como denúncia pela Comissão de Orientação e Fiscalização do CRP-12. A autarquia, por sua vez, entendeu que a psicóloga teria violado o Código de Ética profissional por se posicionar publicamente de forma “preconceituosa”.
Em sua defesa na época, seu advogado alegou que não houve atos praticados no exercício da profissão e que a pena era exagerada, e também nunca foi advertida ou notificada pela entidade sobre o assunto.
Em seu julgamento no mês de outubro em Brasília, Patrícia não estava presente e não teve como se defender, e informou que temia pela cassação de seu registro.
A profissional ainda não informou à imprensa os detalhes do julgamento, mas em breve deve emitir um comunicado com informações, sobre como foi o trânsito julgado em seu desfavor.
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Bandidos invadem fórum na Paraíba, amarram juiz e vigilante e fogem levando mais de 70 armas


O Juiz e o vigilante do fórum de Alagoa Grande passaram por maus momentos durante um assalto ocorrido nesta segunda-feira (25) no fórum da cidade.
De acordo com a polícia eram quatro homens que chegaram no fim da noite, renderam o juiz e um vigilante e os forçaram a dizer onde ficavam as armas.
Os bandidos amarram o juiz e o vigilante e depois fugiram levando cerca de 70 armas.
Na fuga, a polícia Militar surpreendeu os suspeitos. Houve troca de tiros, um deles foi preso após ser baleado na perna e as armas e o colete que eles pretendiam levar foram todos recuperados.
Ainda segundo a polícia, a ocorrência continua em andamento porque o objetivo é prender os outros três.suspeitos
O homem que foi preso está sob custódia policial no Trauma de Campina Grande.
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"É um crime que não tem explicação, matar uma menina por causa de um celular", diz novo comandante da BM Ao "Gaúcha Atualidade", coronel Rodrigo Mohr Picon comentou latrocínio registrado na madrugada desta segunda-feira, no bairro Cidade Baixa

Ronaldo Bernardi / Agencia RBS
No dia em que assume o comando da Brigada Militar (BM), o coronel Rodrigo Mohr Picon lida com um dos crimes que mais geram comoção na população: latrocínio. Nathana Stephany Marques Gay, de 23 anos, foi morta com um disparo de arma de fogo, na madrugada desta segunda-feira (18), em uma tentativa de assalto no bairro Cidade Baixa, em Porto Alegre.
— Essa noite, na Cidade Baixa, tivemos esse crime que revoltou muito. É um crime que não tem explicação, matar uma menina por causa de um celular — analisou o comandante, em entrevista ao Gaúcha Atualidade
Informações iniciais davam conta de que Nathana teria resistido a entregar o celular ao ser abordada enquanto andava com duas amigas, próximo da esquina das ruas da República e Lima e Silva, e teria sido baleada na cabeça. Posteriormente, a mãe de uma das amigas da jovem esclareceu que Nathana, na verdade, correu ao ouvir o anúncio do assalto, mas voltou para ajudar a sua filha, que ficou paralisada.
A polícia trata o caso como latrocínio — crime que, em outubro, teve o menor número de casos registrados se comparado ao mesmo mês nos últimos 17 anos
Para Picon, manter e melhorar os números são o foco e os desafios da gestão. Neste sentido, o trabalho das autoridades deve mirar a receptação de bens que são alvo dos criminosos, como celulares, e alerta: 
— Toda vez que ela (pessoa) compra um celular ou produto barato demais, provavelmente ele é oriundo de um roubo e manchado de sangue — disse.
 — Devemos atacar justamente onde esse celular é revendido. Estamos já com algumas operações na área Central e vamos estender ao Interior. Temos que atacar este bem que gera este tipo de crime — afirma Picon. 

Ouça a entrevista completa

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Resultado de imagem para Toffoli também mandou Guedes entregar representações fiscais da Receita
Além de requisitar do Banco Central relatórios de inteligência financeira do antigo Coaf, Dias Toffoli determinou, em outubro, que o Ministério da Economia lhe enviasse Representações Fiscais para Fins Penais elaboradas pela Receita nos últimos três anos.
Essas comunicações do órgão ao Ministério Público apontam crimes tributários apurados pelo fisco.
O despacho, obtido por O Antagonista, está dentro da ação na qual o ministro suspendeu, em julho, a pedido de Flávio Bolsonaro, todas as investigações e ações penais abertas com base em dados enviados por órgãos de controle ao Ministério Público sem prévia autorização judicial.
Assim como no ofício enviado ao BC, que passou a comandar a Unidade de Inteligência Financeira (UIF) — novo nome do Coaf –, Toffoli determinou que a pasta da Economia informasse os “critérios e fundamentos legais” para a elaboração das representações.
“Devem os respectivos órgãos informarem a base legal invocada para justificar os dados e as informações contidas nos relatórios (RIF e RFFP), inclusive quais dados e documentos são anexados aos respectivos relatórios, além do parâmetro de detalhamento das informações que foram eventualmente compartilhadas sem autorização judicial”, escreveu o ministro.
Ele também fez perguntas sobre os meios e/ou plataformas pelas quais as representações tramitam, se por papel, e-mail ou sistema digital.
Segundo a Folha, o BC enviou a Toffoli senha para acessar dados sigilosos captados pela UIF sobre 412,5 mil pessoas físicas e 186,2 jurídicas.
Leia AQUI a íntegra do despacho.
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Liberado da prisão há dois dias, homem mata esposa e queima a própria casa

Resultado de imagem para Liberado da prisão há dois dias, homem mata esposa e queima a própria casa
Esta é a crônica de uma morte anunciada. Liberado da cadeia há dois dias, com uma tripla tentativa de homicídio nas costas (praticado contra uma família em novembro de 2018), um homem de 53 anos voltou para casa para torturar, esfaquear e matar a própria esposa no bairro Guajuviras, após uma discussão. Conforme a Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher de Canoas (DEAM/CANOAS) motivado pela fúria, o agressor cortou a mangueira do botijão de gás e ateou fogo na casa. “Foram muitos os ferimentos que o acusado imprimiu no corpo da vítima, a qual não teve nenhuma chance de defesa”, destaca a delegada Clarissa Demartini. “Ao lado de seu corpo estava o botijão de gás em chamas, em mais um sinal de crueldade e desprezo pela mulher. O objeto foi retirado e apagado pelos bombeiros.” Foram 11 horas ininterruptas de trabalho até conseguir prender o agressor em São Leopoldo. “O fato de ele estar em liberdade pouco menos de um ano depois de tentar matar toda uma família já era motivo suciente para deixá-los em alerta”, aponta Clarissa. “Infelizmente a vítima desse crime bárbaro não tinha nenhum registro contra o agressor, embora os irmãos dele, em depoimento, tenham armado que ele a agredia sicamente e a ameaçava de morte constantemente.” Operação Marias
A ação faz parte da Operação Marias, ação permanente, com o objetivo de encaminhar a prisão cautelar de agressores acusados da prática de violência doméstica ou violência de gênero. O Diretor da 2 DPRM - Regional Canoas, Delegado Mario Souza, orienta que o meio mais ecaz de se proteger e conseguir se livrar do ciclo de violência é por meio do registro de ocorrência e solicitação de medida protetiva de urgência. “As mulheres devem denunciar porque a Polícia Civil vai agir para dar segurança para elas”, garante. O nome da vítima não foi divulgado por solicitação dos familiares. Após as formalizações, o acusado foi encaminhado ao sistema prisional.
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Braço-direito do PCC sai de prisão após habeas corpus de ministro do STF - 17/09/2019 - UOL Notícias

Em janeiro de 2013, policiais da Rota prendem e levam ao 8º DP, no Brás (SP), Odemir Francisco dos Santos, o Branco - 15.jan.2013 - Eduardo Anizelli/Folhapress
Ministro Marco Aurélio de Mello cedeu habeas corpus a Odemir dos Santos Integrante do PCC, Santos lavava dinheiro por meio de uma agência de carros Para ministro, Santos estava preso "sem culpa formada"
Em decisão monocrática proferida no fim de agosto, o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Marco Aurélio Mello determinou a liberdade de um integrante do segundo escalão na cúpula do PCC (Primeiro Comando da Capital). Odemir Francisco dos Santos, 39, conhecido como Branco, foi beneficiado com habeas corpus liminar. A SAP (Secretaria da Administração Penitenciária) informou que Branco deixou o CDP (Centro de Detenção Provisória) 3 de Pinheiros no dia 4 de setembro "em cumprimento à decisão judicial que determinou a
Segundo o MP (Ministério Público), Branco lavava dinheiro para a organização criminosa através de uma loja de automóveis, que está registrada em nome de um "laranja". Além disso, a acusação aponta que ele fornecia carros para que integrantes da facção transportassem armas e drogas.
O habeas corpus foi concedido em um processo de 2016. Em abril daquele ano, Branco foi acusado de ser o dono de nove fuzis, 380 munições e acessórios de armas de fogo, além de 882 kg de cocaína. Todos os itens haviam sido apreendidos na capital paulista com outros integrantes da facção. A investigação identificou Branco como o dono dos itens por meio de interceptação telefônica. A defesa impetrou habeas corpus no STJ (Superior Tribunal de Justiça), mas foi negado. Com isso, recorreu ao STF. O ministro Marco Aurélio Mello acolheu o pedido em 27 de agosto.
De acordo com a decisão do ministro, Branco estava preso "sem culpa formada". "Privar da liberdade, por tempo desproporcional, pessoa cuja responsabilidade penal não veio a ser declarada em definitivo viola o princípio da não culpabilidade", escreveu. "Advirtam-no da necessidade de permanecer com a residência indicada ao Juízo, atendendo os chamamentos judiciais, de informar eventual transferência e de adotar a postura que se aguarda do cidadão integrado à sociedade", complementou
Defesa alegou risco de morte Odemir dos Santos estava recluso na penitenciária de Tupi Paulista, no interior de São Paulo, no ano passado. Petição interposta nos autos pela defesa do acusado apontou que ele corria risco de morrer dentro do presídio por ter, no local, membros de facções rivais ao PCC. "Na referida unidade prisional são inseridos presos de facções inimigas ao PCC (CRBC [Comando Revolucionário Brasileiro da Criminalidade], FDN [Família do Norte], CV [Comando Vermelho], entre outras)", informou. "Ocorre que o requerente, quando ali incluso, não aderiu a qualquer facção dominante nesta penitenciária e, em razão disso, foi considerado como 'simpatizante do PCC', tendo sua integridade física ameaçada por constantes ameaças no convívio com os demais presos faccionados", complementou.
A defesa apontou que a manutenção de Branco no local poderia resultar "numa tragédia anunciada", se referindo a possíveis confrontos entre integrantes de facções distintas, relembrando os casos ocorridos nos últimos anos em presídios do Norte e do Nordeste do Brasil. O advogado do acusado pediu que a SAP o movesse para qualquer outra unidade prisional. Sob o argumento de que, ao chegar ao presídio, em maio de 2018, Branco informou à direção do presídio que não corria risco na unidade, a Justiça paulista negou a nova transferência. CNH falsificada Em julho do ano passado, a mulher de Odemir tentou entrar no presídio com uma CNH (Carteira Nacional de Habilitação) falsa, com um nome de uma outra pessoa, mas com a foto de Branco. O documento falso estava sob a palmilha de um par de tênis que seria entregue ao acusado
A Diretoria de Divisão do Centro de Segurança e Disciplina determinou, pela infração, que Odemir ficasse por 30 dias isolado, além de perder direito a rádio, TV e visitas íntimas no período. "Numa eventual fuga, poderia utilizar o documento para se ver livre de ações de recaptura", apontou a direção do presídio. Em depoimento à direção do presídio, Odemir disse que não pediu para a mulher levar um documento falso a ele. Em depoimento à polícia, a mulher informou que não sabia que havia o documento junto ao 
calçado.
VEDEO

FONTE:https://noticias.uol.com.br/
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