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Bolsonaristas censurados no Twitter por Moraes atuam em novas contas e conquistam milhares de seguidores em horas

Bolsonaristas censurados no Twitter por Moraes atuam em novas ...
Alguns dos 17 apoiadores do presidente Jair Bolsonaro que tiveram as contas censuradas pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, continuam ativos nas redes sociais e ganhando seguidores novamente, de acordo a consultoria Bites.
Na sexta-feira passada, um dos alvos, o jornalista do Terça-Livre, Allan do Santos, era seguido no Twitter por 369 mil pessoas. Com a conta suspensa por Moraes, ele abriu outra e, na noite de terça-feira (28), já estava com 102.500 seguidores, 28% do volume da conta bloqueada.
O primeiro perfil de Allan, censurado pelo ministro do STF, estava em funcionamento desde outubro de 2015, segundo O Globo. Até sexta-feira, a média de fãs agregados por dia estava em 213. No caso da segunda conta, ele ganhou 25 mil novos seguidores por dia desde sexta-feira.
Situação similar está vivendo o presidente do PTB e delator do Mensalão, Roberto Jefferson. Ele passou a utilizar a conta da filha, a ex-deputada Cristiane Brasil e, na sexta, quando iniciou essa operação, a ex-deputada era acompanhada por 21 mil perfis no Twitter. Na noite de terça-feira, já estava com 48.863 seguidores.
O novo perfil de Allan dos Santos no Twitter é: @allanldsantos
E o da ex-deputada Cristiane Brasil, utilizada por Jefferson, é: @crisbrasilreal.
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“STF PODERÁ SER DESTITUÍDO POR CRIMES CONTRA CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA”.

STF PODERÁ SER DESTITUÍDO POR CRIMES CONTRA CONSTITUIÇÃO ...
O Supremo Tribunal Federal é composto por onze Ministros, brasileiros natos (art. 12, § 3º, IV, da CF/88), nomeados pelo Presidente da República, após aprovação da escolha pela maioria absoluta do Senado Federal (art. 52, III, da CF/88). Sua função institucional fundamental é de servir como guardião da Constituição Federal de 1988, e importante ressaltar que a corte escolhida por uma autoridade que ocupa o cargo de chefe do país, pela forma da lei, não seria irregular a escolha de cada ministro, porem a forma como são escolhidos fica sob suspeita, pois o presidente da republica tem aliados no senado federal os quais dão seu voto para aprovação dos ministros, fica bem claro que a votação também é um negocio fechado pelo presidente e os parlamentares, os quais sabem que a suprema corte julga os crimes cometidos pelas esferas representativas dos três poderes, pois pelo voto de cada senador, os ministros ficam sob suspeita de vínculos políticos e estariam impedidos de jugarem os réus por seus crimes, atualmente o muitos crimes cometidos por parlamentares passam muitos anos sem o julgamento e entram na prescrição, e outros processos são negociados diretamente com os ministros do supremo, pois os mesmos só podem ser julgados impitimados pelo senado federal, juízes conhecidos por ministros da impunidade, cometem crimes contra a honra dos brasileiros, dando impunidade a políticos que praticam corrupção, aprovam leis que são ilegais ao erário publico, modificam leis que punem severamente corruptos, atendem decisões de partidos os quais são ligados, tanto pela indicação quanto suas negociações, negam provimentos de leis que dão suporte a sociedade brasileira, interferem em outros juízos que estão na competência de suas instancias, procrastinam processos judiciais de interesses políticos para que os mesmo percam sua validade jurídica, ferindo os artigos da constituição brasileira, todos os ministros representam o interesse de partidos políticos, fazendo tudo que é para ser feito, para salvar conforme a solicitação de seus indicadores, cada um foi chamado para cumprir o que é de interesse dos políticos, não foram escolhidos pelo povo brasileiro, não representam a classe da sociedade, mais interferem na vida dos brasileiros sem dar o direito de cada um opinar pelo apoio popular de decisão. abaixo em descrição a origem de cada ministro:
fonte:https://reacionariosblog.wordpress.com/
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Gilmar Mendes diz que autonomia dada a estados e municípios na pandemia "foi mal compreendida"

Autonomia de estados e municípios não impede União de combater ...

Gilmar Mendes diz que autonomia dada a estados e municípios na pandemia "foi mal compreendida"


O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes voltou a dizer que a autonomia dada pela Corte aos Estados e Municípios, não impedem o governo federal de atuar no combate à pandemia do novo coronavírus (Sars-CoV-2).

Durante uma aula magnata transmitida nesta terça-feira, Gilmar Mendes afirmou que a sentença foi mal compreendida. A decisão mencionada por Gilmar Mendes estabeleceu que os governos estaduais e municipais tem poder para determinar regras de isolamento e restrições de transportes.

Na época, os ministros do STF julgaram a ação apresentada pelo PDT, que questionou uma Medida Provisória (MP) editada pelo presidente da República Jair Bolsonaro e que dava a própria União a atribuição de definir impedimentos na circulação de pessoas.

Segundo Gilmar Mendes, a decisão do STF teve como objetivo fazer com que fossem cumpridas as recomendações da OMS (Organização Mundial da Saúde).

Assista o Vídeo na íntegra:




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“Ele é conhecido como o ministro que mais soltou corruptos no Brasil”

Ele é conhecido como o ministro que mais soltou corruptos no ...
O general Eduardo José Barbosa, presidente do Clube Militar, disse para o Valor que a fala de Gilmar Mendes sobre os militares é criminosa.
E acrescentou:
Sobre o fato de que um general ocupa o Ministério da Saúde, ele respondeu acusando o STF:
“Dos 11 que tem lá, nove nunca foram nem juízes. Gilmar Mendes é um deles. Um, inclusive, era advogado de um partido político”.
Sim, Dias Toffoli foi advogado do PT, mas ele agora defende os interesses de Jair Bolsonaro.
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TOFFOLI LIGA PARA MINISTRO DA DEFESA PARA CONTER CRISE COM GILMAR MENDES, “visão do ministro Gilmar Mendes não representa o pensamento do STF”

TOFFOLI LIGA PARA MINISTRO DA DEFESA PARA CONTER CRISE COM GILMAR ...
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, ligou, nesta segunda-feira (13/7), para o ministro da Defesa, Fernando Azevedo, e para o ministro da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos, com a finalidade de apagar o incêndio que teve início com declarações do ministro Gilmar Mendes a respeito do Exército Brasileiro. 
No sábado à noite (11/7), Mendes disse que o Exército se “associa” a um “genocídio”, fazendo referência ao fato de integrantes das Forças Armadas comandarem o Ministério da Saúde, em meio à pandemia do novo coronavírus, que avança no país e matou já mais de 70 mil pessoas. Toffoli atua nos bastidores para tentar conter a escalada da crise. 
Continua depois da publicidadehttps://tpc.googlesyndication.com/safeframe/1-0-37/html/container.htmlNo telefonema a Fernando Azevedo, Toffoli ressaltou que a visão do ministro Gilmar Mendes não representa o pensamento do STF, que atua, com os demais poderes, para amenizar os impactos da pandemia de covid-19. 
A iniciativa de Toffoli foi bem recebida no Executivo. No entanto, interlocutores do governo e dos militares ainda esperam um pedido de desculpas e não desistiram de acionar o procurador-geral da República, Augusto Aras. Nesta segunda-feira, Azevedo falou da intenção de enviar uma representação à PGR contra Gilmar Mendes.

Mendes demonstra tranquilidade

Nos bastidores, Mendes tem demonstrado que está tranquilo quanto à legalidade das declarações, embora saiba que são polêmicas. Após a fala do ministro, houve várias reações da ala militar, todas com o aval do presidente Jair Bolsonaro. 
Além de Azevedo, manifestaram-se o vice-presidente Hamilton Mourão, para quem Mendes “forçou a barra” ao falar em associação a genocídio, e o ministro Augusto Heleno, que considerou o episódio uma “injusta agressão”.
Créditos: Correio Braziliense
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Toffoli diz que guardião da Constituição é o STF, e não as Forças Armadas

Toffoli acionou o MPF e outros órgãos. Foto: Rosinei Coutinho / SCO / STF (Crédito: )
Toffoli acionou o MPF e outros órgãos. Foto: Rosinei Coutinho / SCO / STF

Presidente do STF fez a declaração em 

alusão ao artigo da Constituição que tem 

sido usado por radicais para dizer que há 

margem para intervenção militar no país. 

Ele negou com veemência esta 

interpretação dizendo que este papel 

cabe 

ao Supremo. ‘Não é mais possível Forças 

Armadas como poder moderador’.

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STF concede prisão domiciliar a Geddel Vieira Lima

Geddel usará tornozeleira eletrônica e não poderá ter contato com investigados
O ex-ministro Geddel Vieira Lima conseguiu ter a execução de sua pena convertida para prisão domiciliar temporariamente, com uso de tornozeleira eletrônica. A decisão foi tomada pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, ao julgar um pedido da defesa do político baiano na noite dessa terça-feira (14). Com isso, Geddel deverá deixar o Centro de Observação Penal, do Complexo Penitenciário da Mata Escura, onde está detido desde que foi transferido do Complexo da Papuda, em Brasília, em dezembro do ano passado.

"O demonstrado agravamento do estado geral de saúde do requerente, com risco real de morte reconhecido, justifica a adoção de medida de urgência para preservar a sua integridade física e psíquica, frente à dignidade da pessoa humana (CF, art. 1°, III)", justificou o magistrado ao atender a solicitação. Toffoli citou a questão "humanitária" para garantir a conversão para o regime domiciliar.

Essa decisão ocorre uma semana após Geddel testar positivo para o novo coronavírus em um primeiro exame. Na contraprova, no entanto, o resultado do baiano foi negativo (veja aqui).

Desde que o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) recomendou a soltura de presos nos grupos de risco da Covid-19, a equipe de defesa de Geddel tenta obter um habeas corpus, já que ele tem 61 anos e integra o grupo mais vulnerável a sofrer complicações com a doença. No entanto, a Corte vinha negando o pedido (veja aqui). 

Com a nova decisão, Toffoli ressaltou que a medida pode ser revista pelo relator do caso, ministro Edson Fachin, que pode ainda rever o prazo definido para a domiciliar. De acordo com a liminar proferida ontem, Geddel cumprirá pena em casa, com o uso de tornozeleira eletrônica, até 17 de setembro, quando expira a recomendação do CNJ.

No mês em questão, ele vai completar três anos preso. Já condenado por lavagem de dinheiro e associação criminosa no caso do bunker com R$ 51 milhões, encontrado em um apartamento no bairro da Graça, em Salvador (saiba mais aqui), Geddel cumpre pena em caráter preventivo. Sua condenação ainda está na fase de recursos. (Atualizada às 7h37)
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Gilmar, em comentário político, ataca o governo e o Exército e recebe imediata resposta de ministro da defesa (veja o vídeo)

Definitivamente, os ministros do Supremo Tribunal Federal podem tudo... Inclusive, fazer comentários eminentemente políticos, sem qualquer propósito, extremamente graves e absolutamente injustos. O ministro Gilmar Mendes, em transmissão da revista IstoÉ, afirmou no sábado (11) que há um vazio de comando no Ministério da Saúde. Também disse que se o objetivo de manter à frente da pasta o general Eduardo Pazuello é reduzir o desgaste do governo federal na crise, “o Exército está se associando a esse genocídio”. A fala do ministro do STF foi extremamente mal recebida pelo Ministério da Defesa e pelos demais comandantes das Forças Armadas
A avaliação é que o ministro do STF até poderia não concordar com a atual interinidade do general Eduardo Pazuello no comando no ministério da Saúde. "Daí a falar em genocídio e ainda associar um crime gravíssimo desse ao Exército é um absurdo." A resposta do ministro da defesa, general Fernando Azevedo e Silva, absolutamente técnica e sem mencionar o nome de Gilmar, veio em seguida. A análise do texto do general, tomando como base fatos, números e ações, derruba completamente a afirmação maldosa do magistrado. Eis a íntegra: “O Ministério da Defesa (MD) informa que as Forças Armadas atuam diretamente no combate ao novo coronavirus, por meio da Operação Covid-19. Desde o início da pandemia, vem atuando sempre para o bem-estar de todos os brasileiros. São empregados, diariamente, 34 mil militares, efetivo maior do que o da Força Expedicionária Brasileira (FEB) na Segunda Guerra Mundial, com 25.800 homens. O MD tem o compromisso com a saúde e com o bem–estar de todos os brasileiros de norte ao sul do País. A mobilização desta Pasta começou no dia 5 de fevereiro, quando foi deflagrada a Operação Regresso à Pátria Amada Brasil. Na ocasião, foram resgatados 34 brasileiros de Wuhan, na China, antes mesmo de aparecer o primeiro caso confirmado de coronavírus no Brasil, em 26 de fevereiro. A Operação Covid-19, criada em 19 de março de 2020, estabeleceu 10 comandos conjuntos espalhados por todo o Brasil, além do Comando Aeroespacial (COMAE). Os resultados mostram que a operação está atingindo os objetivos a que se propõe. De lá para cá, foram descontaminados 3.348 locais públicos; realizadas 2.139 campanhas de conscientização junto à população, 3.249 ações em barreiras sanitárias e 21.026 doações de sangue; distribuídos 728.842 cestas básicas; produzidos 20.315 litros de álcool em gel e capacitadas 9.945 pessoas para realizar ações de descontaminação. É ainda importante destacar que já foram transportadas 17.554 toneladas de pessoal e equipamentos médicos via terrestre, 471 toneladas de pessoal e equipamentos médicos via transporte aéreo, voadas 1.334 horas, o equivalente a 14,5 voltas ao mundo. As Forças Armadas realizam permanentemente atividades subsidiárias para cooperar com o desenvolvimento nacional e defesa civil. Este ano, em face à pandemia causada pelo novo coronavírus, os Ministérios da Defesa e da Saúde, em ação conjunta, intensificaram a assistência à saúde prestada a indígenas em diversas localidades carentes e isoladas do país. As mais de 200 missões em aldeias indígenas somente na Amazonia Ocidental realizam atendimentos de saúde, promovem cuidados básicos de saúde e orientam sobre a prevenção de doenças, sempre respeitando os aspectos socioculturais, condizentes com a realidade de cada etnia.” 
Veja o vídeo:

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STF impede prefeituras de flexibilizarem isolamento Presidente do STF, Dias Toffoli negou o pedido feito por duas prefeituras que tentavam promover a reabertura do comércio em Minas Gerais e na Paraíba

STF Prefeituras
Presidente da Corte negou pedido de duas prefeituras | Foto Nelson Jr./SCO/STF
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, negou os pedidos apresentados pelas prefeituras de Sete Lagoas (MG) e Cabedelo (PB) para flexibilizar o isolamento. Ambos os prefeitos são contra as medidas adotadas pelos governos dos respectivos estados para tentar conter a pandemia de coronavírus.
No entanto, Toffoli afirmou que, no entendimento da Corte, cabe aos entes federados a coordenação na adoção de medidas para o enfrentamento do vírus chinês. Para ele, os decretos municipais não podem impor normas de flexibilização que afrontem as diretrizes gerais estabelecidas pelos governadores.
A prefeitura de Sete Lagoas editou dois decretos municipais sobre a reabertura do comércio. Neles, o município permitia que bares e restaurantes voltassem a funcionar. O Ministério Público foi à Justiça contra a medida, que acabou suspensa. O governo municipal alega que a decisão causa ‘grave lesão à ordem administrativa, política e jurídica’, visto que ela impõe subordinação dos prefeitos às diretrizes de governadores.
Sete Lagoas é um caso de sucesso no combate à pandemia. Entre outras medidas, a prefeitura fez uma parceria com duas universidades para a instalação de um laboratório próprio com capacidade para aplicar mais de 200 testes por dia, que têm os resultados liberados em 24 horas. Neste sábado, a taxa de ocupação dos leitos de UTI estava em 26,5%. Até o momento, o único óbito foi um morador que contraiu a covid-19, foi tratado e faleceu no Tocantins.Em Cabedelo, a cidade alegou ter políticas públicas suficientes para garantir o retorno das atividades. Além disso, a prefeitura argumentou que o município tem boas condições para atender pessoas que venham ser contaminadas pelo novo coronavírus.
De acordo com a argumentação, o governo estadual não tem conhecimento sobre as realidades locais de cada cidade. Por isso, não é possível exigir que os municípios se vinculem a autorizações e decisões de órgãos estaduais.
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STF tenta justificar própria decisão que garantiu autonomia a prefeitos e governadores no enfrentamento ao coronavírusA decisão tirou prerrogativa do governo federal de determinar as medidas necessárias na pandemia.

Imagem: Reprodução

A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), deferida no dia 16 de Abril, garantiu autonomia a prefeitos e governadores de determinarem medidas para o enfrentamento ao coronavírus. Os ministros chegaram à conclusão de que estados e municípios poderiam regulamentar medidas de isolamento social, fechamento de comércio e outras restrições, diferentemente do entendimento do presidente Jair Bolsonaro, segundo o qual cabe ao governo federal definir quais serviços devem ser mantidos ou não. O senador Márcio Bittar (MDB-AC) considerou equivocada a decisão do Supremo.

"Acho que o STF, mais uma vez, ajuda a passar a impressão de que não somos uma Federação. Governadores e prefeitos podem fechar suas atividades econômicas e depois pedir para o presidente Bolsonaro pagar a conta" avaliou.

O senador Arolde de Oliveira (PSD-RJ) também discordou do entendimento dos ministros do STF:
"Acho que a decisão não foi sábia. Ao invés de botar ordem, vai gerar mais confusão" opinou.

O assunto foi parar na Suprema Corte depois que o PDT questionou a validade da Medida Provisória 926/2020, editada pelo presidente Jair Bolsonaro, por meio da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 6.341. Entre outras providências, a MP restringia a liberdade de prefeitos e governadores na tomada de ações contra a pandemia.

Para os ministros do STF, o governo federal somente poderia definir sobre serviços e atividades de interesse nacional. Fora disso, cabia aos prefeitos e governadores regulamentarem a situação em seus respectivos territórios.

A decisão foi tomada no dia 15 de abril em sessão realizada por videoconferência. Em março, o ministro Marco Aurélio já tinha deferido uma medida cautelar, acolhendo o questionamento do PDT, com o argumento de que havia a violação da autonomia dos entes federados.

Outros pontos da medida provisória continuam valendo, visto que os ministros não viram irregularidade no restante do texto.

Porém, ontem (22), o ministro do STF, Luiz Fux, tentou justificar que a decisão do STF que deu maior poder aos estados e municípios nas ações contra o coronavírus 'não retiraram' o dever do governo federal de também atuar no combate à pandemia. "Não, não eximiu [o governo federal de responsabilidade]", disse Fux. "Pelo contrário, reforçou a competência dos [Poderes] Executivos", afirmou o ministro.

O ministro do STF participou na manhã de ontem de entrevista com a jornalista Miriam Leitão, em debate sobre o papel do Poder Judiciário na pandemia promovido pelos jornais Valor Econômico e O Globo.

A tentativa de mudar o foco da responsabilidade para o governo federal se dar porque o Presidente Jair Bolsonaro tem afirmado que a decisão do STF atribuiu responsabilidade apenas a governadores e prefeitos no enfrentamento ao coronavírus.

"Lembro à nação que, por decisão do STF, as ações de combate à pandemia (fechamento do comércio e quarentena, p.ex.) ficaram sob total responsabilidade dos Governadores e dos Prefeitos", escreveu Bolsonaro nas redes sociais no último dia 7.

No final de abril, Bolsonaro afirmou que a "conta" das mortes não cabia a ele e atribuiu a responsabilidade aos governos locais. "A gente lamenta as mortes profundamente. Sabia que ia acontecer. Mas quem tomou todas as medidas restritivas foram governadores e prefeitos", disse o presidente. Não sejam agressivos e queiram colocar no meu colo uma conta que não é minha.
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MPF diz que Sara Winter foi presa ilegalmente por Alexandre de Moraes

Vindo dos Pampas, o retorno : MPF diz que Sara Winter foi presa ...
"MPF diz que Sara Winter foi presa ilegalmente por Alexandre de Moraes" O MPF entende que o ministro do STF, Alexandre de ... "MPF diz que Sara Winter foi presa ilegalmente por Alexandre de Moraes" O MPF entende que o ministro do STF, Alexandre de Moraes, passou dos limites ao prender temporariamente a ativista política bolsonarista Sara Winter. No entendimento do procurador Frederick Lustosa, Sara usou os direitos que lhe garantem o artigo 5o da Constituição e não extrapolou os limites da crítica severa. O MPF já adiantou que não pedirá a prisão preventiva da ativista, que foi presa com truculência pela Polícia Federal, a mando do ministro. O procurador da República no DF Frederick Lustosa descartou qualquer violação da Lei de Segurança Nacional no caso de Sara Winter e rechaçou uma eventual prisão por tempo indeterminado da ativista. O procurador argumentou que os atos com tochas e máscaras em frente ao STF se enquadram no direito à “liberdade de expressão”
é Veja a marche aux flambeaux a seguir: Marche aux Flambeaux "pauta-se exclusivamente pela valoração dos fatos e provas constantes dos autos, sendo esta isenta e desvinculada de qualquer viés ideológico ou político-partidário, muito menos suscetível a qualquer tipo de pressão interna ou externa"
Fonte:https://www.jornal21brasil.com.br/
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Defesa de Sara Winter vai entrar com habeas corpus no STF e diz que prisão é ‘política’ Ela está presa na Superintendência da Polícia Federal em Brasília

Militante Sara Winter, líder do movimento conhecido como 300 do Brasil
Foto: Dida Sampaio/Estadão Conteúdo
A defesa da ativista Sara Winter informou que vai entrar com um pedido de habeas corpus no Supremo Tribunal Federal e disse que ela foi alvo de “prisão política”.
Sara foi presa nesta segunda-feira, 15, por ordem do ministro do Supremo Alexandre de Moraes.
O pedido foi feito pelo vice-procurador-geral da República Humberto Jacques de Medeiros em inquérito sobre a organização de atos antidemocráticos.
“Estamos entrando com habeas corpus. Vamos lutar de todas as formas porque estamos vendo que essa é uma prisão política”, disse a advogada Renata Félix.
Segundo o jornal O Globo, outro advogado de Sara, Bertoni Barbosa de Oliveira, reclamou que a prisão da militante foi baseada em um mandado genérico, que não informa qual artigo do Código Penal ela infringiu.
A defesa afirmou ainda que só teve acesso ao mandado de prisão e que vai ao STF nesta tarde para obter a decisão completa do ministro Alexandre de Moraes e impetrar habeas corpus.
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Sara Winter é presa pela PF Mandado de prisão foi expedido pelo ministro do STF, Alexandre de Morae, atendendo a um pedido da PGR

A digital influencer Sara Winter apontada como líder do grupo bolsonarista “300 do Brasil” foi presa na manhã desta segunda-feira (15/6) pela Polícia Federal (PF), em Brasília. Além da influencer outras cinco pessoas também foram presas na ação.
O pedido de prisão contra a ativista foi expedido pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Alexandre de Moraes, que atendeu a um pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR).
Sara Winter gravou um vídeo no dia da operação contra as Fake News, que tramista no STF, e tem como relator o ministro Alexandre de Moraes.
No vídeo a ativista afirma que o ministro tomou a pior decisão da vida dele naquele dia, e que sua vontade era de trocar socos com o ministro do STF.
Além disso a digital influencer afirmou no vídeo em tom de ameaça que iria descobrir tudo sobre a vida do ministro, de seus funcionários, e que iria infernizar a vida de Alexandre de Moraes, até acabar com a vida dele.
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Carta aberta a Toffoli: “Vocês são a verdadeira ameaça ao Estado Democrático de Direito”

Carta aberta a Toffoli: “Vocês são a... - Verdades e nada mais ...
Você e seus colegas do STF constituem a maior ameaça à nossa democracia.
Foi você quem votou pela libertação de José Dirceu, já condenado em 2ª instância, contrariando a lei e a jurisprudência emanada pelo próprio pleno do STF.
Foi seu colega Lewandowsky quem atropelou a Constituição e manteve os direitos políticos de Dilma Roussef no final do processo de impeachment.Foi seu colega Lewandowsky quem fez de tudo para dar ao presidiário Lula a oportunidade de conceder uma entrevista à mídia em pleno processo de campanha eleitoral, interferindo diretamente no processo.
Foram seus colegas da 2ª turma que tentaram de todas as formas revisar a jurisprudência da execução da pena a partir da 2ª instância, tão somente para proteger criminosos poderosos.
Foram seus colegas que decidiram não implantar o voto impresso, em decisão que contraria uma lei aprovada pelo Congresso Nacional e devidamente sancionada.
Foi seu colega Gilmar Mendes que se transformou em uma espécie de libertador geral da nação.
Foram vocês que, ao invés de reforçarem o papel legítimo de corte constitucional do STF, a transformaram em uma leniente vara penal vip para ricos e poderosos.
Você e seus colegas frequentemente atuam como legisladores, assumindo ilegalmente uma função que segundo a Constituição é exclusiva do poder legislativo.
Vocês atuam não como magistrados, mas como uma bancada legislativa a serviço daqueles que os indicaram para tão alto posto, subvertendo por completo a função e a essência legítima desta corte.
Vocês se constituem um grave problema.
A nova legislatura terá que, dentro do processo legislativo constitucional existente, encontrar formas legais e legítimas para reformar profundamente esta corte, suas funções e mesmo a totalidade dos seus membros.
Vocês é que são a grande ameaça ao Estado Democrático de Direito.
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Ministro do STF manda PF na casa de jornalista de direita numa clara tentativa de calar influenciadores digitais

Ministro do STF manda PF na casa de jornalista de direita numa clara tentativa de calar influenciadores digitais
Ministro do STF manda PF na casa de jornalista de direita numa clara tentativa de calar influenciadores digitais que, declaradamente, apoiam o presidente Jair Messias Bolsonaro.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, fez uma solicitação de mandato contra o jornalista conservador, e diversas figuras de direita, somente por conta de discordâncias ideológicos, e no mesmo momento Alan dos Santos, do Terça Livre, que foi vítima do ataque, fez uma live, que foi exibida para mais de 40 mil pessoas ao mesmo tempo.
A live, foi exibida em seu canal, e Alan reclamou da Polícia Federal, entrar armada em seu escritório para vasculhar provas por supostas “Fake News”, e o jornalista questionou quais crimes ele havia cometido, e qual seria a necessidade de enviarem policiais armados para tratar um jornalista.
Apesar do ataque direto do STF, o jornalista conservador diz estar totalmente tranquilo, e que vai redobrar seu trabalho, e que essa medida não irá amedrontá-lo. E que essa ação do ministro Alexandre de Moraes, vai fazer ele trabalhar mais ainda contra a esquerda.
Confira o vídeo, que foi exibido para mais de 40 mil pessoas simultaneamente:

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Maior jurista do Brasil critica atuação do STF: “Coloca em risco a democracia”


Ives Gandra Martins, considerado por muitos o maior jurista do Brasil, de reconhecimento mundial, fez declarações que chamam atenção pela gravidade do contexto pelo qual atravessa o Brasil, onde apoiadores do governo vêm criticando a forma como o Supremo Tribunal Federal (STF) está atuando no país.
Gandra, que já havia criticado o STF na ocasião da suspensão feita pelo
ministro Alexandre de Moraes da nomeação de Alexandre Ramagem para a diretoria-geral da Polícia Federal, falou sobre às consequências que podem acarretar sobre o país devido ao desequilíbrio entre os Poderes.
“Pela Constituição, se houver conflito entre os Poderes e um deles recorrer às Forças Armadas, quem repõe a lei e a ordem são elas”, afirmou Ives Gandra ao jornal Folha de S. Paulo.
“O Supremo tem que ser um guardião da Constituição. Não pode ser legislativo positivo, não pode entrar nas competências de outros Poderes (…), cada vez que vez que um Poder faz isso ele coloca em risco a democracia”. destacou.
Em outras palavras, o jurista está dizendo que se o Executivo, o Congresso e o Judiciário não atuarem harmonicamente e um desses poderes solicitar intervenção, às Forças Armadas poderão agir para restabelecer a ordem no Brasil, e isto com base no Artigo 142 da Constituição Federal.

Uma crítica ao STF?

A resposta é sim! O contexto de fala de Ives Gandra dá a entender que o jurista está fazendo uma crítica, ainda que indireta, à atuação do Supremo Tribunal Federal, especialmente porque o mesmo já havia criticado o STF em um artigo publicado em 02 de maio na Conjur, onde escreveu:
“Não consigo encontrar nenhum dispositivo que justifique a um ministro da Suprema Corte impedir a posse de um agente do Poder Executivo, por mera acusação de um ex-participante do governo, sem que houvesse qualquer condenação ou processo judicial a justificar.”
Gandra se referiu à suspensão da nomeação de Alexandre Ramagem para a chefia da Polícia Federal, determinada por Alexandre de Moraes. Agora, observe os destaques abaixo com atenção:
“Se meras suspeitas servirem, a partir de agora, o Poder Judiciário estará revestido de um poder político que não tem, constitucionalmente, de dizer quem poderá ou não ser nomeado de acordo com a visão do magistrado (…).
A simples suspeita de que foi escolhido por ser amigo do Presidente da República e poder influenciar procedimentos administrativos levantados por um desafeto do primeiro mandatário não justifica, constitucionalmente, a invasão de competência de um poder em outro.”
Em sua crítica ao STF, portanto, Ives Gandra chamou atenção para à ocorrência de duas possibilidades:

01 – O STF atua através de um “poder político que não tem”;

02 – O STF realiza “invasão de competência de um poder em outro.”

O artigo publicado pelo jurista em 02 de maio na Conjur se conecta diretamente com a declaração dada por ele ao jornal Folha de S. Paulo na última terça-feira (19), onde afirma que as Forças Armadas podem intervir no país caso exista desequilíbrio entre os poderes.
A sequência publicação + declaração deixa evidente que Ives Gandra está fazendo uma crítica ao Supremo Tribunal Federal, deixando claro que se a Corte não atuar corretamente, a fim de garantir os princípios constitucionais desse país, a intervenção militar é uma possibilidade real e amparada juridicamente.
O recado foi dado.
FONTE:https://noticiabrasilonline.com/
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“É hora de mostrar aos semideuses de araque que a paciência dos honestos acabou”, diz jornalista sobre o STF

O renomado jornalista Augusto Nunes, da Veja, não poupou palavras sobre Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski e Dias Toffoli na Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal. Segundo Nunes, “disfarçados de juízes, os três agem como cúmplices de bandidos de estimação ─ e enxergam no povo brasileiro um bando de otários que só explodem de indignação quando a seleção vai mal numa Copa do Mundo”. Para o jornalista, “é hora de mostrar aos semideuses de araque que a paciência dos honestos acabou”.
Leia abaixo o texto do jornalista Augusto Nunes:
A libertação do delinquente José Dirceu, condenado em segunda instância a 30 anos e 9 meses de prisão, escancarou a verdade inverossímil: a sala ocupada pela Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal transformou-se numa gigantesca porta de saída da cadeia.
 Essa bofetada na cara do país que presta foi desferida a seis mãos por Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski e Dias Toffoli. Nenhuma surpresa. Gilmar inaugurou e comanda a primeira usina de habeas corpus do planeta. Lewandowski ganhou uma toga por ser filho de uma vizinha de Marisa Letícia. Toffoli é uma alma subalterna a serviço de Dirceu.
Disfarçados de juízes, os três agem como cúmplices de bandidos de estimação ─ e enxergam no povo brasileiro um bando de otários que só explodem de indignação quando a seleção vai mal numa Copa do Mundo. É hora de mostrar aos semideuses de araque que a paciência dos honestos acabou.
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Ministro Luis Roberto Barroso sai em defesa de Bolsonaro e do povo brasileiro após manifestações: "Um grande líder de uma grande Nação."

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O ministro do STF, Luis Roberto Barroso comentou sobre as manifestações a favor do presidente Jair Bolsonaro que aconteceram no último domingo (15), em todos os estados do Brasil.

Para o ministro, Bolsonaro foi corajoso e demonstrou ser um grande líder, pois não abandona sua nação nem em momentos difíceis como o que estamos passando agora, com a pandemia do COVID-19.
Barroso também criticou a hipocrisia de certos líderes políticos e de opositores do presidente que o atacaram de forma articulada e corporativista.

O ministro afirmou que a grande maioria de quem criticou a atitude do presidente, que saiu às ruas para cumprimentar a população, fez o mesmo em outras situações, como foi o caso de alguns deputados, senadores, ministros e jornalistas que participaram da cerimônia de estréia da "CNN Brasil" no último dia 9, que reuniu cerca de 1300 pessoas em um espaço confinado, diferente das manifestações do domingo, que foram em local aberto.
Roberto Barroso também deixou claro que o povo é soberano e não irá se submeter às ordens de políticos que foram colocados lá para trabalhar para a nação

Fonte : http://www.portalpoliticanews.com.br/noticias/brasil/435904/1
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A atroz revelação de um renomado jurista sobre o ministro que disse que Bolsonaro não está à altura do cargo

Resultado de imagem para Bia Kicis alerta: “Estão se unindo contra o nosso presidente” e conclama: "15/03 precisa ser grande"

Quando José Sarney, que indicou Celso de Mello para o STF, decidiu candidatar-se a senador pelo Amapá, o caso foi parar no STF, porque os adversários resolveram impugnar a candidatura. Celso de Mello votou pela impugnação, mas depois telefonou ao seu padrinho, Saulo Ramos, para explicar-se. Eis o trecho do livro: - Doutor Saulo, o senhor deve ter estranhado o meu voto no caso do presidente. - Claro! O que deu em você? - É que a Folha de S.Paulo, na véspera da votação, noticiou a afirmação de que o presidente Sarney tinha os votos certos dos ministros que enumerou e citou meu nome como um deles. Quando chegou minha vez de votar, o presidente já estava vitorioso pelo número de votos a seu favor. Não precisava mais do meu. Votei contra para desmentir a Folha de S.Paulo. Mas fique tranquilo. Se meu voto fosse decisivo, eu teria votado a favor do presidente. - Espere um pouco. Deixe-me ver se compreendi bem. Você votou contra o Sarney porque a Folha de S.Paulo noticiou que você votaria a favor? - Sim.

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“Sei bem de onde saiu isso”, diz Fux sobre manobra contra ele no STF Aparentemente, há uma manobra no STF para tentar desqualificar Fux e impedi-lo de suceder Toffoli na presidência.

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Em entrevista à Revista VEJA, o ministro do Supremo Tribunal Federal, Luiz Fux, comentou sobre suposta manobra de outros ministros do STF para impedir que o magistrado seja o próximo presidente da Suprema Corte. Seguindo o tradicional rodízio para ocupação da presidência da Corte, caberá a Fux suceder o ministro Dias Toffoli. Contudo, há rumores de que uma ala de magistrados tenta desqualificar o colega de plenário e inviabilizar sua nomeação.
Na entrevista, o magistrado não se mostrou surpreso ou intimidado com a manobra, e afirmou ter um bom relacionamento com seus colegas de plenário, além de descartar eventuais contratempos na eleição para a presidência da Suprema Corte. “Eu sei bem de onde isso saiu, e posso assegurar que não há uma maioria no Supremo dedicada a evitar minha eleição“, disse Fux.
Aparentemente, a tal manobra para desqualificar o ministro surtiu efeito contrário, pois Luiz Fux foi procurado por outros ministros, que foram lhe prestar solidariedade. O magistrado deixou claro aos colegas que o ataque é isolado e fadado ao fracasso, haja vista ele não ter nada a esconder e cultivar boas relações dentro do STF. Alguns colegas lamentaram o “nível” a que chegou a “amargura represada” na Corte, e levantaram a hipótese de se tratar de um caso de antissemitismo, uma vez que Fux seria o primeiro judeu a presidir o STF.O ministro Marco Aurélio Mello, outro grande defensor da medida, criticou publicamente a decisão de Fux de se sobrepor a Toffoli, mesmo que ele seja o relator das Ações que questionam o juiz de garantias. “Isso só leva ao descrédito da instituição, e é muito ruim porque gera insegurança jurídica. Onde já se viu vice-presidente, no exercício da presidência [durante o plantão] cassar ato do presidente? Isso é de um descalabro“, disse o ministro ao jornal O Estado de São Paulo.
A indisposição entre os magistrados veio à tona durante o período de recesso do Poder Judiciário, quando o atual presidente da Corte, Dias Toffoli, e o ministro Luiz Fux divergiram sobre o juiz de garantias, emitindo decisões conflitantes acerca da sua implantação. Toffoli, grande defensor da nova figura processual, e o responsável por dar o aval para a sua sanção pelo presidente da República, adiou o prazo de implantação por seis meses. Fux, por sua vez, suspendeu a implantação por tempo indeterminado.
O ministro Marco Aurélio Mello, outro grande defensor da medida, criticou publicamente a decisão de Fux de se sobrepor a Toffoli, mesmo que ele seja o relator das Ações que questionam o juiz de garantias. “Isso só leva ao descrédito da instituição, e é muito ruim porque gera insegurança jurídica. Onde já se viu vice-presidente, no exercício da presidência [durante o plantão] cassar ato do presidente? Isso é de um descalabro“, disse o ministro ao jornal O Estado de São Paulo.
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